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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

5º Parte: Amor x Egoísmo continuação...




E ai gente, estão gostando de aprender um pouco mais sobre o AMOR? rs...é importantíssimo olharmos para essas nossas "amarras" pq. enquanto a gente não resolver isso internamente, iremos ficar repetindo processos e situações!!!

Bom, vamos lá então.

Beijos no coração,

Namastê

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continuação:


E como aprende o espírito a tomar consciência do seu próprio egoísmo, neste caso manifestado sob a forma de vaidade, e a vencê-lo?

Geralmente, sofrendo na própria carne as atitudes egoístas de outros, semelhantes a ele próprio em egoísmo. A lei da justiça espiritual confronta cada um com os seus próprios atos, ainda que seja através dos atos dos outros, para que daí o espírito tire o maior proveito para a sua evolução. O sofrimento próprio sensibiliza o espírito, faz-lhe adquirir maior sensibilidade para perceber o sofrimento dos outros, sobretudo o daqueles que tenham passado por circunstâncias semelhantes às suas. Faz-lhes despertar um sentimento de solidariedade em relação a elas, que é o gérmen do amor.


E terá sempre de acontecer que o espírito tenha de experimentar na sua própria carne o sofrimento dos seus próprios atos para aprender que esses atos são perniciosos para os demais?

Não. Pode fazê-lo por compreensão, porque se tenha dado conta do dano que produzem nos outros as suas próprias maneiras de agir, ou porque aprendeu com os erros e experiências dos outros. Mas, para isso tem de ter crescido o suficiente em sensibilidade, em amor, porque, como digo, apenas quando há amor, se está receptivo a perceber os outros, incluindo o seu sofrimento, como a si próprio. Daí que, nas primeiras etapas, o espírito avance mais por sofrimento, por experimentação em si mesmo das atitudes egoístas que ele mesmo provocou, enquanto, quando já tenha desenvolvido o amor, avança mais por compreensão, compreensão das experiências próprias passadas ou das experiências dos outros.


E que se pode fazer para vencer a vaidade pela compreensão?

O primeiro passo é tomar consciência do defeito e o segundo passo é mudar a atitude. Pelo facto de adquirir consciência do nosso defeito, não vamos conseguir que ele deixe de se manifestar. Se formos capazes de o reconhecer e de o admitir, mas ao mesmo tempo evitarmos atuar conforme ele quer, quer dizer, não nos deixarmos arrastar por ele na hora de tomar decisões na nossa vida, antes formos atuando mais conforme nos ditam os sentimentos, o defeito irá perdendo força até que, finalmente, será vencido. A tomada de consciência passa por conhecer em profundidade em que consiste a vaidade, como se manifesta numa pessoa e o que é que a alimenta. A vaidade alimenta-se da crença de que para se ser feliz, o importante é ser o centro das atenções, que a admirem, a lisonjeiem, se lhe sujeitem e a cubram de prazeres, prendas e atenções. A vaidade manifesta-se como uma tendência para transformar a realidade, fazendo crer aos outros e a si mesmo que necessita de possuir tudo o que vê à sua volta, tanto coisas como pessoas, para se ser feliz. A vaidade é como um aspirador que apanha tudo o que encontra no caminho, guardando-o para si próprio, mas sem chegar a apreciar nada do que se tem. É como a criança que faz birra e protesta para que os seus pais lhe comprem um brinquedo, aparentemente o mais maravilhoso do mundo e sem o qual não vai poder ser feliz. E quando o consegue, apenas brinca com ele uns minutos, logo se cansa e abandona-o.
Portanto, enquanto o vaidoso continuar propenso a querer chamar a atenção para satisfazer os seus próprios caprichos, não trabalhando por despertar em si mesmo os sentimentos, sentir-se-á sempre insatisfeito, vazio, infeliz, ainda que possa ser estimado pelos outros, porque não o saberá reconhecer, nem o saberá apreciar. Aquilo que não se consegue por esforço próprio, pela própria vontade, nem se consegue compreender, nem se sabe apreciar, nem se sabe aproveitar e, o vaidoso, não só não luta por nada, como pretende que sejam os outros a obtê-lo para si. Quando tem objetivos, costumam ser sempre objetivos exteriores, materialistas, de aparência, quase nunca objetivos de índole espiritual.
O vaidoso parece-se com aqueles que se aquecem sempre na lareira dos vizinhos por não quererem dar-se ao trabalho de acender a sua própria fogueira. Será sempre dependente dos outros e não poderá fazer nada por si mesmo. Acende o teu próprio fogo em ti mesmo e não dependerás de ninguém para te aqueceres. Esse fogo, a nível espiritual, é a chama do amor, que reconforta e aquece o espírito, dá forças para avançar e ser autenticamente feliz.


Mas há muita gente que procura o sucesso como forma de alcançar a felicidade. Que lhes dirias?

Que se enganam a si mesmos. O sucesso é uma festa para a vaidade, mas é uma armadilha para o sentimento. A única maneira de conseguir a felicidade é encher-se de amor.


Poderias dar um conselho breve que resuma tudo o que disseste para vencer a vaidade através da compreensão?

Sim. O passo que deve dar o vaidoso para superar o seu defeito é compreender que a felicidade não depende do exterior, mas sim do interior. Esta é a grande lição que todos temos de aprender: a verdadeira felicidade não depende de que os outros te amem, mas antes, de que tu ames. Portanto, se queres ser feliz, para de procurar desesperadamente que os demais te amem e tenta despertar o teu próprio sentimento.


Que dirias a um vaidoso que o pudesse ajudar na sua evolução?

Que jamais conseguirás ser feliz através de conquistares a admiração, o carinho, o sucesso, o reconhecimento dos outros. Se estás insatisfeito com a tua vida, se te sentes só e vazio, não procures fora os culpados da tua infelicidade, porque não estão fora, mas sim dentro de ti. Não procures aquecer-te no fogueira dos outros porque nunca terás o bastante. Acende a tua própria chama para que assim o teu estado não dependa do que façam ou deixem de fazer os outros por ti. Deixa de lado o egoísmo e ama, porque a única maneira de encher o vazio interior é amar incondicionalmente.


Parece uma contradição o que dizes agora com o que disseste anteriormente. Se uma pessoa renuncia a que o amem, como vai poder amar?

Talvez me tenha explicado mal. Não temos de renunciar a ser amados. O que quero dizer é que procuramos de forma incorreta a felicidade. Pomos todo o peso num prato da balança e exigimos que a balança esteja equilibrada.


Não sei o que queres dizer exatamente. Tens algum exemplo que me possa servir para entender?

