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quarta-feira, 27 de junho de 2018

AYAHUASCA: Como funciona os retiros do Instituto Flor de Lotus

Galera,

Muita gente me pede para recomendar um Instituto para Consagrar Ayahuasca que seja confiável.

Tomo muito cuidado ao indicar um Instituto pq. Ayahuasca é coisa séria!... então sempre recomendo os dois únicos Institutos que já frequentei e quando a indicação vem de outros Estados, peço ajuda para meus amigos das mais diversas regiões do Brasil.

Tenham sempre esse cuidado na hora de escolherem um local para se Consagrar a Medicina Sagrada, ok?

Então por falar em recomendação, hoje encontrei um vídeo muito legal do
Instituto Xamânico Flor de Lótus falando sobre como funciona seus retiros.

 #ficaadica ai pra vocês:


Mais Recomendações:
Instituto Xamânico Morada do Sol:





quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Dica de Workshop: A Real Comunicação Nas Relações


Oi gente!

Hoje quero recomendar pra vocês um workshop bem bacana que acontecerá aqui em SP com as facilitadoras Juliana Kurokawa e Claudia Vaciloto 

Olha só:



Você consegue se comunicar com as pessoas com as quais se relaciona? Você acha que tem comunicado aquilo que verdadeiramente pensa? E quando o faz, as pessoas o compreendem? Por que geramos tantos conflitos? Existe uma maneira direta, porém amorosa de dizer aquilo que sentimos? Você sabe como a real comunicação pode lhe ajudar a criar relações verdadeiras e sólidas?

Venha passar um dia conosco, onde aprenderemos de maneira simples, divertida e dinâmica a aplicar ensinamentos na comunicação em todos os níveis, em um workshop com vivências e atividades. Vamos entender como a paz da mente pode se tornar uma escolha real agora.

Inscrições e informações:

11 99996-9301 ou 16 997094200

Valor pessoa: R$170,00

Vagas limitadas. Garanta a sua!

Agora trago uma reflexão bem interessante da Jú que serve para todos nós.

Vamos refletir?


Despertar ou Sonhar?


Beijos no coração

Namastê

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Vivemos em um mundo real? por Juliana Kurokawa



Vivemos em um mundo real?

por Juliana Kurokawa



Muitas pessoas, ao se depararem com a casa de Mundo Real no jogo, querem saber sobre o que se trata.

No jogo, o Mundo Real é quando, para a intenção colocada, o jogador atinge um estado de plenitude. Esse é um estado interno atingido quando a percepção está totalmente livre do medo. O mundo em si não muda, mas, quando visto através dos olhos do Amor, não há sofrimento.

Muitas vertentes dizem que não existe um mundo material, que ele é apenas uma alucinação em massa. No entanto, é possível negar a realidade do mundo? Nossos cinco sentidos nos dizem o tempo todo que ele é real!

As cartas de Mundo Real sugerem que a única maneira de encontrar alegria em um lugar sem alegria é reconhecendo que não estamos ali. Mas isso não significa que negamos que enxergamos um mundo lá fora. Reconhecer que não estamos no mundo significa mudar a interpretação de nossa interação com ele. É perceber que não importa o que acontece fora de nós, isso nunca poderia nos fazer felizes ou tristes. É não deixar que nada do que acontece lá fora tenha efeito sobre nós.

No entanto, não se trata de simplesmente não sentirmos raiva, tristeza ou mágoa. Se estamos tristes ou irritados e, ao invés de reconhecer que algo tirou a nossa paz, reprimimos tais sentimentos, estamos tornando-os ainda mais reais. É necessário que tenhamos o discernimento de reconhecer que, muitas vezes, damos poder a algo externo de interferir com o nosso interno. Quando reprimimos nossos sentimentos negativos, negamos a nós mesmos a possibilidade de corrigi-los.

Para sermos felizes nesse mundo, devemos reconhecer que nossa única escolha verdadeira está em escolhermos o sistema de pensamento que vamos seguir ao interpretar o que nos acontece. Ao invés de lamentar e sofrer os efeitos das coisas que não podemos controlar, podemos perceber que qualquer coisa só terá efeito sobre o meu estado interno se eu assim o permitir. O poder que algo ou alguém tem de interferir em mim está limitado ao poder que eu mesmo dou a ele.

