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quarta-feira, 27 de junho de 2018

AYAHUASCA: Como funciona os retiros do Instituto Flor de Lotus

Galera,

Muita gente me pede para recomendar um Instituto para Consagrar Ayahuasca que seja confiável.

Tomo muito cuidado ao indicar um Instituto pq. Ayahuasca é coisa séria!... então sempre recomendo os dois únicos Institutos que já frequentei e quando a indicação vem de outros Estados, peço ajuda para meus amigos das mais diversas regiões do Brasil.

Tenham sempre esse cuidado na hora de escolherem um local para se Consagrar a Medicina Sagrada, ok?

Então por falar em recomendação, hoje encontrei um vídeo muito legal do
Instituto Xamânico Flor de Lótus falando sobre como funciona seus retiros.

 #ficaadica ai pra vocês:


Mais Recomendações:
Instituto Xamânico Morada do Sol:





terça-feira, 26 de junho de 2018

AYAHUASCA É PARA QUEM TEM CORAGEM DE SE ENFRENTAR !



Para quem quer se corrigir,
Para quem quer se iluminar,
Para quem quer vencer os medos,
Para quem quer se libertar.

Se libertar do vicio,
Se libertar da mentira,
Se libertar da culpa,
Se libertar de culpar, de apontar o dedo.

AYAHUASCA É REMÉDIO !

Remédio para o coração doente,
Para a mente enganada,
Para cegos e surdos das verdades desse mundo.
Ayahuasca pode te ajudar.
Mas é preciso ter respeito,
Ter humildade e disposição.
Ela te mostra a verdade, mas não faz milagres!
Cabe a você fazer o milagre acontecer. Depende de suas escolhas.
Somente suas escolhas.
Ela mostra o caminho e você segue se quiser. Simples assim!
Você já conhece a verdade,
Nega porque tem vaidade.
Mas não tô aqui para te apontar,
Só vim para te lembrar.
Está dentro de você.
Você está desperto.
Lute contra seu ego.
Mas, não se esqueça de amar.
O amor está aí dentro,
Não procure em outro lugar,
Ou só decepção vai encontrar!
Você É!
Eu Sou!
Nós Somos!
Estamos todos conectados.
Vamos nos amar.
Agradecendo e aprendendo.
Vivendo e recomeçando,
Ayahuasca nos ensinando.
Grande dádiva que vem de dentro.
Terra,
Céu,
Infinito,
Consciência aflorando,
Ilusão em fuga.
Ayahuasca, Ayahuasca!
Gratidão, Rainha da Floresta!

Força e luz.

#Euamoayahuasca#

sexta-feira, 22 de junho de 2018

AYAHUASCA: Como o turismo da ayahuasca está prejudincando os povos indígenas da Amazônia



Alguns grupos da região estão putos com o alto influxo de gringos se vestindo de índios e degradando o antigo ritual religioso.



Matéria original da VICE US.

Cada vez mais nos últimos dez anos, turistas têm viajado para a Amazônia para conhecer um dos elixires mais notórios da região: a ayahuasca. Na selva, a mistura de plantas é o "vinho da alma" ou o "vinho dos mortos", dependendo de para quem você perguntar. Nos EUA, essa é uma droga classe 1. A bebida foi popularizada como uma experiência alucinógena capaz de mudar a vida das pessoas — um barato sem comparação.

A ayahuasca atrai gringos para a Amazônia por vários motivos. Alguns buscam o próprio grande despertar espiritual; alguns querem ser curados de doenças e vícios crônicos. Outros a experimentam para se recuperar de um luto debilitante, para combater ansiedade, ou apenas para chapar com o santo graal das drogas. E para atender a demanda, centenas de retiros de ayahuasca brotaram no território amazônico, do Peru ao Brasil.

Mas enquanto os turistas deliram com os intoxicantes poderes da droga, nem todos os povos amazônicos estão felizes com a ascensão do turismo da ayahuasca.

Vidal Jaquehua, um quechua, se preocupa com como o turismo da ayahuasca está mudando sua região. Nascido e criado nas terras altas de Cusco, Peru, Jaquehua comanda uma agência de viagem chamada Adios Adventure Travel, mas tomou a decisão consciente de não oferecer retiros de ayahuasca, apesar do interesse do público.

"O nome já nos diz que esse é o vinho dos mortos, então você não deve brincar com ele", me disse Jaquehua. "Não oferecemos esse tipo de viagem porque respeitamos nosso povo, os costumes, as tradições, e acreditamos que há rituais praticados no mundo todo que precisam ser compreendidos e respeitados."

A filosofia de Jaquehua sempre foi "quem quiser que pratique, mas não envolvo meus negócios nisso". Mas muitos outros — estrangeiros e nativos — estão fazendo exatamente isso, abrindo retiros de ayahuasca que às vezes administram a bebida potente para os turistas sem as precauções necessárias.
"Com a ayahuasca se tornando mais e mais popular com os turistas estrangeiros — e ao mesmo tempo, menos popular com os próprios índios —, descobrimos que pseudo-xamãs surgiram por toda parte para atender a demanda", disse Valerie Meikle, mestre de Reiki e curandeira holística em Bogotá, que viu a ascensão desses pseudo-xamãs em sua área. "Isso significa que os rituais de ayahuasca obviamente perderam alguns de seus poderes originais, e que frequentemente as cerimônias são adaptadas para estrangeiros que estão dispostos a pagar caro caro por rituais de mequetréfes."