Sim. Imaginai que reunimos toda a humanidade numa praça gigantesca para repartir todo o amor que existe no mundo. Primeiro perguntamos: “Quem quer receber amor?”. Veremos que cem por cento das pessoas levanta a mão insistentemente dizendo: “Eu, eu. A mim primeiro. Sou eu quem mais precisa dele”. Mas se agora perguntamos: “Quem está disposto a dar o seu amor?” Veremos como, rapidamente, a praça fica vazia e apenas uns poucos dos que lá estavam ficaram para levantar a mão. O que é que haverá para repartir? Apenas o amor que dão uns poucos. Pois, isso é o que acontece na vossa humanidade em que apenas o amor de uns poucos sustém o mundo, porque a maioria apenas está disposta a receber, mas não para receber amor, principalmente para satisfazer o seu egoísmo.
Esperamos, como sujeitos passivos, que o amor venha de fora. Que, por artes de magia, esse amor do exterior nos alcance e nos faça felizes, sem que nós tenhamos que fazer nada, como se de uma droga se tratasse. Mas, como digo, ainda que recebendo tudo o que precisamos, se permanecermos passivos, se não lutarmos para vencer o nosso egoísmo, chegará esse ser que nos ama para nos dar tudo o que traz dentro e diremos: “Não é suficiente, ainda não sou feliz. Ainda necessito que me dês mais”. E exigiremos mais e mais porque nunca será suficiente para encher o nosso vazio interior. E nunca apreciaremos o que nos foi dado, mas apenas levaremos em conta aquilo que ainda não recebemos. Qualquer pequeno obstáculo da vida, será um motivo de queixa. Se amanhece nublado, queixamo-nos porque faz frio, se amanhece ensolarado queixamo-nos porque está calor. E tudo isso porque procuramos de forma errada. Esse vazio que uma pessoa sente, apenas se pode encher com o amor que, cada um mesmo, é capaz de gerar, de forma ativa, para si próprio e para os outros. Portanto, para ser feliz é tão necessário dar amor, como recebê-lo.


Voltemos ao tema da vaidade. Digo eu que nem todo o mundo que se encontra na etapa da vaidade terá as mesmas características.

Não. Dentro da vaidade existem diferentes graus. Numa primeira etapa de vaidade inicial dão-se as manifestações mais primitivas e materiais do egoísmo, como a avareza (não querer repartir com os outros o que se tem), a cobiça (querer possuir cada vez mais, mesmo prejudicando outros), a inveja (revolta contra os que têm algo material que se cobiça). Numa segunda etapa, quando o espírito avança no conhecimento dos sentimentos, este egoísmo materialista começa a transformar-se em egoísmo espiritual. Nesta etapa o espírito continua agarrado ao egoísmo, mas, ao mesmo tempo, já começou a desenvolver o sentimento. Apesar de ainda ser avesso a dar, é capaz de reconhecer a presença do amor e o bem-estar que proporciona e procura recebê-lo. É então quando a avareza se vai transformando em apego (não querer repartir com os outros o carinho e o amor que se recebe de determinadas pessoas) e a cobiça, na absorvência (querer que todo o mundo se disponha a dar-lhe carinho), enquanto a inveja toma um cariz mais subtil e se transforma em aversão pelos que têm alguma virtude espiritual que ele não tem, mas gostaria de ter. Ao serem mais sensíveis, têm uma noção da justiça mais desenvolvida, mas quando o assunto lhes diga respeito, com frequência atuam injustamente favorecendo-se a si próprios propositadamente, por continuarem agarrados ao seu egoísmo, sendo mais culpados por serem mais conscientes.


Que avanço fundamental conseguiu o espírito para se poder dizer dele que superou a etapa da vaidade?

A principal aquisição que marca a fronteira entre a vaidade e o orgulho é o despertar do próprio amor espiritual. Enquanto o vaidoso é eminentemente um espírito receptor de amor, o orgulhoso já é um espírito dador de amor. Significa que já adquiriu a capacidade de amar verdadeiramente por iniciativa própria de forma bastante segura.


Ver Mais:

3ª Parte - https://vivisawaking.blogspot.com/2018/11/3-parte-perguntas-e-respostas-sobre-o.html
4ª Parte - https://vivisawaking.blogspot.com/2018/11/4-parte-p-amor-x-egoismo.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

4ª Parte - P&R Amor x Egoísmo




Continuo sem imaginar bem como funciona essa relação entre amor e egoísmo na própria natureza do ser humano. Como pode acontecer que possamos ser capazes de amar e de ser egoístas ao mesmo tempo? Não me poderias esclarecer este ponto?

Sim, claro. Imagina que o ser humano é como uma cebola, em cujo coração está o espírito que irradia a luz, que é o amor. Este centro emissor de luz encontra-se recoberto por múltiplas camadas, de maneira que cada uma destas camadas obstrui um pouco a passagem da luz, até que a soma de todas as camadas juntas impede quase totalmente que a luz saia para o exterior. Cada uma dessas camadas representa uma manifestação do egoísmo que há que ir eliminando progressivamente para que, finalmente, a luz, o amor, brilhe, se manifeste em toda a sua grandeza. À medida que vamos eliminando camadas, a luz (o amor) do interior, encontra menos obstáculos para sair para o exterior. As camadas mais externas correspondem ao egoísmo mais primitivo e superficial. São as camadas correspondentes à vaidade. As camadas intermédias corresponderiam ao orgulho e as mais internas à soberba.
Cada pessoa encontra-se num ponto distinto deste processo. A maioria dos espíritos que habitam a Terra apenas se conseguiu desfazer de algumas das primeiras camadas. Outros conseguiram eliminar também algumas das camadas intermédias e uns poucos estão em processo de eliminação das camadas mais profundas do egoísmo. Embora este processo seja progressivo e haja espíritos em todos os graus, podemos tentar classificar os espíritos em três grandes grupos, segundo o nível de eliminação de camadas em que estão: Espírito amável-vaidoso, generoso-orgulhoso e amoroso-soberbo.


Porque os qualificas com dois adjetivos, um positivo e outro negativo?

Porque não quero que na classificação apenas se manifeste a parte egoísta do espírito, mas também reconhecer as qualidades que o espírito pode desenvolver em cada etapa. O primeiro adjetivo expressa a qualidade representativa a que pode chegar o espírito quando se esforça por desenvolver o amor e o segundo, o grau de egoísmo em que se encontra. O vaidoso pode ser muito amável, o orgulhoso muito generoso e o soberbo muito amoroso quando está disposto a vencer o seu egoísmo e a lutar pelos sentimentos. Mas, não há nada de negativo em admitir a existência do egoísmo em cada um de nós e delimitá-lo com clareza, para o conhecer e poder superá-lo. O negativo para o espírito seria não querer reconhecer a sua existência, não admitir a realidade de que todos temos uma parte egoísta que devemos eliminar para poder amar verdadeiramente e ser autenticamente felizes. Não o reconhecer conduz à estagnação espiritual, porque não se pode superar aquilo que não se admite, de igual modo que não se pode desintoxicar um alcoólico que não admite que o é.

Poderias expor com mais detalhe as características de cada uma dessas três manifestações do egoísmo, a que chamaste vaidade, orgulho e soberba?

Sim. Podemos distinguir, pelo menos, três formas de egoísmo que são, desde a mais grosseira até à mais subtil, vaidade, orgulho e soberba. Na conversa do dia-a-dia utilizamos estas três palavras frequentemente, mas, como veremos, o seu significado espiritual é muito mais extenso e profundo e difere em muitos aspectos do significado com que correntemente as empregamos. Começaremos por defini-las uma a uma e analisá-las nas suas manifestações.