Por isso, em todas as situações de nossa vida, é útil identificar não só o que fazemos, mas qual pensamento estamos seguindo ao fazê-lo: aquele do ego, que nos diz que a minha felicidade é sempre às custas de uma outra pessoa; ou o da mente certa, que me mostra que minha felicidade não pode ser relativa e, não importando o que me acontece aqui, posso entender que nada tem o poder de tirar a minha paz interna.

Ao escolhermos estar em paz em situações aparentemente transtornadoras, podemos ensinar às outras pessoas que essa é uma escolha possível para elas também. Isso reforça para nós mesmos e para os que convivem conosco o poder de nossa mente de escolher estar em paz, independentemente da situação. Ou ao menos sabemos que sempre temos uma escolha. Isso não é incrível?


JULIANA KUROKAWA - Facilitadora Certificada Miracle Choice


segunda-feira, 14 de março de 2016

Perguntas e Respostas - Por que não consigo entrar na força???




Oi gente,

Trago hoje mais uma sessão perguntas & respostas respondendo a pergunta da Sheila:



Oi. Há anos procuro fazer uma viagem p dentro de mim p poder renascer ... Já experimentei ayuasca, Ibogaína , hipnose e nada,nada ... Por que acontece isso? O que faço?

Hoje de manhã consegui incluir a resposta da Jú também!

E se você tem alguma duvida a respeito da Ayahuasca, mande sua pregunta pra gente. Teremos o maior prazer em poder te ajudar com alguma questão.

E pra complementar, coloco aqui um trecho do Satsang com Marco Schultz fantástico!!!

Beijos no coração

Namastê



Simplesmente Satsang - "Abrindo Mão do Personagem..."


segunda-feira, 7 de março de 2016

Perguntas & Respostas: sobre vidas passadas, vivência regressiva




Oi gente,

Antes de começar quero dizer que vou deixar para o post de amanhã a minha opinião sobre o webnário que rolou ontem sobre crenças limitantes com a Flavia Melissa e a Carol Fagundes, Ok?

Hoje iremos responder a pergunta da Raissa que chegou semana passada:


olá viviane, venho acompanhando seu canal desde a semana passada e to gostando muito dos seus videos, você é muito esclarecedora. Eu tomei o chá pela segunda vez no ultimo sábado e digamos que tive um processo não tão bom. Acredito que foi uma peia mas eu sempre tive aquela visão de que a peia seria mega assustadora. Bom pra mim não foi mega assustadora, mesmo não sendo muito boa. Enfim... eu sei que você comunga a um tempo já e como te acho uma pessoa esclarecedora queria que você desse sua opinião sobre um assunto. Acontece que no meu processo eu fui informada de que algo muito ruim aconteceu comigo em minha vida passada (eu sei o que é, só não estou me sentindo bem pra falar por aqui). O chá quis me mostrar mas eu disse que não queria, fiquei com muito medo. Ao me informar sobre esse acontecimento a voz me explicou porque tava me dizendo aquilo. Ela disse que isso explicava o meu medo. O medo que eu tenho da vida, das pessoas, de tudo. Eu entendi que ela me mostrou justamente pra eu ter um entendimento do porque eu sou assim e que preciso fazer algo a respeito disso. Só que assim, você acha possível que nos próximos trabalhos seja mostrado para mim o que me foi informado? eu sei que se isso acontecer é por um motivo, eh para eu melhorar como pessoa. mas eu ainda não me sinto preparada para isso. acho que é justamente meu medo, meu ego atuando nesse caso. enfim.. também quero saber se você acha que o que a ayahuasca nos mostra deve ser encarado de forma tão literal? pode ser que isso que me foi informado não seja exatamente isso? que é preciso ter interpretações de tudo que o chá nos mostra? enfim,é isso. muito obrigada por compartilhar suas vivencias comigo. você e a juliana me ajudaram muito semana passada no sentido de me deixar mais tranquila pra beber o chá novamente. eu estava com muito medo hhehe beeijooooooooos. gratidão


O que vc. acha???



Beijos no coração

Namastê



segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Só posso estar no lugar certo, na hora certa




Falamos tanto das possibilidades, de onde poderíamos estar se não tivéssemos feito essa ou aquela escolha, mas como podemos mudar o nosso passado e nosso futuro?




