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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Introdução - Estudo do Bhagavadgita por Viviane Akiyama


Depois de uma profunda crise espiritual, num momento onde consegui a graça de ganhar um pouco mais de “espaço”, tive um insight instantâneo de transcrever o Bhagavadgita fazendo um estudo entre as versões do grande poema místico dessa Era de Kali, para assim poder entender os ensinamentos independente das vertentes. Esse estudo é algo bem pessoal e passível de erros, pois sou apenas uma aprendiz com Sede do Divino.

O Gita é considerado o episódio mais célebre do épico Mahabharata e nele é narrado o grande o dilema do guerreiro Arjuna (discípulo) para com seu primo  Krishna (A Suprema Personalidade de Deus) - na batalha em Kuruksetra.

Cansada de tanta confusão que encontramos dentro das Instituições por simplesmente ficarem num contexto de comparações e competições da versão “mais fidedigna”, quero com esse estudo entender sua real essência – a essência desse verdadeiro manual de sobrevivência, extraindo somente o espírito por traz das interpretações das diversas tradições.

Acredito que se entendermos bem a essência do Gita, estaremos prontos para de fato, enfrentarmos essa batalha da vida que é o controle dos sentidos e viver inseridos dentro do plano material.

A versão escolhida transcrita escolhida foi “Bhagavad-gita - O Tesouro Oculto do Doce Absoluto” de Srila Bhakti Raksak Sridhar Dev-Goswami Maharaj, versão  da Sri Chaytania Saraswat Math, por ter sido a versão que li e que pude pela primeira vez transbordar.

Não irei fazer aforismo a nenhuma tradição, mesmo tendo escolhido uma versão Vaishnava.

Sugiro aqui que esse trabalho lhe sirva como fonte de inspiração, de instrução e acima de tudo de devoção.

Bom estudo!

Hare Krishna



sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

5º Parte: Amor x Egoísmo continuação...




E ai gente, estão gostando de aprender um pouco mais sobre o AMOR? rs...é importantíssimo olharmos para essas nossas "amarras" pq. enquanto a gente não resolver isso internamente, iremos ficar repetindo processos e situações!!!

Bom, vamos lá então.

Beijos no coração,

Namastê

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continuação:


E como aprende o espírito a tomar consciência do seu próprio egoísmo, neste caso manifestado sob a forma de vaidade, e a vencê-lo?

Geralmente, sofrendo na própria carne as atitudes egoístas de outros, semelhantes a ele próprio em egoísmo. A lei da justiça espiritual confronta cada um com os seus próprios atos, ainda que seja através dos atos dos outros, para que daí o espírito tire o maior proveito para a sua evolução. O sofrimento próprio sensibiliza o espírito, faz-lhe adquirir maior sensibilidade para perceber o sofrimento dos outros, sobretudo o daqueles que tenham passado por circunstâncias semelhantes às suas. Faz-lhes despertar um sentimento de solidariedade em relação a elas, que é o gérmen do amor.


E terá sempre de acontecer que o espírito tenha de experimentar na sua própria carne o sofrimento dos seus próprios atos para aprender que esses atos são perniciosos para os demais?

Não. Pode fazê-lo por compreensão, porque se tenha dado conta do dano que produzem nos outros as suas próprias maneiras de agir, ou porque aprendeu com os erros e experiências dos outros. Mas, para isso tem de ter crescido o suficiente em sensibilidade, em amor, porque, como digo, apenas quando há amor, se está receptivo a perceber os outros, incluindo o seu sofrimento, como a si próprio. Daí que, nas primeiras etapas, o espírito avance mais por sofrimento, por experimentação em si mesmo das atitudes egoístas que ele mesmo provocou, enquanto, quando já tenha desenvolvido o amor, avança mais por compreensão, compreensão das experiências próprias passadas ou das experiências dos outros.


E que se pode fazer para vencer a vaidade pela compreensão?