Que é a vaidade e quais são as suas manifestações?

A vaidade é a forma mais primitiva de egoísmo. É própria dos espíritos mais jovens, dos espíritos que apesar de terem avançado bastante na sua inteligência, ainda são principiantes no conhecimento dos sentimentos.
A principal característica do vaidoso é que está muito inclinado para si próprio, sobretudo em satisfazer as suas necessidades e desejos mais primitivos e escassa ou nulamente preocupado com as necessidades dos outros seres, excedendo-se no exercício do seu livre arbítrio, sem tomar consciência de que, em muitas ocasiões, invade o livre arbítrio dos outros. A pessoa vaidosa pretende ser o centro, que os outros reparem nela. Por conhecer escassamente o amor, não distingue bem entre o amor verdadeiro e o prazer. Necessita e deseja mais do que ama. Por isso, nas suas relações, inclina-se mais a procurar a fama, a admiração, o louvor, estar deleitada e satisfeita nos seus desejos, do que a ser amada e amar.
O vaidoso estabelece comparações contínuas entre si mesmo e os outros, tentado sempre aparecer acima de eles. Frequentemente, engana e difama os que julga por baixo dele em aptidões ou em condições materiais e gaba, excessivamente, os que julga poder utilizar para obter algo para si mesmo. Costuma agir injustamente, favorecendo sempre os seus interesses. Por isso, frequentemente, falseia a realidade para disfarçar os seus actos egoístas. Amiúde sente-se insatisfeito consigo mesmo devido ao pouco sentimento que coloca e, por isso, foge pavorosamente da solidão. Necessita muito de outras pessoas, as quais costuma tentar atrair a si e manipular para satisfazer, não só as suas necessidades, mas também os seus prazeres e os seus caprichos, até ao ponto de escravizar física ou psicologicamente as pessoas que estão à sua volta. Mas também se cansa rapidamente das relações se estas não lhe trazem a satisfação esperada. Por isso, são pessoas que esgotam e manipulam frequentemente os membros da sua família mais indefesos, como o par ou os filhos e, nas relações laborais, os seus subordinados, por considerar que são pessoas da sua propriedade ou que não podem escapar à sua influência. Quando não recebem a atenção que julgam merecer, procuram chamar a atenção dos outros de qualquer forma e a qualquer preço, fazendo-se de vítimas e usando da agressividade, da chantagem, da mentira ou de qualquer outra forma de manipulação que encontrem.
Devido à vibração tão negativa e asfixiante que podem gerar quando o seu defeito se manifesta em toda a sua plenitude, acabam por extenuar às pessoas à sua volta, pelo que, se não conhecerem a vaidade e saberem como lidar com ela, poucas são as pessoas capazes de as aguentar durante muito tempo. Esta é a razão pela qual têm muitos conhecidos e poucos amigos. Cansam-se facilmente do que exige esforço e procuram que outras pessoas assumam as suas responsabilidades, apesar de se gabarem constantemente do muito que eles fazem e do pouco que fazem os outros. Quando fazem alguma coisa por alguém, raramente é de forma desinteressada e discreta, mas sempre com exibição, procurando uma compensação em troca disso que, geralmente, costuma ser maior que o gesto que eles tiveram com os outros. Um vaidoso não pretende ser boa pessoa, mas apenas parecê-lo.

Ufa! Pois, espero que não haja muita gente assim!

Pois, três quartas partes da humanidade ainda se encontram nesta fase inicial de evolução e a vaidade é o defeito predominante na classe política do vosso mundo. Ainda que, seguramente, não haja ninguém que assuma identificar-se com o que acabo de dizer, porque admiti-lo, seria já sinal de que a pessoa se encontra numa etapa mais avançada. É por isso que vosso planeta está como está.
Pois, viver com pessoas assim egoístas deve ser um suplício!
Por acaso, tu julgas que estás livre do egoísmo, manifeste-se ele desta forma ou de outra mais subtil? É uma afirmação, a que fazes, em que brilha o teu próprio egoísmo, manifestado na forma de incompreensão em relação aos teus irmãos, que te serve para justificares o desejo de te afastares deles por não serem mais evoluídos. Esta etapa da vaidade, de igual modo que as seguintes, do orgulho e da soberba, são etapas pelas quais todos, absolutamente todos, os espíritos, têm de passar no seu caminho de aperfeiçoamento. E quem as superou é porque em determinado momento tomou consciência do seu defeito e trabalhou para o superar e tê-lo-á conseguido com a ajuda do exemplo de pessoas mais avançadas com as quais aprendeu. Se os espíritos mais avançados, quando alcançam o seu avanço, se desinteressassem dos seus irmãos menos avançados, que espécie de amor estariam a praticar? O facto de o ter descrito assim de forma tão direta pode parecer muito cruel. Mas não o faço com a intenção de que seja utilizado para discriminar ou marginalizar alguém, é apenas para que tomeis consciência desta manifestação do egoísmo e que empregueis esse conhecimento para vosso aperfeiçoamento.

Ver Mais:

3ª Parte - https://vivisawaking.blogspot.com/2018/11/3-parte-perguntas-e-respostas-sobre-o.html

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

3ª Parte - Perguntas e Respostas sobre o Amor

Meus queridos, como amanhã é feriado, resolvi antecipar os posts de sexta-f falando sobre o Amor...vamos lá!





AMOR VS EGOÍSMO

Qual é o primeiro passo que cada um devia dar para poder amar?
Para amar é necessário sentir-se a si mesmo e, para se sentir a si mesmo, é necessário conhecer-se a si mesmo. Se queres amar os outros, aprende primeiro a amar-te a ti mesmo, através de te conheceres a ti mesmo. Quem não se quer a si mesmo não pode querer aos outros.

Mas eu tinha entendido que para amar os outros tens de renunciar a ti mesmo!
Nem pensar. O que tens de fazer é renunciar ao teu egoísmo, mas não aos teus sentimentos. O que acontece é que tens um conceito do que é o amor que é incorreto, porque misturais o amor com o egoísmo. Amar-se a si mesmo não é julgar-se melhor que os outros e, por isso, dedicar-se a satisfazer caprichos egoístas, mas antes reconhecer as necessidades afetivas próprias, os sentimentos, e desenvolvê-los para que sejam o motor da sua vida. Por isso disse que para amar verdadeiramente é tão importante conhecer-se a si próprio. Conhecer-se implica saber distinguir entre o que sentimos e o que pensamos, reconhecer entre o que vem do nosso sentimento e o que vem do nosso egoísmo.

Então, como distinguir o que é o amor do que o que, não é?
O amor na sua expressão máxima tem de ser incondicional. Quem ama verdadeiramente não espera nada em troca e quem age por interesse não está a amar verdadeiramente. O amor tem de ser livre, senão, não é amor. Não se pode forçar ninguém a amar.
Quem quiser amar tem de querer também renunciar ao egoísmo. O amor e o egoísmo são conceitos contrários, incompatíveis entre si, antagónicos. Não se pode amar sem renunciar ao egoísmo, já que o egoísmo é, na realidade, a ausência de amor. Aprender a amar é o mesmo que aprender a desprender-se do egoísmo. Quem aumenta a sua capacidade de amar diminui o seu egoísmo e vice-versa.