Só posso estar no lugar certo, na hora certa


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

INSTITUTOS XAMÂNICOS - indicação

Oi gente,

Hoje quero falar sobre os Institutos que frequento devido as inúmeras perguntas que chegam sobre isso.


Bom, pra quem não sabe eu gosto da linha do Xamanismo Universalista.



maaaas o que vem a ser o Xamanismo???


A palavra tem origem siberiana e não americana e é usada hoje como uma forma única para descrever as práticas no mundo todo. Ou seja, as práticas são universais, é um legado do Mundo Espiritual para a Humanidade. Não pode haver fronteiras.

A palavra xamanismo foi criada por antropólogos (ver em xamã) para definir um conjunto de crenças ancestrais. Para mim é um caminho de conhecimento. Nós podemos perceber traços do xamanismo em várias religiões.

Atualmente, esta havendo um resgate dos conhecimentos do xamanismo a fim de aplicá-los no dia a dia, buscando elevar a consciência e alcançar novamente o equilíbrio.

O xamanismo tem como objetivos básicos: reconectar o ser com sua sabedoria interior, conexão com a multidimensionalidade do ser humano, ancoragem do poder pessoal, conexão com seres espirituais, limpeza dos corpos físico e sutis, limpeza e harmonização de ambientes, harmonização plena do ser, conscientização do aspecto espiritual de cada um e de sua inter relação com a natureza e com o planeta a que pertence, ativação das habilidades de coragem, força e sabedoria para lidar com questões generalizadas , curas e prevenção de distúrbios e doenças.

O conceito básico da cura xamânica é que ”Ninguém cura o outro. A cura está dentro de cada um”. Desperte!

Vale lembrar que Xamanismo não é nenhuma doutrina e nem religião e o que mais gosto é essa liberdade universalista que encontro nos Institutos que frequento.

Lá existe muito respeito com todas as crenças e no Xamanismo entendemos que diferenças não existem porque somos todos um!

Existem diversas igrejas e institutos em São Paulo na qual se consagra Ayahuasca, mas eu nunca frequentei nenhum para poder indicar.

Frequento dois Institutos:



Instituto Xamânico Morada do Sol
Localização: Fazenda Monte Líbano - Araraquara/SP
Capacidade: atende cerca de 350 pessoas por ritual
Padrinho: Paulo Castanha
Contato:(16) 99731-8192 (Vivo)
                                                                          (16) 98227-3729 (Tim)

vídeo que fiz em um dos rituais no IXMS

Datas dos Próximos Rituais


___________________________________________________________________



Instituto Espiritual Xamânico Flor de Lótus
Localização: São Carlos /SP
Capacidade: atende cerca de 90 pessoas por ritual
Padrinho: Willian Telo
Madrinha: Juliana Kurokawa
Contato:(16) 99188-8877

vídeo que fiz em um dos rituais do Flor de Lótus

Datas dos Próximos Rituais

Amo de paixão esses dois Institutos e já respondendo algumas perguntas:

Não, não tem como compará-los e nem dizer qual é o melhor. 

Cada um é único.

E como vocês podem perceber, as datas são diferentes, podendo assim atender melhor todos que desejam participar.

Em ambos os Institutos vocês podem dormir e ir embora quando o dia amanhecer. Isso ajuda muito as pessoas que vêm de outras cidades, pois acho extremamente perigoso dirigir logo após um ritual.

As vezes o efeito da planta demora um pouco pra passar e não é bom arriscar.

Bom, #ficaadica!!!

Um beijo no coração

Namastê

_/\_



terça-feira, 26 de janeiro de 2016

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Estudo de caso: Peia e Ausência de Miração



Oi gente,

Hoje trago um vídeo respondendo a dúvida de uma leitora do blog a Esthefani de Curitiba.

Ela quer saber por que só leva peia nos trabalhos, ela é frequentadora do Santo Daime e já participou de 5 cerimônias onde em todas só levou peia e não teve nenhuma miração.

Bom, então ai vai a nossa reflexão:





...espero ter ajudado Esthefani.

Beijos no coração

Namastê


terça-feira, 10 de novembro de 2015

Conversando com Deus por Juliana Kurokawa



Oi gente,

Já falei algumas vezes aqui sobre o livro Conversando com Deus e hoje trago para vocês um presente lindo que é um áudio com a interpretação da Jú, é de arrepiar!



