por Diogo Betrame
Os relacionamentos afetivos são a base de tudo neste planeta. Tudo gira em torno deles. Todo a motivação para se ganhar dinheiro, ter poder, status e fama tem como
objetivo uma única coisa: a conquista. E apesar das coisas não serem exatamente como foram vendidas pelo sistema vigente, eles são bastante importantes para a jornada evolutiva dos que aqui vivem, portanto deveriam ser matéria de estudo pessoal, haja vista a importância que se dá à eles.
Ocorre que, mesmo sendo esse assunto de interesse de todos, são raras as pessoas que buscam um maior entendimento sobre isso. Geralmente as pessoas permanecem cometendo os mesmos erros seguidos pelos padrões repetitivos de comportamento que são conduzidos pelas suas crenças.
A crença que uma pessoa possui é o filtro entre a realidade e a ilusão. Trata-se da percepção que essa pessoa tem do mundo, das pessoas, dos relacionamentos e do dinheiro. Crença é algo que a pessoa acredita piamente ser verdadeiro, portanto acha realmente que pensar do que jeito que pensa é o correto. É por isso que é tão difícil desfazê-la. Por pior que seja a crença, a pessoa sempre irá procurar o endosso da mesma, custe o que custar, inclusive a sua própria felicidade.
Uma pessoa que possui uma crença distorcida sobre relacionamentos, em que acha que ninguém presta e que a qualquer momento poderá ser traída, vai enxergar essa tal traição em qualquer coisa, até mesmo nos pensamentos que o seu parceiro tem. Uma crença desta faz a pessoa achar que tudo é ameaça, e isso a torna extremamente insegura. Se o namorado está pensativo a pessoa vai pensar que ele está pensando em outra pessoa, ou que está triste por estar onde está. Se esse mesmo namorado é simpático com os outros ela vai achar que é um flerte. Se ele possui uma relação boa com os seus relacionamentos passados, o que é muito natural e deveria ser assim sempre, a crença da pessoa vai lhe fazer pensar que isso não é estar bem resolvido, mas sim uma forma de deixar as porta abertas. Ou seja, uma pessoa com esse desnível de equilíbrio gerado por essa crença nunca vai conseguir estar em paz com quem quer que seja, nem com ela mesma, ela nunca terá um relacionamento saudável e duradouro. Essa pessoa verá maldade em tudo e em todos.
Os inícios de relacionamento de pessoas com essa crença serão sempre mágicos, pois ela vai deixar de sentir, temporariamente, o vazio existencial gerado por esse melindre e percepção de que o mundo conspira contra ela, e isso a fará se apegar ao objeto que serviu como analgésico para sua debilidade emocional. Mas, ao passar dos tempos, o vazio voltará e a vida do casal se transformará num campo de batalhas, pois a cobrança que será projetada no outro se tornará obsessiva. E por fim, após muito desgastes, o relacionamento chegará ao fim.
É muito importante que as pessoas passem a ter um pouco mais de maturidade emocional.
Se uma pessoa é insegura ou desconfiada, a culpa não é dos outros, e sim dela mesma, portanto a responsabilidade de resolver esse problema cabe a ela, e somente a ela.
Se uma pessoa é insegura ou desconfiada, a culpa não é dos outros, e sim dela mesma, portanto a responsabilidade de resolver esse problema cabe a ela, e somente a ela.
Enquanto não houver uma honesta conscientização do que é uma crença, e do efeito devastador que ela possui, o mundo continuará desta forma. Pessoas projetando suas paranóias em busca do endosso daquilo que acreditam ser real, e transformando suas próprias vidas num inferno, repetindo continuamente os mesmos erros que só as fazem sofrer e perder o senso da realidade.
Continua...
Diogo Beltrame
Terapeuta Quântico, Mestre em Renascimento,
Mestre em Reiki, Consultor Metafísico
e Palestrante
Blog:
http://www.diogobeltrame.blogspot.com.br/
Diogo Beltrame
Terapeuta Quântico, Mestre em Renascimento,
Mestre em Reiki, Consultor Metafísico
e Palestrante
Blog:
http://www.diogobeltrame.blogspot.com.br/

Nenhum comentário:
Postar um comentário