E como aprende o espírito a amar?
É um processo contínuo que requer muitíssimo tempo de evolução. O espírito começa-o antes de iniciar a fase humana e não o termina nunca, já que há sempre algo novo para aprender a respeito do amor. Como aprender a falar, não há outra forma de desenvolver o amor que não seja através da interação constante com outros seres. Nas primeiras etapas, quando o ser espiritual está escassamente desenvolvido, experimenta o amor que outros seres mais avançados sentem em relação a ele na forma de emoções. Isso provoca-lhe bem-estar. Também tem de experimentar o que é a ausência de amor, quer dizer, o egoísmo de outros seres que, da mesma forma que ele, ainda não são capazes de amar. Isso far-lhe-á sentir emoções de mal-estar, mas também lhe permitirá reconhecer, aprender a distinguir melhor entre a ausência e a presença de amor e a valorizar a presença de amor, o que servirá de estímulo para poder desenvolver em si mesmo os sentimentos. Ou seja, antes de ser capaz de amar, o ser espiritual sensibiliza-se como receptor do amor de  outros seres mais avançados, que lhe servem de exemplo do que é ser emissor de amor. Também terá de conviver com outros seres com egoísmo igual ou mais acentuado do que ele mesmo, que servem de exemplo do que é a ausência de amor. Todas estas interações lhe motivarão o desenvolvimento, primeiro, das emoções e, mais tarde, dos sentimentos.

Uma vez que o espírito reconheça o amor que recebeu dos outros, nessa altura já está preparado para ser um emissor de amor. Serão os seres que o amaram, os primeiros em relação aos quais vão despertar os primeiros sentimentos de afeto (usualmente em relação a algum membro da sua família), enquanto os restantes seres, os que se comportaram com egoísmo em relação a ele, serão inimigos, e os que nunca tiveram relação com ele, simplesmente serão seres pelos quais sentirá indiferença. Nesta etapa, o espírito é apaixonado nos amores, vingativo e rancoroso nos desamores. Chegará outra etapa mais avançada em que o ser já não quererá prejudicar os que lhe provocaram dano, porque se dá conta de que o sofrimento em si mesmo é algo negativo, incompatível com o amor, e abandonará a vingança como forma de ressarcimento pelo dano recebido. A esta etapa poderíamos denominar amor condicional avançado. Chegado certo momento, quando o grau de compreensão e de sensibilidade do ser tenha aumentado consideravelmente, está preparado para dar o grande salto, o de querer a todos os demais seres da criação, incluindo àqueles que o odiaram e o rebaixaram e o fizeram sofrer o indescritível. Quer dizer que entrou na etapa final, em que se alcança o amor incondicional, aquele amor que anunciavam os seres avançados como Jesus quando diziam “ama o teu inimigo”. Com certeza, isso não acontece da noite para o dia. Serão necessários milhões de anos de evolução para percorrer o caminho da primeira à última etapa.

Poderias resumir essas etapas para que eu tenha uma ideia?
Sim, ainda que, como digo, o processo seja contínuo, poderíamos dividi-lo, para sua melhor compreensão, nas seguintes etapas:
1-      Insensível como receptor e emissor de amor;
2-      Parcialmente sensível como receptor de amor – insensível como emissor de amor;
3-      Sensível como receptor – parcialmente sensível como emissor (amor condicional);
4-      Altamente sensível como receptor – altamente sensível como emissor (amor condicional avançado);
5-      Totalmente sensível como receptor – totalmente sensível como emissor (amor incondicional);

Qual é o origem das emoções e dos sentimentos e em que se diferenciam?
Nos primeiros estádios de evolução do ser espiritual, este só é capaz de sentir emoções que, geralmente, são apenas uma resposta a um estímulo de natureza exterior. Este desenvolvimento da percepção emocional começa logo em etapas anteriores à humana. De facto podeis observar que muitos mamíferos superiores, como cães, vacas, cavalos ou golfinhos, já são capazes de perceber e manifestar emoções bastante profundas de muito diversos tipos. À medida que o espírito experimenta com as emoções e começa a tê-las em conta para tomar decisões, está a começar a desenvolver o sentimento. Podeis considerar que os sentimentos são a forma evoluída das emoções.
Podes expor com mais profundidade a distinção e a relação entre as emoções e os sentimentos?
As emoções são de duração curta, geralmente são ativadas por algum tipo de estímulo, exterior ou interior. Os sentimentos têm uma duração mais extensa, estão mais profundamente enraizados no espírito e ainda que recebam a influência do exterior, não têm de ser motivados por nenhum impulso exterior, mas antes pela própria vontade do espírito. Os sentimentos e as emoções estão intimamente ligados. O sentimento é capaz de despertar as emoções. É como a fonte interna de que emanam, de maneira que, neste aspecto, as emoções são uma manifestação dos sentimentos. Também as emoções, sobretudo as percebidas do exterior, influem nos sentimentos e podem ser um estímulo para os ativar ou para os reprimir. No máximo desenvolvimento do sentimento de amor, ou seja, quando se chega a experimentar o sentimento de amor incondicional, encontramo-nos já perante um sentimento que não vai terminar nunca e que, além disso, não necessita de nenhum estímulo exterior para que seja despertado ou alimentado.

Em que parte do ser se originam as emoções e os sentimentos?
As emoções e os sentimentos de amor originam-se no corpo espiritual. As ego-emoções e os ego-sentimentos, ainda que sejam percebidos no corpo espiritual, desenvolvem o seu carácter egoísta no corpo mental.

Não entendo o que queres dizer. O que são os ego-sentimentos e as ego-emoções?

São os sentimentos e emoções negativas gerados por atitudes egoístas. Na realidade, as atitudes egoístas são pensamentos e, portanto, originam-se na mente.

Então o sentimento e o pensamento têm uma origem distinta? Sempre julguei que ambos eram fruto da mente.
Pois, não têm a mesma origem. O sentimento procede do espírito (corpo espiritual) e o pensamento, da mente (corpo mental).

Deixa ver se compreendi bem. Queres dizer então, que o egoísmo se origina na mente e o amor no espírito?
Sim. Ainda que como já disse as ego-emoções e os ego-sentimentos se percebam também no corpo espiritual, o seu aspecto egoísta é gerado na mente.