Beijos no coração 

Namastê



Ler mais:

Dica de Livro: Conversando com Deus



sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Somos todos terapeutas?

Oi gente,

Hoje coloco aqui um texto da Jú altamente reflexivo.

Quem me conhece sabe que sempre negrito as partes que mais gosto e hoje negritei quase o texto inteiro!

Nunca tive uma "visão positiva" sobre os terapeutas, psicólogos, psiquiatras e até mesmo sobre a pessoa que busca um conselho e a pessoa que dá o conselho, me sentia desconfortável com relação a isso.

Sentia algo estranho dentro de mim, mas nunca consegui encontrar palavras que explicasse da forma exata tudo isso. 

Não é preconceito contra os terapeutas em si, mas talvez a forma com que as terapias são aplicadas e esse texto é exatamente a explicação que me faltava.

Bom, daqui a pouco vocês vão entender do que estou falando...

Isso serve para todos nós, pois somos todos terapeutas!

Beijos no coração

Namastê





por Juliana Kurokawa
Todos nós já passamos por alguma situação em que um amigo nos procurou atrás de conselhos ou vice-versa. Ou até mesmo uma pessoa que mal conhecíamos, muitas vezes, nos fala algo que nos traz muitas reflexões. A verdade é que, conforme nos relacionamos, sempre temos a oportunidade de aprender e ensinar com os nossos encontros.
Quando precisamos de ajuda, seja qual for o problema pelo qual estamos passando, é porque estamos atacando a nós mesmos e, em consequência, perdemos a paz de nossa mente. Muitas vezes reconhecemos nossas atitudes como autodestrutivas, mas o que poucos de nós sabemos é que o que atacamos, na realidade, é um autoconceito inventado por nós mesmos. Quando estamos passando por alguma aflição, é porque acreditamos que somos um ser que sofre a ação de outros e, assim reagimos a forças externas impostas a nós e contra as quais somos impotentes.
Portanto, o objetivo de qualquer forma de terapia, seja ela formal – conduzida por profissionais da área – ou informal – quando pessoas próximas tentam nos ajudar – deveria ser o de restaurar a consciência de nossa capacidade de tomar nossas próprias decisões. A terapia seria então um processo que muda o conceito do ser. Entretanto, a terapia não pode estabelecer a realidade, pois essa não é a sua função. Ela é muito bem-sucedida quando consegue fazer com que a realidade seja percebida. Ou seja, o verdadeiro Ser nunca deixou de existir e a terapia pode nos ajudar a reconhecer a ilusão do ser inventado para abrirmos caminho para a verdade sobre nós.
O problema é que as pessoas que procuram ajuda nunca o fazem com essa meta em mente. De maneira geral, o que buscam é “serem capazes de manter os seus autoconceitos exatamente como são, mas sem o sofrimento que acarretam” (Um Curso em Milagres – P.2.In.2:3). Ou seja, a pessoa busca uma fórmula mágica que resolva o seu “problema” sem que haja necessidade de se abandonar o que ele vinha fazendo até então. E, por outro lado, o terapeuta tenta oferecer uma “ilusão melhor” no lugar daquela que o paciente nutria até então e espera, dessa forma, amenizar o sofrimento deste.
E, então, quem é o terapeuta e quem é o paciente? Todos somos ambos. Cada vez que um paciente procura um terapeuta, ele lhe oferece a oportunidade de curar a si mesmo.
É muito importante que a pessoa que esteja oferecendo ajuda esteja consciente de que ela não é, de maneira alguma, mais provida do que a pessoa que buscou a ajuda. Isso implicaria em ensinar que o paciente não tem a capacidade de curar a si mesmo e ainda que algumas pessoas teriam mais sorte que outras, o que justificaria as tantas diferenças entre nós. Assim, o terapeuta se sente responsável pelo resultado da terapia e os erros de seu paciente são considerados fracassos do terapeuta e a culpa então o domina. A culpa que o terapeuta sente se deve ao fato de que este assume uma posição que não é sua. Ele tenta, através de seu próprio autoconceito equivocado, curar o autoconceito de seu paciente e isso, por si só, está fadado ao fracasso. Como ele poderia oferecer ajuda se estiver inserido no mesmo sistema de pensamento de seu paciente?