O primeiro passo é tomar consciência do defeito e o segundo passo é mudar a atitude. Pelo facto de adquirir consciência do nosso defeito, não vamos conseguir que ele deixe de se manifestar. Se formos capazes de o reconhecer e de o admitir, mas ao mesmo tempo evitarmos atuar conforme ele quer, quer dizer, não nos deixarmos arrastar por ele na hora de tomar decisões na nossa vida, antes formos atuando mais conforme nos ditam os sentimentos, o defeito irá perdendo força até que, finalmente, será vencido. A tomada de consciência passa por conhecer em profundidade em que consiste a vaidade, como se manifesta numa pessoa e o que é que a alimenta. A vaidade alimenta-se da crença de que para se ser feliz, o importante é ser o centro das atenções, que a admirem, a lisonjeiem, se lhe sujeitem e a cubram de prazeres, prendas e atenções. A vaidade manifesta-se como uma tendência para transformar a realidade, fazendo crer aos outros e a si mesmo que necessita de possuir tudo o que vê à sua volta, tanto coisas como pessoas, para se ser feliz. A vaidade é como um aspirador que apanha tudo o que encontra no caminho, guardando-o para si próprio, mas sem chegar a apreciar nada do que se tem. É como a criança que faz birra e protesta para que os seus pais lhe comprem um brinquedo, aparentemente o mais maravilhoso do mundo e sem o qual não vai poder ser feliz. E quando o consegue, apenas brinca com ele uns minutos, logo se cansa e abandona-o.
Portanto, enquanto o vaidoso continuar propenso a querer chamar a atenção para satisfazer os seus próprios caprichos, não trabalhando por despertar em si mesmo os sentimentos, sentir-se-á sempre insatisfeito, vazio, infeliz, ainda que possa ser estimado pelos outros, porque não o saberá reconhecer, nem o saberá apreciar. Aquilo que não se consegue por esforço próprio, pela própria vontade, nem se consegue compreender, nem se sabe apreciar, nem se sabe aproveitar e, o vaidoso, não só não luta por nada, como pretende que sejam os outros a obtê-lo para si. Quando tem objetivos, costumam ser sempre objetivos exteriores, materialistas, de aparência, quase nunca objetivos de índole espiritual.
O vaidoso parece-se com aqueles que se aquecem sempre na lareira dos vizinhos por não quererem dar-se ao trabalho de acender a sua própria fogueira. Será sempre dependente dos outros e não poderá fazer nada por si mesmo. Acende o teu próprio fogo em ti mesmo e não dependerás de ninguém para te aqueceres. Esse fogo, a nível espiritual, é a chama do amor, que reconforta e aquece o espírito, dá forças para avançar e ser autenticamente feliz.


Mas há muita gente que procura o sucesso como forma de alcançar a felicidade. Que lhes dirias?

Que se enganam a si mesmos. O sucesso é uma festa para a vaidade, mas é uma armadilha para o sentimento. A única maneira de conseguir a felicidade é encher-se de amor.


Poderias dar um conselho breve que resuma tudo o que disseste para vencer a vaidade através da compreensão?

Sim. O passo que deve dar o vaidoso para superar o seu defeito é compreender que a felicidade não depende do exterior, mas sim do interior. Esta é a grande lição que todos temos de aprender: a verdadeira felicidade não depende de que os outros te amem, mas antes, de que tu ames. Portanto, se queres ser feliz, para de procurar desesperadamente que os demais te amem e tenta despertar o teu próprio sentimento.


Que dirias a um vaidoso que o pudesse ajudar na sua evolução?

Que jamais conseguirás ser feliz através de conquistares a admiração, o carinho, o sucesso, o reconhecimento dos outros. Se estás insatisfeito com a tua vida, se te sentes só e vazio, não procures fora os culpados da tua infelicidade, porque não estão fora, mas sim dentro de ti. Não procures aquecer-te no fogueira dos outros porque nunca terás o bastante. Acende a tua própria chama para que assim o teu estado não dependa do que façam ou deixem de fazer os outros por ti. Deixa de lado o egoísmo e ama, porque a única maneira de encher o vazio interior é amar incondicionalmente.


Parece uma contradição o que dizes agora com o que disseste anteriormente. Se uma pessoa renuncia a que o amem, como vai poder amar?

Talvez me tenha explicado mal. Não temos de renunciar a ser amados. O que quero dizer é que procuramos de forma incorreta a felicidade. Pomos todo o peso num prato da balança e exigimos que a balança esteja equilibrada.