Poderias esclarecer-me este ponto? Continuo sem entender como pode ser que o egoísmo se origine na mente e que os sentimentos ou emoções egoístas se sintam no espírito.
Claro. Imagina que uma pessoa se encontra com uma lanterna acesa dentro de uma cúpula de cristal. Se o cristal é transparente, tanto a luz que sai da lanterna para o exterior como a luz que entra do exterior no interior, não sofrerá praticamente nenhuma modificação pelo facto de passar através do cristal. Contudo, se o cristal da cúpula, em vez de ser transparente, for opaco, então modificará a passagem da luz através dela, tanto da luz que sai do interior para o exterior como da que entra do exterior no interior da cúpula. A pessoa com a lanterna representa o corpo espiritual e a cúpula de cristal representa o corpo mental. A opacidade do cristal da cúpula representa o egoísmo. O egoísmo modificará tanto a percepção dos sentimentos e emoções dos outros (a luz que entra), transformando-os antes de impressionarem o corpo espiritual, como a expressão ou manifestação dos sentimentos e emoções que procedem do corpo espiritual (a luz que sai), que serão percebidos pelos outros já com o matiz egoísta de que se impregnaram ao passar pela mente.

Ver Mais:

Não deixe de acompanhar as outras partes já postadas:



Beijos no coração,

Namastê

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

2ª PARTE - PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O AMOR

Galera dando continuidade aos posts de sexta f, vamos falar sobre o amor?!!!!


Para quem não viu a 1ª Parte é só clicar no link abaixo:


https://vivisawaking.blogspot.com/2018/10/1-o-amor-e-oportunidade-de-conhecermos.html




Já mencionaste a lei do amor em múltiplas ocasiões mas, o que é, segundo a tua opinião, o amor?
O amor pode definir-se, na sua expressão máxima, como a capacidade de sentir os outros como a nós mesmos.

Mas, o amor existe realmente ou é apenas um conceito abstrato?
Existe realmente e manifesta-se como uma intensa vibração da essência vital ou princípio espiritual que se transmite a todos os planos da existência, desde o plano espiritual, passando pelo mental e o astral, até chegar ao físico. A manifestação do amor no plano energético é a energia de mais alta vibração, a luz mais brilhante, a luz das estrelas. Essa vibração, a vibração do amor, de igual modo que a luz, pode-se transmitir e ser recebida.

E o que é o que se experimenta exatamente com o amor?
Quando um ser experimenta o amor verdadeiro, sente-se cheio, plenamente feliz, invadido por uma vibração, uma força e uma sensibilidade extraordinárias. Já não precisa de mais nada para ser feliz. O espírito inspirado pelo amor sente desejo de transmitir aos demais esse bem-estar e ajudá-los a serem felizes porque se sente unido com eles, como se fizessem parte dele. Invadido pelo amor, o seu corpo astral eleva a sua vibração de maneira que a aura se expande enormemente e se torna muito brilhante. Quanta mais capacidade de amar tem o ser, mais alta é a sua vibração e maior a energia que é capaz de transmitir. Quando alguém ama, transmite essa vibração amorosa aos outros. Se o receptor ou receptores da mesma, forem sensíveis, percebem-no como uma onda de calor intenso que não queima, uma vibração que percorre alguém por completo, que chega até o canto mais profundo, como se enchesse cada um dos poros da sua alma, provocando estremecimento e fazendo-o sentir como que envolto por uma nuvem de paz e harmonia. Nesse estado de bem-estar interior a pessoa sente-se optimista, alegre, relaxado, sereno e descobre que os problemas da sua existência não são tão graves.

O que descreves, parece uma experiência muito mística. Não sei até que ponto é acessível para nós, os humanos.
É acessível, mas estais tão materializados que vos falta sensibilidade, tanto para dar como para sentir directamente o amor. É como tentar ouvir rádio ao lado de uma perfuradora pneumática a trabalhar. Por isso, mais que sentir o amor, o que a maioria de vós apreciais são os actos que se fazem por amor, ainda que para a maioria ainda se torne difícil de entender o que motiva uma pessoa a actuar dessa forma.

E porque é uma lei espiritual o amor?
Porque está escrita no interior do espírito: o espírito necessita amar para ser feliz. Na ausência de amor, o espírito murcha como uma flor cortada rente.
Se, pela lei do livre arbítrio, o espírito necessita de ser livre para poder ser feliz, pela lei do amor, o espírito necessita de amar para ser feliz. Se unirmos estas duas leis numa só diríamos que o espírito necessita de amar em liberdade para ser feliz.

Se o amor é necessário para a felicidade do espírito, porque não nascemos todos amando?
É outra das capacidades, a de amar, que o espírito tem de desenvolver por si mesmo no seu processo de evolução. Como já disse, a chispa espiritual, quando é criada, tem em potência numerosas capacidades, mas precisa de desenvolvê-las. Uma delas é a capacidade de amar. Desenvolver a capacidade de amar é o objectivo mais importante do processo evolutivo do espírito. O amor é a força harmonizadora e dinamizadora do Universo espiritual.

Como é que o amor influi na harmonia do Universo?
Por um ato de amor existem todos os seres espirituais! O amor é a força que alimenta qualquer impulso criador. O amor é a base sobre a qual se apoia a solidariedade espiritual universal. O espírito inspirado pelo amor sente o desejo de ajudar na evolução a todos os outros seres da criação, para que sejam capazes de experimentar por si mesmos a felicidade que emana do amor. Apenas sobre a base do amor se construirá o que é verdadeiro e sólido.

Semana que vem falaremos sobre AMOR X EGOÍSMO, aguardem!!!

Beijos no coração,

Namastê

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

ARLY CRAVO: sentimento de apego e perda nos relacionamentos

Pessoal,

Recebi hoje de manhã um vídeo bem legal que explica sobre o apego e a perda nas relações afetivas.

O Arly Cravo explica de uma forma bem clara o que é tudo isso, vale a reflexão:


terça-feira, 3 de abril de 2018

A PARTE QUE FALTA: e esse vazio que muitas vezes nos corroí???


Pessoal,

Preciso compartilhar com vocês esse vídeo do KCT!!!

Chorei

Entendi

Compreendi...

Beijos no coração,

Namastê




não sei quanto a você, mas sempre falta um trocinho. às vezes falta muita coisa, às vezes só uma coisinha que parece um mundo de faltas. pra muitos falta o indispensável e aí o que falta pra você parece nada, mas é demais de onde você tá olhando. o negócio é que vai faltar, e depois não vai mais. depois vai faltar de novo e lutar contra a falta parece uma luta cansativa demais pra entrar. então que tal entender a falta, andar com ela, fazer de tudo pra preenchê-la, mas sabendo que ela volta. e que volte! porque saber que vai voltar é um belo de um carinho.


Infinite Perspective de Kevin MacLeod está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/...)
Origem: http://incompetech.com/music/royalty-...
Artista: http://incompetech.com/






quarta-feira, 22 de novembro de 2017

As pessoas que vc atrai são reflexos de quem vc é




As pessoas que você atrai não são mais do que seu próprio reflexo. Mesmo que seja difícil admitir, você convidou gente tóxica para se aproximar e fazer parte da sua vida. Não foi uma petição que você tenha verbalizado, tampouco algo que tenha buscado. No entanto, a energia que você emite irá aproximá-lo daqueles que não deseja, mas que, sem querer, atrai.

É possível acabar com isso?

Aprenda com o seu reflexo e as pessoas que ele atrai

Você sabe que seus erros lhe permitem aprender? Cada queda não é um fracasso, e sim uma oportunidade de perceber o que não estava fazendo bem. Com as pessoas acontece o mesmo. Aprenda com tudo que acontece ao seu redor, abra os olhos! Todos aqueles que o rodeiam são seu próprio reflexo.