Esse tipo de empreendimento preocupa alguns grupos de direitos indígenas. A Cultural Survival, uma ONG de Massachusetts que faz parceria com povos indígenas para proteger suas culturas, está entre as que se opõem publicamente ao turismo de ayahuasca.

"A ayahuasca é uma prática cultural e espiritual enraizada em culturas específicas, e que não deveria ser comercializada e explorada, mas protegida como uma prática sagrada particular dessas comunidades", disse Agnes Portalewska, gerente de comunicação da Cultural Survival.

"Isso está deixando algumas pessoas muito ricas, mas as comunidades indígenas onde essas práticas se originaram continuam a viver na pobreza." — Lesly Vela
Enquanto alguns argumentam que a comercialização da ayahuasca abastardou o ritual, outros afirmam que isso trouxe uma atenção que a região necessitava. O interesse renovado na ayahuasca tem abastecido um tipo de renascença cultural, com mais jovens locais se interessando por tradições antigas e quase esquecidas. E a ascensão dos retiros de ayahuasca trouxe dinheiro para uma das regiões mais pobres do mundo. Cidades inteiras, como Iquitos, no Peru, reconstruíram suas economias com o turismo de ayahuasca, e o país proclamou a bebida como parte de sua herança cultural.

"A pessoa ser amazônica não é nenhuma garantia de que ela está qualificada ou tem boas intenções", disse Luis Eduardo Luna, um antropólogo e pesquisador de ayahuasca que nasceu na Amazônia Colombiana.

"Do mesmo jeito, um estrangeiro ou não-amazônico não está necessariamente fazendo sessões apenas por dinheiro. No nosso mundo globalizado, qualquer um pode aprender e ensinar os outros."

Mas vale a pena perguntar: No final das contas, quem está realmente se beneficiando disso e para onde vão os lucro?

"Os povos indígenas da Amazônia estão entre os mais pobres e marginalizados do mundo", disse Vela, que trabalha para a organização Yageceros, uma parceria entre Reino Unido e Colômbia que visa preservar a cultura tradicional dos grupos indígenas da Amazônia Colombiana. Enquanto muitos xamãs (tanto estrangeiros como nativos, reais ou pseudo) empregam indígenas e contribuem com a comunidade local, muitos não fazem nada disso.

"O crescimento do turismo da ayahuasca e sua popularidade no exterior têm o potencial de destacar essas questões, mas só se aceitarmos a responsabilidade e trabalharmos juntos", disse Vela. "Isso está deixando algumas pessoas muito ricas, mas as comunidades indígenas onde essas práticas se originaram continuam a viver na pobreza e sob risco de vários problemas ambientais e sociais."

A ascensão da ayahuasca a proporções folclóricas acabou gerando ideais, expectativas e estereótipos que os consumidores estrangeiros agora associam a ela. Alguns locais, na tentativa de atender as demandas dos turistas, estão alterando suas tradições para se conformar à imagem construída pelos estrangeiros, mesmo se isso trai a autenticidade de sua cultura. Em 1999, uma declaração da União Indígena de Curandeiros de Ayahuasca da Amazônia Colombiana já apontava que "mesmo alguns dos nossos irmãos indígenas não respeitam os valores do nosso remédio, e saem por aí enganando pessoas, vendendo símbolos das nossas cidades".
Outros moradores locais, cuja cultura indígena não incluía originalmente a ayahuasca, estão seguindo o exemplo dos estrangeiros e adotando a tradição como uma maneira de fazer dinheiro. A apropriação nativa vem se espalhando pela Amazônia. Jaquehua aponta que sua cidade natal, Cusco, é um exemplo: "Quando os moradores daqui veem um cartaz de cerimônia de ayahuasca, eles dizem 'Esse ritual não era feito apenas na selva?' As pessoas fazem qualquer coisa por dinheiro".

FONTE:
https://www.vice.com/pt_br/article/nzj5mb/turismo-ayahuasca-povos-indigenas-amazonia

segunda-feira, 11 de junho de 2018

AYAHUASCA: O Chamado


Oi gente!

Estou aqui de volta hoje com um vídeo falando sobre AYAHUACA.

Esse é o assunto mais procurado do canal e hoje trago em primeira mão o chamado que tive!!!!


Esse é o vídeo do Vini Biólogo que tanto falei:


Beijos no coração,

Namastê

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Minha Experiência com Ayahuasca na Floresta Amazônica

Gente, a experiência do Vini foi a melhor que já ouvi até hoje.

Só pelo fato dele ser um cientista, ateu que depois da medicina sagrada passou a acreditar em Deus , não é maravilhoso?

Assistam!!!!