Todas as pessoas que chegam até nós são nossos pacientes, pois elas nunca vêm por engano. O nosso erro é pensar que sabemos o que oferecer para cada uma delas. Quando elas chegam, devemos apenas ouvir e não exigir nada, não decidir e não sacrificar nada. Quando ouvimos e conseguimos deixar nossos julgamentos de lado enquanto o fazemos, conseguimos servir de instrumento para sermos a Voz por Algo Maior que fala através de nós. Toda terapia teria o seu sucesso garantido se, ao invés de tentarmos resolver tudo por nós mesmos, tivéssemos a consciência de que devemos apenas ouvir a Voz que fala por Deus dentro de nós. A mensagem trocada entre duas pessoas deveria ser sempre a de que não há pecado a ser perdoado e que o Filho de Deus permanece santo e inocente.
A cura ocorre apenas no momento em que o terapeuta esquece de julgar o seu paciente. Por isso, a terapia ou todos os encontros com qualquer pessoa são uma oportunidade de cura mútua. Para que um terapeuta consiga ajudar o seu paciente, ele precisa rever o seu próprio autoconceito e aceitar para si mesmo a verdade antes de poder oferta-la. Como poderíamos ensinar que nosso irmão é inocente e que não houve pecado, se olhamos a nós mesmos como seres indignos?
Na verdade, a busca de todos nós é com relação ao resgate de Quem realmente somos. Nosso verdadeiro Ser repousa em tranquilidade e nada do que façamos nesse mundo pode mudar a sua imutabilidade. Sempre que ouvimos dizer que, quando nos encontramos com outra pessoa, temos a oportunidade de nos recordar de Quem somos, temos a tendência de olhar para os equívocos e falhas e tentar nos identificar com eles. Mas será que o intuito dessa fala não seria para que buscássemos a inocência em nossos irmãos para que nos reconhecêssemos como os Filhos Santos de Deus?
Qual é a nossa postura diante de nossos próprios “infortúnios”? Quando as fatalidades acontecem nos colocamos no tão confortável lugar de vítima? Como podemos ajudar as pessoas de nossa convivência estando nessa posição? Por isso, para que consigamos oferecer ajuda efetiva, todas as vezes, em que alguém nos procura por ajuda, é necessário que investiguemos honestamente o conteúdo de nossa própria mente com relação àquela questão. Existem problemas mais graves que outros? Ou até mesmo, existem problemas sem solução?
Cada vez que uma pessoa nos oferece a sua visão de mundo, deveríamos nos aquietar por um instante e tentar deixar de lado todos os nossos pensamentos e conceitos a respeito do que é Deus e o mundo e, mais importante, sobre o conceito que temos de nós mesmos. Devemos tentar não trazer nenhum acontecimento do passado com o qual aprendemos as nossas crenças e também não julgar o que ouvimos. Nós e a pessoa que nos busca caminhamos rumo ao encontro com o nosso verdadeiro Ser, conforme derrubamos as ilusões acerca do ser que inventamos. No final das contas, todos temos a sensação de que deve haver uma outra forma de encarar o mundo e tudo o que vivemos nele. Quando entendermos que não há nada que possa mudar o Filho de Deus, nossa mente estará em paz e, enquanto não for assim, que tenhamos a disponibilidade de aprender junto com todos os nossos irmãos, fragmentos de nós mesmos, que o conceito que temos sobre nós e mundo não é o mais acertado. E que tenhamos humildade para admitir que talvez estejamos errados e nessa reconfortante verdade, consigamos nos abrir para uma nova visão de mundo, mais amorosa e mais gentil.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Miracle Choice - minha segunda experiência



Oi gente,

Gravei um vídeo hoje contando como foi minha segunda experiência com o jogo Miracle Choice do Ucem, dessa vez fiz o jogo de forma presencial com a Jú e mais dois jogadores e foi muitoooooo bacana!