Você se lamenta constantemente porque aqueles com quem você inicia relacionamentos te machucam. No entanto, não lhe parece estranho que sempre se repete a mesma história? Não culpe seu parceiro, não se acomode nem busque este tão atrativo papel de vítima.

É importante pensar que, talvez, o erro tenha sido seu. Algo que você deve estar fazendo de errado para sempre terminar com o mesmo tipo de pessoa. É possível que você não diga o que pensa desde o começo, que se submeta, que deixe que seja seu parceiro que tome as rédeas da relação, quem te dirija.

Se você age assim, é impossível que esteja ao lado de alguém diferente. Você tem nas mãos o poder de acabar com isso. Basta focar no jeito como você age. Se, por exemplo, você está em um relacionamento por alguns meses e deixa de gostar da pessoa, e isso sempre é uma constante, talvez o problema resida no fato de que desde o começo você a idealize.



Aceitamos o amor que acreditamos merecer

Você se respeita? Acredita que é amado? Você se valoriza? São perguntas fáceis, mas não as responda muito rapidamente. Às vezes acreditamos que é um “sim”, quando na verdade não é assim. Se as pessoas que você atrai não o respeitam, talvez você deva começar a pensar se você respeita a si mesmo. A verdade é que, em mais de uma ocasião, deixamos esta responsabilidade nas mãos dos demais.

 Por que dizem que te amam quando não é verdade? Talvez porque você não é capaz de amar a si mesmo, porque você busca que os outros te amem para assim se sentir realizado e não vazio. Busca nas relações fugir do que tem tanto medo: a solidão. Mesmo que conscientemente você busque encontrar pessoas que cumpram um padrão contrário, em seu inconsciente o amor que acredita merecer é muito pobre.

 Porque se você não se valoriza, é impossível que as pessoas que você atrai o façam. Como você pode buscar o que você mesmo não é capaz de se dar? Você acredita que não merece tanto amor, que não é bom o suficiente para ninguém, que não vale nada, que é menos atraente que os demais… Chega!

 Deixe de se comparar e de se autodestruir. Você é autêntico, único e merece tudo de bom. Pensar no contrário não fará com que você seja feliz nem que atraia pessoas que trariam algo para a sua vida.

Aceite-se e descubra quem é

 Pelo simples fato de estar em seu corpo, isso não significa que você se conheça. Se você se sente identificado com tudo o que foi dito anteriormente, ainda tem um longo caminho a percorrer.

 Você deve se apaixonar pela pessoa que vê toda manhã no espelho. Apesar de suas imperfeições, de todos os seus defeitos, você é autêntico, é natural, é belo, é você! Não busque no barulho ignorar seus próprios pensamentos que gritam para que você escute, para que você mergulhe em seu interior para saber quem realmente é e o que quer.
 Averigue o que te faz feliz e limpe sua vida de tudo aquilo que não te traz nada, inclusive as atitudes que te levam vez após vez pelo mesmo caminho. As pessoas que você atrai não te machucam de forma gratuita; você as chamou para participar de sua vida. Deixe de gastar energia em tentar mudá-las ou pare já de se lamentar pela má sorte que tem ao encontrá-las.

 É o momento de agir e se concentrar em si mesmo. Você não deve procurar o que não tem nos demais, porque não vai encontrar. Agindo assim somente se sentirá vazio. As pessoas chegam na nossa vida e muitas não ficam para sempre. Você sempre poderá contar consigo mesmo. Por isso, ame-se e cuide-se: você merece!

TEXTO ORIGINAL DE MELHOR COM SAÚDE
 Imagem de capa: Shutterstock/Pressmaster

FONTE:

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA x RELACIONAMENTOS AFETIVOS

Oi gente,

Quem nunca nesse caminho do despertar já se pegou numa situação de querer a todo custo "convencer" quem a gente ama a seguir o mesmo caminho, não é mesmo???

...pois é, no caso do vídeo de hoje respondo a pergunta da Flá que comenta que seu namorado fica insistindo para ela seguir o caminho, mas ela confessa que não está nem um pouco afim, e agora???





Beijos no coração,

Namastê,


Ver Mais:

sexta-feira, 14 de julho de 2017

SEXO E ESPIRITUALIDADE: O Parceiro Ideal




Nesta quarta conferência do seminário de Relacionamentos Afetivos, tantra, amor sexo e espiritualidade, o professor nos fala como a filosofia do Tantra encara o parceiro ideal.

No caminho do Tantra o outro passa a ser um companheiro de jornada espiritual onde ambos auxiliam-se na busca de equilíbrio e compreensão.

Não devemos criar um ideal em nossas mentes e estarmos totalmente livres para receber o outro em nossas vidas. Devemos aceitar o outro como ele é e aprendermos a dar a devida importância que esse outro ser tem em nossas vidas.


O tantra nos ensina que a verdadeira realização está dentro de nós mesmos e que não é o outro que nos trará a verdadeira felicidade e realização. Assim sendo aprendemos a ter o outro em nossas vidas dentro de uma nova ótica e perspectiva.



Ver Mais:

Seminário de Tantra, Amor, Sexo e Espiritualidade - 1/8 - As frustrações afetivas e sexuais

Seminário de Tantra, Amor, Sexo e Espiritualidade - 2/8 - A repressão sexual  - 2/8
https://www.youtube.com/watch?v=xeQFBSLGqXU

Seminário de Tantra, Amor, Sexo e Espiritualidade - Almas gémeas e o parceiro ideal 3/8
https://www.youtube.com/watch?v=1e0Q2_CccTs



sexta-feira, 5 de maio de 2017

VÍDEO EXTRA: DIFICULDADES E PERDAS NOS RELACIONAMETOS AMOROSOS



Oi gente,

Hoje extraordinariamente posto aqui um vídeo falando sobre as dificuldades que encontramos dentro dos relacionamentos amorosos.

Falo também da dor da separação e como superá-la.

Vamos refletir sobre isso?

Um beijo enorme no coração de todos vocês.

Namastê




Ver Mais:

Deixo agora os vídeos que fiz há três anos atrás quando estava enfrentando o sofrimento com o término da minha relação.

APEGO NOS RELACIONAMENTO 1


APEGO NOS RELACIONAMENTOS 2




quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Dica de Workshop: A Real Comunicação Nas Relações


Oi gente!

Hoje quero recomendar pra vocês um workshop bem bacana que acontecerá aqui em SP com as facilitadoras Juliana Kurokawa e Claudia Vaciloto 

Olha só:



Você consegue se comunicar com as pessoas com as quais se relaciona? Você acha que tem comunicado aquilo que verdadeiramente pensa? E quando o faz, as pessoas o compreendem? Por que geramos tantos conflitos? Existe uma maneira direta, porém amorosa de dizer aquilo que sentimos? Você sabe como a real comunicação pode lhe ajudar a criar relações verdadeiras e sólidas?