Não sei o que queres dizer exatamente. Tens algum exemplo que me possa servir para entender?

Sim. Imaginai que reunimos toda a humanidade numa praça gigantesca para repartir todo o amor que existe no mundo. Primeiro perguntamos: “Quem quer receber amor?”. Veremos que cem por cento das pessoas levanta a mão insistentemente dizendo: “Eu, eu. A mim primeiro. Sou eu quem mais precisa dele”. Mas se agora perguntamos: “Quem está disposto a dar o seu amor?” Veremos como, rapidamente, a praça fica vazia e apenas uns poucos dos que lá estavam ficaram para levantar a mão. O que é que haverá para repartir? Apenas o amor que dão uns poucos. Pois, isso é o que acontece na vossa humanidade em que apenas o amor de uns poucos sustém o mundo, porque a maioria apenas está disposta a receber, mas não para receber amor, principalmente para satisfazer o seu egoísmo.
Esperamos, como sujeitos passivos, que o amor venha de fora. Que, por artes de magia, esse amor do exterior nos alcance e nos faça felizes, sem que nós tenhamos que fazer nada, como se de uma droga se tratasse. Mas, como digo, ainda que recebendo tudo o que precisamos, se permanecermos passivos, se não lutarmos para vencer o nosso egoísmo, chegará esse ser que nos ama para nos dar tudo o que traz dentro e diremos: “Não é suficiente, ainda não sou feliz. Ainda necessito que me dês mais”. E exigiremos mais e mais porque nunca será suficiente para encher o nosso vazio interior. E nunca apreciaremos o que nos foi dado, mas apenas levaremos em conta aquilo que ainda não recebemos. Qualquer pequeno obstáculo da vida, será um motivo de queixa. Se amanhece nublado, queixamo-nos porque faz frio, se amanhece ensolarado queixamo-nos porque está calor. E tudo isso porque procuramos de forma errada. Esse vazio que uma pessoa sente, apenas se pode encher com o amor que, cada um mesmo, é capaz de gerar, de forma ativa, para si próprio e para os outros. Portanto, para ser feliz é tão necessário dar amor, como recebê-lo.


Voltemos ao tema da vaidade. Digo eu que nem todo o mundo que se encontra na etapa da vaidade terá as mesmas características.

Não. Dentro da vaidade existem diferentes graus. Numa primeira etapa de vaidade inicial dão-se as manifestações mais primitivas e materiais do egoísmo, como a avareza (não querer repartir com os outros o que se tem), a cobiça (querer possuir cada vez mais, mesmo prejudicando outros), a inveja (revolta contra os que têm algo material que se cobiça). Numa segunda etapa, quando o espírito avança no conhecimento dos sentimentos, este egoísmo materialista começa a transformar-se em egoísmo espiritual. Nesta etapa o espírito continua agarrado ao egoísmo, mas, ao mesmo tempo, já começou a desenvolver o sentimento. Apesar de ainda ser avesso a dar, é capaz de reconhecer a presença do amor e o bem-estar que proporciona e procura recebê-lo. É então quando a avareza se vai transformando em apego (não querer repartir com os outros o carinho e o amor que se recebe de determinadas pessoas) e a cobiça, na absorvência (querer que todo o mundo se disponha a dar-lhe carinho), enquanto a inveja toma um cariz mais subtil e se transforma em aversão pelos que têm alguma virtude espiritual que ele não tem, mas gostaria de ter. Ao serem mais sensíveis, têm uma noção da justiça mais desenvolvida, mas quando o assunto lhes diga respeito, com frequência atuam injustamente favorecendo-se a si próprios propositadamente, por continuarem agarrados ao seu egoísmo, sendo mais culpados por serem mais conscientes.


Que avanço fundamental conseguiu o espírito para se poder dizer dele que superou a etapa da vaidade?

A principal aquisição que marca a fronteira entre a vaidade e o orgulho é o despertar do próprio amor espiritual. Enquanto o vaidoso é eminentemente um espírito receptor de amor, o orgulhoso já é um espírito dador de amor. Significa que já adquiriu a capacidade de amar verdadeiramente por iniciativa própria de forma bastante segura.