Informações sobre facilitação do jogo com a Jú:

juliana.kurokawa@gmail.com

Beijos no coração

Namastê

Miracle Choice - minha primeira experiência

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

A verdadeira prece por Juliana Kurokawa





por Juliana Kurokawa


Desde muito pequenos, fomos ensinados a rezar. Seja qual foi a religião na qual fomos criados, todas elas tentam estabelecer uma maneira, uma espécie de ritual, que deveríamos utilizar para nos comunicar com Deus. A impressão que fica é a de que somos seres muito pequenos diante de seja qual for a divindade, que nosso apelo nunca será ouvido e que isso é coisa para pessoas de muita fé. Mas como podemos saber quando estamos nos comunicando com Deus?

Em primeiro lugar, é possível definir Deus?

“Ele, que é o Criador de toda vida, um Ser de puro Amor e a Fonte e Primeira Causa da realidade não física e da totalidade, o perfeito Um Que é oniabarcante, fora de Quem não há literalmente nada, pois Ele é Tudo. A natureza da nossa Fonte não pode ser descrita ou realmente compreendida.” Kenneth Wapnick Como o Mestre define em Um Curso em Milagres:

“A Unicidade é simplesmente a ideia de que Deus é. E no Que Ele É, Ele abrange todas as coisas. Não há mente que contenha algo que não seja Ele. Dizemos: ‘Deus é’ e então deixamos de falar, pois nesse conhecimento as palavras são sem significado.”

O problema sobre a maneira com a qual tentamos nos comunicar com Deus é que vemos a nós mesmos como seres separados e não conseguimos conceber a ideia de unicidade. 

Além disso, nos vemos como seres indignos de tanto Amor e magnificência. Mas, se Deus abrange todas as mentes e somos uma mente, não teríamos a capacidade de acessar e nos comunicar com o Todo que nos abrange?

Seria a experiência de comunicar-se com Deus algo tão inatingível e místico como acreditamos ser? Não seria natural que pudéssemos, dentro da compreensão de que somos parte integrante do Todo, nos comunicar com Aquele que nos criou? Não deveria a oração ser algo natural e inato de todos os seres? Se fomos criados à imagem e semelhança do próprio Deus, não seria a nossa verdadeira natureza tão pura e inocente quanto a Dele?

Para a maioria de nós, a pessoa que ora implora a um Deus percebido do lado de fora de si mesmo, para que interceda, intervenha para resolver algum tipo de problema que percebemos do lado de fora.

Sempre enxergamos um problema do lado de fora da mente e fora de nossa habilidade para resolvê-lo. Porém, quando percebemos Deus desta forma, se nos ajudasse e interviesse para resolver nossos problemas irreais, Ele estaria violando um princípio básico que seria tentar consertar um problema ilusório em um mundo ilusório. Teria Deus conhecimento dos nossos ditos “problemas reais”?

Por isso, a única verdadeira oração e a que faz sentido é aquela em que o Filho Deus percebe que ele já tem tudo que ele precisa e que sua natureza foi criada por Deus e, por ser uno com o seu Pai, ele compreende que o canal de comunicação sempre está disponível e que ele só pode ser interrompido por sua própria vontade. Porém, ele não pode destruir a verdade e o fato de que sua verdadeira natureza é a Unicidade.

Deus se comunica conosco a todo momento através de nossos irmãos, mas ainda não temos os olhos e ouvidos treinados o suficiente para receber as dádivas que cada encontro reserva consigo.

Nosso equívoco ao fazermos nossa oração, é que queremos que Deus intervenha em nossos problemas ilusórios que foram criados por nós mesmos e, quando não conseguimos resolvê-los, acreditamos não ter sido ouvidos e até mesmo preteridos por nosso Pai. Não seria mais lógico que nós, diante de nossas dificuldades, conseguíssemos entrar em um estado de paz mental, onde podemos nos encontrar com Deus, e pudéssemos observar tudo o que nos acontece como se estivéssemos do lado de fora, como meros observadores?

Quando temos, em nossa vida, um propósito unificado no sentido que compreendemos que tudo o que nos foi dado, o foi feito com o único objetivo de desfazermos as ilusões e, através do perdão, conseguirmos voltar para junto de Nosso Pai, de Quem, na verdade, nunca nos afastamos, estamos praticando o verdadeiro estado meditativo em que nos comunicamos com Deus.

Quando nossa mente estiver em silêncio, em profunda contemplação e consciência de que tudo serve o único propósito de nos comunicarmos com Deus, estamos praticando a verdadeira gratidão.