Venha passar um dia conosco, onde aprenderemos de maneira simples, divertida e dinâmica a aplicar ensinamentos na comunicação em todos os níveis, em um workshop com vivências e atividades. Vamos entender como a paz da mente pode se tornar uma escolha real agora.

Inscrições e informações:

11 99996-9301 ou 16 997094200

Valor pessoa: R$170,00

Vagas limitadas. Garanta a sua!

Agora trago uma reflexão bem interessante da Jú que serve para todos nós.

Vamos refletir?


Despertar ou Sonhar?


Beijos no coração

Namastê

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Pacha Spirit - Conversando sobre os Relacionamentos



Oi gente,

Como Prem Baba diz:


“Se a vida é uma escola, os relacionamentos são a universidade, onde temos a chance de nos enxergar, de aprender e crescer”

E para falar sobre esse assunto trago um vídeo da Paula Guevara bem explicativo:



Vamos refletir!

Beijos no coração

Namastê

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Enxergando os relacionamentos como um espelho



Oi gente,

Hoje o assunto é relacionamentos amorosos.

O relacionamento é a universidade da vida, e existem pessoas que querem continuar eternamente na universidade, mesmo que a vida esteja sinalizando que o curso terminou, ou está terminando - já dizia Sri Prem Baba...

Isso nada mais é do que codependência, um vício muito comum nos relacionamentos.

Pode ter certeza que se você ainda não passou por isso, ainda vai passar kkkkk

A felicidade que procuramos não se encontra no relacionamento, mas "juramos por Deus" que se ele (a) me chamar pra sair serei a pessoa mais feliz do mundo...não é mesmo?!?

Assim, com esse tipo de pensamento, pulamos de galho em galho, sempre na esperança da nossa "necessidade" um dia ser "sanada".

O relacionamento com o outro, mesmo o mais maduro e perfeito, é somente um portal para um tipo de conhecimento que nos permite enxergar a verdade.

A crença de que dependemos do outro para encontrar a felicidade NÃO É REAL!!!

No livro Amar e Ser Livre, Prem Baba diz que:

...chega um momento em que somente a solidão pode atuar como espelho. Ela é como um espelho com lente de aumento: começamos a nos ver com muita nitidez. Começamos a ver tudo aquilo que não nos pertence e tudo isso começa a se dissolver, porque o contato com a solidão significa a morte de nossa falsa identidade e por isso que tentamos fugir dessa morte, que na verdade não é morte, mas sim renascimento. E que para renascer, uma parte da gente tem que morrer. Que essa passagem é inevitável, pois a verdadeira felicidade se encontra em Deus - o seu coração. 

O outro só serve como espelho para nosso autoconhecimento. O outro é apenas um veículo, uma seta para que você possa voltar para seu coração."

Acho que me encontro exatamente nessa fase.

Beijos no coração.

Namastê
_/\_





O homem que não acreditava no amor

Era uma vez um homem que não acreditava no amor. Ele era uma pessoa comum, como você e eu, mas seu modo de pensar tornava-o diferente. O homem achava que o amor não existia. Claro, ele teve muitas experiências, tentando encontrar o amor, observou bastante as pessoas que o cercavam. Passou a maior parte da vida procurando o amor, apenas para descobrir que era algo que não existia.
Aonde quer que esse homem fosse, dizia às pessoas que o amor não passava de uma invenção dos poetas, uma mentira que os religiosos contavam para manipular a mente fraca dos humanos, forçando-os a acreditar, para controlá-los. Dizia que o amor não é real, que nenhum ser humano poderia encontrá-lo, mesmo que passasse a vida procurando-o.

Esse homem era extremamente inteligente e muito convincente. Lia muitos livros, frequentara as melhores universidades, era um erudito respeitado. Podia falar em público, diante de qualquer tipo de plateia, sempre com lógica irrefutável. Dizia que o amor é uma espécie de droga, que provoca euforia e cria forte dependência. Que uma pessoa pode viciar-se em amor e começar a necessitar de doses diárias, como os dependentes de qualquer outra droga.

Costumava afirmar que o relacionamento dos amantes é igual ao relacionamento entre um viciado e a pessoa que lhe fornece a droga. O que tem mais necessidade de amor é o viciado, o que tem menos, é o fornecedor.

Aquele, entre os dois, que tem menos necessidade, é o que controla todo o relacionamento. Dizia que é possível ver isso com clareza porque, num relacionamento, quase sempre há um que ama sem reservas, e outro que não ama, que apenas tira vantagem daquele que lhe entrega seu coração. Que é possível ver, pelo modo como os dois se manipulam, como agem e reagem, que são iguais ao fornecedor de uma droga e o viciado.

O viciado, aquele que tem mais necessidade, vive com medo de não conseguir receber a próxima dose de amor, ou seja, da droga. E pensa: “O que vou fazer, se ele (ela) me deixar?” O medo torna o viciado extremamente possessivo. “Ele é meu!” O medo de não receber a próxima dose torna-o ciumento e exigente. O fornecedor pode controlar e manipular aquele que necessita da droga, dando-lhe mais doses, menos doses, ou nenhuma dose.

O que necessita da droga submete-se completamente e faz tudo o que pode para não ser abandonado.
O homem ainda dizia muito mais, quando explicava por que achava que o amor não existia. Declarava que aquilo que os humanos chamam de amor é apenas um relacionamento de medo baseado no controle. “Onde está o respeito? Onde está o amor que afirmam sentir? Não há amor. Dois jovens, diante de um representante de Deus, diante de suas famílias e de seus amigos, fazem uma porção de promessas um ao outro: que vão viver juntos para sempre, que vão amar-se e respeitar-se mutuamente, que estarão um ao lado do outro nos bons e nos maus momentos, que vão se amar e se honrar. Promessas e mais promessas. O mais espantoso é que eles realmente acreditam que vão cumpri-las. Mas, após o casamento — uma semana, um mês, alguns meses depois — fica claro que nenhuma das promessas foi cumprida.

O que se vê é uma guerra pelo comando, para ver quem manipula quem. Quem será o fornecedor, e quem será o viciado? Alguns meses depois, o respeito que prometeram ter um pelo outro desapareceu. Surgiu o ressentimento, o veneno emocional, e ambos ferem-se reciprocamente, pouco a pouco, cada vez mais, até que eles não sabem mais quando o amor acabou. Permanecem juntos porque têm medo de ficar sozinhos, medo da opinião e do julgamento dos outros, medo de sua própria opinião e de seu próprio julgamento. Mas, onde está o amor?”

O homem costumava dizer que via muitos velhos casais, unidos havia trinta, quarenta, cinquenta anos, que tinham orgulho de estar juntos durante tanto tempo. Mas, quando falavam a respeito de seu relacionamento, diziam: “Sobrevivemos ao matrimônio”. Isso significa que um deles submeteu-se ao outro. A certa altura, ela (ou ele) desistiu e decidiu suportar o sofrimento. O que teve vontade mais forte e menos necessidade, venceu a guerra.