Ver Mais:

3ª Parte - https://vivisawaking.blogspot.com/2018/11/3-parte-perguntas-e-respostas-sobre-o.html
4ª Parte - https://vivisawaking.blogspot.com/2018/11/4-parte-p-amor-x-egoismo.html

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

3ª Parte - Perguntas e Respostas sobre o Amor

Meus queridos, como amanhã é feriado, resolvi antecipar os posts de sexta-f falando sobre o Amor...vamos lá!





AMOR VS EGOÍSMO

Qual é o primeiro passo que cada um devia dar para poder amar?
Para amar é necessário sentir-se a si mesmo e, para se sentir a si mesmo, é necessário conhecer-se a si mesmo. Se queres amar os outros, aprende primeiro a amar-te a ti mesmo, através de te conheceres a ti mesmo. Quem não se quer a si mesmo não pode querer aos outros.

Mas eu tinha entendido que para amar os outros tens de renunciar a ti mesmo!
Nem pensar. O que tens de fazer é renunciar ao teu egoísmo, mas não aos teus sentimentos. O que acontece é que tens um conceito do que é o amor que é incorreto, porque misturais o amor com o egoísmo. Amar-se a si mesmo não é julgar-se melhor que os outros e, por isso, dedicar-se a satisfazer caprichos egoístas, mas antes reconhecer as necessidades afetivas próprias, os sentimentos, e desenvolvê-los para que sejam o motor da sua vida. Por isso disse que para amar verdadeiramente é tão importante conhecer-se a si próprio. Conhecer-se implica saber distinguir entre o que sentimos e o que pensamos, reconhecer entre o que vem do nosso sentimento e o que vem do nosso egoísmo.

Então, como distinguir o que é o amor do que o que, não é?
O amor na sua expressão máxima tem de ser incondicional. Quem ama verdadeiramente não espera nada em troca e quem age por interesse não está a amar verdadeiramente. O amor tem de ser livre, senão, não é amor. Não se pode forçar ninguém a amar.
Quem quiser amar tem de querer também renunciar ao egoísmo. O amor e o egoísmo são conceitos contrários, incompatíveis entre si, antagónicos. Não se pode amar sem renunciar ao egoísmo, já que o egoísmo é, na realidade, a ausência de amor. Aprender a amar é o mesmo que aprender a desprender-se do egoísmo. Quem aumenta a sua capacidade de amar diminui o seu egoísmo e vice-versa.

E como aprende o espírito a amar?
É um processo contínuo que requer muitíssimo tempo de evolução. O espírito começa-o antes de iniciar a fase humana e não o termina nunca, já que há sempre algo novo para aprender a respeito do amor. Como aprender a falar, não há outra forma de desenvolver o amor que não seja através da interação constante com outros seres. Nas primeiras etapas, quando o ser espiritual está escassamente desenvolvido, experimenta o amor que outros seres mais avançados sentem em relação a ele na forma de emoções. Isso provoca-lhe bem-estar. Também tem de experimentar o que é a ausência de amor, quer dizer, o egoísmo de outros seres que, da mesma forma que ele, ainda não são capazes de amar. Isso far-lhe-á sentir emoções de mal-estar, mas também lhe permitirá reconhecer, aprender a distinguir melhor entre a ausência e a presença de amor e a valorizar a presença de amor, o que servirá de estímulo para poder desenvolver em si mesmo os sentimentos. Ou seja, antes de ser capaz de amar, o ser espiritual sensibiliza-se como receptor do amor de  outros seres mais avançados, que lhe servem de exemplo do que é ser emissor de amor. Também terá de conviver com outros seres com egoísmo igual ou mais acentuado do que ele mesmo, que servem de exemplo do que é a ausência de amor. Todas estas interações lhe motivarão o desenvolvimento, primeiro, das emoções e, mais tarde, dos sentimentos.