Acreditamos ainda que Deus se manifestará de maneira mágica, através de objetos ou pessoas e queremos que Ele se materialize e se comporte de maneira dual para que possamos percebê-Lo, mas não compreendemos que é justamente por mantermos esse desejo que não conseguimos ouvir a Voz que fala por Deus.

Deus não precisa que agradeçamos Suas dádivas, pois Ele não possui ego. Quando estamos profundamente alegres e compartilhamos nossa alegria com nossos irmãos, neste momento estamos nos comunicando com Deus. Quando nos recordamos que somos todos um e, nesse ímpeto, compartilhamos o nosso amor com todos os que cruzam o nosso caminho, nos comunicamos com Deus.

Quando utilizamos tudo o que existe nesse mundo de ilusão para aprendermos e ensinarmos a lição do perdão, neste momento estamos nos comunicando com Deus.

Quando tudo o que podemos fazer é trazer alegria e amor a esse mundo por estarmos em um profundo estado de gratidão, neste momento estamos nos comunicando com Deus.

Quando estivermos dispostos a conceber a ideia de que talvez estejamos equivocados com relação à maneira como concebemos nosso Criador, neste momento, abrimos uma fresta para que o Amor possa entrar.


Por isso, agora, faremos um momento de silêncio em profunda contemplação e profunda compreensão que, por já termos tudo o que precisamos, que nosso objetivo seja compartilhar toda a nossa alegria com os nossos irmãos, pois, apenas assim, nos aproximaremos de nosso Pai.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Viver o momento presente por Juliana Kurokawa

Oi gente,

Hoje tem vídeo da Jú!!!!!!!

Ela traz uma reflexão MUITO BACANA sobre "viver o presente" e cita como isso acontece num ritual com Ayahuasca, perfeito pq. é bem isso mesmo!

Esse post agrega super esse assunto que tanto falo aqui.

Não deixe de ler o texto também!

Beijos no coração

Namastê






Viver o momento presente


por Juliana Jurokawa

Hoje em dia muito se fala sobre viver o momento presente. Parece que todos estão preocupados em melhorar a qualidade de vida. E isso acontece em todos os ambientes. É muito clara a tendência de todos em querer enxergar o ser humano como um ser global, onde os seus estados mental, psicológico e espiritual importam tanto quanto o seu estado físico e suas qualificações profissionais, por exemplo. O século XXI tem sido marcado pelo reconhecimento das várias doenças conhecidas como “doenças da alma”, que incluem a depressão e a síndrome do pânico.

Nesse sentido, observamos, em todos os lugares, a busca de muitos terapeutas, escritores, psicólogos e até mesmo médicos por métodos alternativos, que tentem curar e tratar não só a parte patológica das pessoas, mas sim a parte que diz respeito ao intangível, àquilo que nem mesmo conseguimos provar ser verdadeiro e existente.

Apesar de ainda existir muita pobreza nesse mundo, muitas pessoas atingiram certo nível de estabilidade, onde elas podem buscar por alternativas que visem o seu bem-estar não só físico como mental. Há de se convir que, depois de atingirmos todos os nossos objetivos financeiros e até mesmo aquele de constituir uma família, mesmo que nossa família seja socialmente considerada uma família perfeita, muitas vezes, ainda sentimos que nos falta algo e isso nos leva a crer que há algo além de nosso ser físico que não conseguimos perceber. De certa forma, intuímos que esse Ser precisa de atenção tanto quanto as outras áreas de nossas vidas.

E, nesse ponto, nos deparamos com o conceito de viver o momento presente. Mas o que isso significa? Durante muito tempo, como nos consideramos meros seres físicos e psicológicos, entendemos que viver o momento presente é estar atento ao que os nossos cinco sentidos nos contam. Então, partindo-se do princípio de que somos o nosso corpo, seria o mesmo sentir a temperatura do local, seu odor, ouvir os sons que o povoam, olhar para cada detalhe e ainda sentir o gosto do que estivermos comendo. Nesse contexto, viver o momento presente seria manter nossos sensores ligados ao que estamos captando de nosso ambiente atual.