Mas onde está aquela chama a que deram o nome de amor? Um trata o outro como se fosse propriedade sua. “Ela é minha”, “Ele é meu”.
O homem mostrava mais e mais razões que o haviam levado a acreditar que o amor não existe. Dizia: “Eu já passei por tudo isso. Nunca mais permitirei que outra pessoa manipule minha mente e controle minha vida em nome do amor”. Seus argumentos eram bastante lógicos, e com suas palavras ele convenceu muitas pessoas. “O amor não existe.”

Então, um dia, esse homem andava por um parque, quando viu uma linda mulher chorando, sentada num banco. Ficou curioso, querendo saber por que motivo ela chorava. Sentando-se a seu lado, perguntou-lhe por que ela estava chorando e se podia ajudá-la. Imaginem qual foi a surpresa dele, quando a mulher respondeu que chorava porque o amor não existia.

— Mas isso é espantoso! — o homem exclamou. — Uma mulher que não acredita no amor? E, claro, quis descobrir mais coisas a respeito dela.

— Por que acha que o amor não existe? — indagou.

— E uma longa história — ela respondeu. — Casei-me muito jovem, cheia de amor, cheia de ilusões, com a esperança de passar minha vida inteira com aquele homem. Juramos lealdade um ao outro, juramos que nos respeitaríamos, que honraríamos nossa união e que formaríamos uma família. Mas logo tudo mudou. Eu era uma esposa dedicada, que cuidava da casa e dos filhos. Meu marido continuou a progredir em sua carreira. Seu sucesso e a imagem que mostrava fora de casa eram, para ele, mais importantes do que a família. Perdemos o respeito um pelo outro. Nós nos feríamos mutuamente, e um dia descobri que não o amava e que ele também não me amava. Mas as crianças precisavam de um pai, e essa foi minha desculpa para ficar e fazer tudo o que pudesse para dar apoio a ele. Agora, meus filhos cresceram e saíram de casa. Não tenho mais nenhuma desculpa para ficar com ele. Não existe respeito nem gentileza em nosso relacionamento. Sei que, mesmo que eu encontre outra pessoa, vai ser tudo igual, porque o amor não existe. Não faz sentido, procurar por algo que não existe. É por isso que estou chorando.

Compreendendo-a muito bem, o homem abraçou-a e disse:

— Tem razão, o amor não existe. Procuramos por ele, abrimos o coração e nos tornamos fracos, para no fim encontrarmos apenas egoísmo. Isso nos fere, mesmo que achemos que não vamos ser feridos. Não importa o número de relacionamentos que possamos ter, a mesma coisa sempre acontece. Por que ainda continuamos a procurar o amor?

Os dois eram tão parecidos, que se tornaram grandes amigos. Tinham um relacionamento maravilhoso. Respeitavam-se, um nunca humilhava o outro. Ficavam mais felizes a cada passo que davam juntos. Entre eles não havia ciúme nem inveja, nenhum dos dois queria assumir o comando, nem era possessivo. O relacionamento continuou a crescer. Eles adoravam estar juntos, porque sempre divertiam-se muito. Quando estavam separados, um sentia a falta do outro.

Um dia, o homem encontrava-se fora da cidade, quando teve a mais esquisita das ideias.

“Hum, talvez o que eu sinta por ela seja amor. Mas isto é muito diferente de qualquer outra coisa que já senti. Não é o que os poetas dizem, assim como não é o que os religiosos pregam, porque não sou responsável por ela. Não tiro nada dela, não sinto necessidade de que ela cuide de mim, não preciso culpá-la por minhas dificuldades, nem contar-lhe meus dramas. O tempo que passamos juntos é maravilhoso, gostamos um do outro. Respeito o que ela pensa, o que sente. Ela não me envergonha, não me aborrece. Não sinto ciúme, quando ela está com outras pessoas, não tenho inveja, quando a vejo ter sucesso em alguma coisa. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que todo mundo pensa que é.”

O homem mal pôde esperar pelo momento de voltar para sua cidade e conversar com a mulher para expor-lhe a ideia esquisita que tivera. Assim que ele começou a falar, ela disse:

— Sei exatamente do que é que você está falando. Tive a mesma ideia, bastante tempo atrás, mas não quis lhe contar, porque sei que você não acredita no amor. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que pensamos que é.

Decidiram tornar-se amantes e morar juntos e, de maneira admirável, as coisas não mudaram. Os dois continuaram a respeitar-se, a dar apoio um ao outro, e o amor continuou a crescer. Até as coisas mais simples faziam seus corações cantar, cheios de amor, por causa da grande felicidade em que eles viviam.

O coração do homem estava tão repleto de amor que, uma noite, um grande milagre aconteceu. Ele olhava as estrelas e encontrou uma que era a mais bela de todas.

Seu amor era tão imenso, que a estrela começou a descer do céu e logo estava aninhada nas mãos dele. Então, um outro milagre aconteceu, e a alma do homem uniu-se à estrela. Ele estava imensamente feliz e foi procurar a mulher o mais depressa possível para depositar a estrela nas mãos dela, provando seu amor. Assim que recebeu a estrela nas mãos, a mulher experimentou um momento de dúvida. Aquele amor era grande demais, avassalador.

Naquele instante, a estrela caiu das mãos dela e estilhaçou-se em um milhão de pedacinhos. Agora, um velho anda pelo mundo, jurando que o amor não existe. E uma velha bonita permanece em casa, esperando por ele, derramando lágrimas pelo paraíso que um dia teve nas mãos e perdeu por causa de um momento de dúvida.

Essa é a história do homem que não acreditava no amor. Quem foi que errou? Você gostaria de descobrir qual foi a falha? O erro foi do homem, que pensou que poderia passar sua felicidade para a mulher. A estrela era sua felicidade, e ele errou, quando a colocou nas mãos dela.
A felicidade nunca vem de fora de nós. O homem era feliz por causa do amor que saía dele, e a mulher era feliz por causa do amor que saía dela. Mas, no momento em que ele a tornou responsável por sua felicidade, ela deixou cair a estrela, quebrando-a, porque não podia responsabilizar-se pela felicidade dele.

Por mais que a mulher o amasse, jamais poderia fazê-lo feliz, porque nunca saberia o que se passava na mente dele. Nunca saberia quais eram as expectativas do homem, porque não poderia conhecer os sonhos dele.

Se você pegar sua felicidade e colocá-la nas mãos de outra pessoa, mais cedo ou mais tarde a verá estilhaçada. Se der sua felicidade a alguém, você a perderá. Então, se a felicidade só pode vir de dentro de nós, sendo resultado de nosso amor, nós somos os únicos responsáveis por ela. Nunca podemos tornar outra pessoa responsável por nossa felicidade, mas, quando os noivos vão à igreja para casar, a primeira coisa que fazem é trocar alianças.

Cada um está colocando sua estrela nas mãos do outro, esperando dar e receber felicidade. Por mais intenso que seja seu amor por alguém, você nunca será o que esse alguém quer que você seja. Esse é o erro que a maioria de nós comete, logo de início. Baseamos nossa felicidade em nossos parceiros, e não é assim que as coisas funcionam. Fazemos uma porção de promessas que não podemos cumprir, já nos preparando para o fracasso.


por Don Miguel Ruiz