Uma vez que o espírito reconheça o amor que recebeu dos outros, nessa altura já está preparado para ser um emissor de amor. Serão os seres que o amaram, os primeiros em relação aos quais vão despertar os primeiros sentimentos de afeto (usualmente em relação a algum membro da sua família), enquanto os restantes seres, os que se comportaram com egoísmo em relação a ele, serão inimigos, e os que nunca tiveram relação com ele, simplesmente serão seres pelos quais sentirá indiferença. Nesta etapa, o espírito é apaixonado nos amores, vingativo e rancoroso nos desamores. Chegará outra etapa mais avançada em que o ser já não quererá prejudicar os que lhe provocaram dano, porque se dá conta de que o sofrimento em si mesmo é algo negativo, incompatível com o amor, e abandonará a vingança como forma de ressarcimento pelo dano recebido. A esta etapa poderíamos denominar amor condicional avançado. Chegado certo momento, quando o grau de compreensão e de sensibilidade do ser tenha aumentado consideravelmente, está preparado para dar o grande salto, o de querer a todos os demais seres da criação, incluindo àqueles que o odiaram e o rebaixaram e o fizeram sofrer o indescritível. Quer dizer que entrou na etapa final, em que se alcança o amor incondicional, aquele amor que anunciavam os seres avançados como Jesus quando diziam “ama o teu inimigo”. Com certeza, isso não acontece da noite para o dia. Serão necessários milhões de anos de evolução para percorrer o caminho da primeira à última etapa.

Poderias resumir essas etapas para que eu tenha uma ideia?
Sim, ainda que, como digo, o processo seja contínuo, poderíamos dividi-lo, para sua melhor compreensão, nas seguintes etapas:
1-      Insensível como receptor e emissor de amor;
2-      Parcialmente sensível como receptor de amor – insensível como emissor de amor;
3-      Sensível como receptor – parcialmente sensível como emissor (amor condicional);
4-      Altamente sensível como receptor – altamente sensível como emissor (amor condicional avançado);
5-      Totalmente sensível como receptor – totalmente sensível como emissor (amor incondicional);

Qual é o origem das emoções e dos sentimentos e em que se diferenciam?
Nos primeiros estádios de evolução do ser espiritual, este só é capaz de sentir emoções que, geralmente, são apenas uma resposta a um estímulo de natureza exterior. Este desenvolvimento da percepção emocional começa logo em etapas anteriores à humana. De facto podeis observar que muitos mamíferos superiores, como cães, vacas, cavalos ou golfinhos, já são capazes de perceber e manifestar emoções bastante profundas de muito diversos tipos. À medida que o espírito experimenta com as emoções e começa a tê-las em conta para tomar decisões, está a começar a desenvolver o sentimento. Podeis considerar que os sentimentos são a forma evoluída das emoções.
Podes expor com mais profundidade a distinção e a relação entre as emoções e os sentimentos?
As emoções são de duração curta, geralmente são ativadas por algum tipo de estímulo, exterior ou interior. Os sentimentos têm uma duração mais extensa, estão mais profundamente enraizados no espírito e ainda que recebam a influência do exterior, não têm de ser motivados por nenhum impulso exterior, mas antes pela própria vontade do espírito. Os sentimentos e as emoções estão intimamente ligados. O sentimento é capaz de despertar as emoções. É como a fonte interna de que emanam, de maneira que, neste aspecto, as emoções são uma manifestação dos sentimentos. Também as emoções, sobretudo as percebidas do exterior, influem nos sentimentos e podem ser um estímulo para os ativar ou para os reprimir. No máximo desenvolvimento do sentimento de amor, ou seja, quando se chega a experimentar o sentimento de amor incondicional, encontramo-nos já perante um sentimento que não vai terminar nunca e que, além disso, não necessita de nenhum estímulo exterior para que seja despertado ou alimentado.

Em que parte do ser se originam as emoções e os sentimentos?
As emoções e os sentimentos de amor originam-se no corpo espiritual. As ego-emoções e os ego-sentimentos, ainda que sejam percebidos no corpo espiritual, desenvolvem o seu carácter egoísta no corpo mental.

Não entendo o que queres dizer. O que são os ego-sentimentos e as ego-emoções?

São os sentimentos e emoções negativas gerados por atitudes egoístas. Na realidade, as atitudes egoístas são pensamentos e, portanto, originam-se na mente.

Então o sentimento e o pensamento têm uma origem distinta? Sempre julguei que ambos eram fruto da mente.
Pois, não têm a mesma origem. O sentimento procede do espírito (corpo espiritual) e o pensamento, da mente (corpo mental).