O que muitas vezes ignoramos é que a maneira como percebemos algo depende do que acreditamos ser real e ainda do que sentimos em relação ao que os nossos cinco sentidos capturam. Nossas emoções desempenham um papel fundamental sobre a atenção que damos às coisas ou pessoas que nos rodeiam. Isso quer dizer que nossos receptores sensoriais não nos dão uma imagem pronta, mas funcionam como mediadores de nossa própria decisão sobre o que vai se tornar um pensamento ao chegar à consciência e o que vai permanecer inconsciente.

As emoções não só determinam a maneira como percebemos, mas também têm a capacidade de não ver o que simplesmente não queremos ver.

Portanto, se construímos a realidade com elementos de nosso estoque já existente de lembranças, emoções e associações, como podemos perceber algo novo?  Percebemos que, diante deste fato, tudo o que percebemos depende das associações e lembranças que temos do passado?

Vamos supor que estejamos observando um cachorro brincando na grama com uma bola. 

A maneira como vamos experimentar o que vemos vai depender de como percebemos um cachorro. Se eu tiver sido atacada por um cachorro em minha infância, vou observá-lo de longe e a emoção presente será o medo e vou me aproximar com precaução. Por outro lado, se eu for uma amante dos animais, vou tentar interagir com ele e percebê-lo com ternura.

E o que isso quer dizer? Nos dois casos, em nosso senso comum, diríamos que estamos vivendo o momento presente, onde estamos muito atentos aos movimentos do tal cão, hora visto de maneira amedrontadora hora amável, dependendo do referencial passado que temos para o animal. Mas não fica claro aqui que, ao trazermos o nosso referencial do passado, não estamos de fato vivendo o presente? E o que seria se vivenciássemos a mesma situação e não tivéssemos nenhuma ideia do que é um cachorro? Não seria essa a única possibilidade de vivermos o presente, onde, ao invés de tentarmos prever seus movimentos, nos permitíssemos simplesmente observar e nos surpreender com os mesmos?

E, já que o que vemos e sentimos, depende de nosso referencial interno, qual seria a maneira mais adequada de viver o momento presente genuinamente?

Para viver o momento presente, precisamos conceber o que somos. Somos seres corpóreos com os seus receptores sensórios ou somos a mente que interpreta e colore todas as nossas experiências? E, se formos uma mente, viver o presente não seria observar os pensamentos que ela contem?

Viver o presente é conseguir observar e identificar os pensamentos que escolhemos e dão significado ao que vivemos nesse mundo.  Se não podemos interferir e nem mudar o que acontece conosco e ao nosso redor, não seria a nossa única e real escolha a maneira como interpretamos o que nos acontece? E já que tudo o que percebemos segue o pensamento presente em nossa mente, não seria a maneira mais eficaz de ser feliz: ser vigilante e escolher aqueles que nos dão a sensação de paz?

Que sentido teria tudo o que vivemos agora se não pudermos experimentar novos eventos sem o referencial do passado? Que diferença há entre uma pessoa que você odeia ou que ame entre qualquer outra pessoa do mundo se você não tiver o seu referencial passado? O que uma pessoa contra a qual você guarda mágoas está fazendo no momento em que você lê esse texto? E, ao se recordar dela, você reviveu todas os eventos passados que fizeram com que você guardasse ressentimentos a respeito dela ou deu a chance a si mesmo de viver o momento presente e perceber que não há nada agora que justifique tais sentimentos?

Viver plenamente o momento presente é não trazer o passado e nem o medo do futuro para o que é percebido. É estar atento ao pensamento regente em nossa mente. Nossa atitude interna define a maneira como vamos experimentar o mundo e colore todas as nossas experiências. E, se quero ser feliz, qual o pensamento que quero escolher como guia para o agora? Estou feliz com o prisma que tenho escolhido para colorir minha visão de vida? E, se eu não estiver, como posso estar cada vez mais consciente de minhas escolhas?


A maneira como escolhemos viver está intimamente ligada ao que acreditamos ser. Somos receptores de sensações externas ou uma mente tomadora de decisão? E, como tomadores de decisões, podemos escolher nossos pensamentos. Como seriam as nossas experiências se nos propuséssemos a fazer todas as coisas como se estivéssemos fazendo-as pela primeira vez? Podíamos ao menos começar a tentar... 

#dia129
#desafiogratidão2105


Gratidão por entender que todo ataque é um pedido de amor.
Baba Nam Kevalam