Deixa ver se compreendi bem. Queres dizer então, que o egoísmo se origina na mente e o amor no espírito?
Sim. Ainda que como já disse as ego-emoções e os ego-sentimentos se percebam também no corpo espiritual, o seu aspecto egoísta é gerado na mente.

Poderias esclarecer-me este ponto? Continuo sem entender como pode ser que o egoísmo se origine na mente e que os sentimentos ou emoções egoístas se sintam no espírito.
Claro. Imagina que uma pessoa se encontra com uma lanterna acesa dentro de uma cúpula de cristal. Se o cristal é transparente, tanto a luz que sai da lanterna para o exterior como a luz que entra do exterior no interior, não sofrerá praticamente nenhuma modificação pelo facto de passar através do cristal. Contudo, se o cristal da cúpula, em vez de ser transparente, for opaco, então modificará a passagem da luz através dela, tanto da luz que sai do interior para o exterior como da que entra do exterior no interior da cúpula. A pessoa com a lanterna representa o corpo espiritual e a cúpula de cristal representa o corpo mental. A opacidade do cristal da cúpula representa o egoísmo. O egoísmo modificará tanto a percepção dos sentimentos e emoções dos outros (a luz que entra), transformando-os antes de impressionarem o corpo espiritual, como a expressão ou manifestação dos sentimentos e emoções que procedem do corpo espiritual (a luz que sai), que serão percebidos pelos outros já com o matiz egoísta de que se impregnaram ao passar pela mente.

Ver Mais:

Não deixe de acompanhar as outras partes já postadas:



Beijos no coração,

Namastê

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

2ª PARTE - PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O AMOR

Galera dando continuidade aos posts de sexta f, vamos falar sobre o amor?!!!!


Para quem não viu a 1ª Parte é só clicar no link abaixo:


https://vivisawaking.blogspot.com/2018/10/1-o-amor-e-oportunidade-de-conhecermos.html




Já mencionaste a lei do amor em múltiplas ocasiões mas, o que é, segundo a tua opinião, o amor?
O amor pode definir-se, na sua expressão máxima, como a capacidade de sentir os outros como a nós mesmos.

Mas, o amor existe realmente ou é apenas um conceito abstrato?
Existe realmente e manifesta-se como uma intensa vibração da essência vital ou princípio espiritual que se transmite a todos os planos da existência, desde o plano espiritual, passando pelo mental e o astral, até chegar ao físico. A manifestação do amor no plano energético é a energia de mais alta vibração, a luz mais brilhante, a luz das estrelas. Essa vibração, a vibração do amor, de igual modo que a luz, pode-se transmitir e ser recebida.

E o que é o que se experimenta exatamente com o amor?
Quando um ser experimenta o amor verdadeiro, sente-se cheio, plenamente feliz, invadido por uma vibração, uma força e uma sensibilidade extraordinárias. Já não precisa de mais nada para ser feliz. O espírito inspirado pelo amor sente desejo de transmitir aos demais esse bem-estar e ajudá-los a serem felizes porque se sente unido com eles, como se fizessem parte dele. Invadido pelo amor, o seu corpo astral eleva a sua vibração de maneira que a aura se expande enormemente e se torna muito brilhante. Quanta mais capacidade de amar tem o ser, mais alta é a sua vibração e maior a energia que é capaz de transmitir. Quando alguém ama, transmite essa vibração amorosa aos outros. Se o receptor ou receptores da mesma, forem sensíveis, percebem-no como uma onda de calor intenso que não queima, uma vibração que percorre alguém por completo, que chega até o canto mais profundo, como se enchesse cada um dos poros da sua alma, provocando estremecimento e fazendo-o sentir como que envolto por uma nuvem de paz e harmonia. Nesse estado de bem-estar interior a pessoa sente-se optimista, alegre, relaxado, sereno e descobre que os problemas da sua existência não são tão graves.

O que descreves, parece uma experiência muito mística. Não sei até que ponto é acessível para nós, os humanos.
É acessível, mas estais tão materializados que vos falta sensibilidade, tanto para dar como para sentir directamente o amor. É como tentar ouvir rádio ao lado de uma perfuradora pneumática a trabalhar. Por isso, mais que sentir o amor, o que a maioria de vós apreciais são os actos que se fazem por amor, ainda que para a maioria ainda se torne difícil de entender o que motiva uma pessoa a actuar dessa forma.

E porque é uma lei espiritual o amor?
Porque está escrita no interior do espírito: o espírito necessita amar para ser feliz. Na ausência de amor, o espírito murcha como uma flor cortada rente.
Se, pela lei do livre arbítrio, o espírito necessita de ser livre para poder ser feliz, pela lei do amor, o espírito necessita de amar para ser feliz. Se unirmos estas duas leis numa só diríamos que o espírito necessita de amar em liberdade para ser feliz.

Se o amor é necessário para a felicidade do espírito, porque não nascemos todos amando?
É outra das capacidades, a de amar, que o espírito tem de desenvolver por si mesmo no seu processo de evolução. Como já disse, a chispa espiritual, quando é criada, tem em potência numerosas capacidades, mas precisa de desenvolvê-las. Uma delas é a capacidade de amar. Desenvolver a capacidade de amar é o objectivo mais importante do processo evolutivo do espírito. O amor é a força harmonizadora e dinamizadora do Universo espiritual.

Como é que o amor influi na harmonia do Universo?
Por um ato de amor existem todos os seres espirituais! O amor é a força que alimenta qualquer impulso criador. O amor é a base sobre a qual se apoia a solidariedade espiritual universal. O espírito inspirado pelo amor sente o desejo de ajudar na evolução a todos os outros seres da criação, para que sejam capazes de experimentar por si mesmos a felicidade que emana do amor. Apenas sobre a base do amor se construirá o que é verdadeiro e sólido.

Semana que vem falaremos sobre AMOR X EGOÍSMO, aguardem!!!

Beijos no coração,

Namastê

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

ARLY CRAVO: sentimento de apego e perda nos relacionamentos

Pessoal,

Recebi hoje de manhã um vídeo bem legal que explica sobre o apego e a perda nas relações afetivas.

O Arly Cravo explica de uma forma bem clara o que é tudo isso, vale a reflexão:


terça-feira, 18 de setembro de 2018

PAULA ABREU: Como respirar corretamente

Ótimo vídeo!

Resumo: Será que você está respirando corretamente? Neste episódio você vai aprender 3 dicas simples de como melhorar a sua respiração hoje mesmo e, com isso, gerar mais energia.


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

9 Frequências de Solffegios e seus Benefícios


Oi gente,

Como eu não acredito em acasos e como foi eu descobrir os Soffegios e um monte de gente veio tocar nesse assunto comigo, entendi que isso nada mais é do que um sinal do Uni pra falar mais sobre essas frequências!



Pesquisando pela Internet encontrei 9 frequências de Solfeggio, ai vai:

PODEROSO MILAGRE DE TONS DE CURA

As frequências de Solffegios são composta por nove tons derivados da numerologia onde foram usados ​​séculos atrás. Acredita-se que essas frequências criam mudanças positivas para aqueles que estão próximos a elas.

✓ Freqüência de Solfeggio de 285Hz
Cura e Regenera Tecidos, Reestrutura os órgãos danificados enviando mensagens para os Tecidos, Trazendo-os à sua forma original.

✓ 174Hz Freqüência de anestesia natural.
Alivia a dor e dá aos seus órgãos uma sensação de segurança, amor e segurança e encoraja-os a fazer o seu melhor.

✓ 396Hz Solfeggio Frequency
dá poder aos seus objetivos. Isso erradica o sentimento de culpa, até mesmo a culpa que reside no fundo da mente subconsciente

✓ Freqüência de 639 Hz
 permite a criação de relacionamentos interpessoais harmoniosos. Esse tom pode ser usado para lidar com problemas de relacionamento - aqueles na família, entre parceiros, amigos.

✓ Freqüência de Solfeggio de 417Hz
Remove Energia Negativa do Corpo, Casa e Escritório

✓ 528Hz Solfeggio Frequency Music
devolve o DNA humano ao seu estado original e perfeito. Traz transformação e milagres em sua vida.

✓ Freqüência de 741Hz
Limpa as Células e Desintoxica as células e órgãos

✓ Freqüência de Solfeggio de 852Hz
Desperta a Força Interna e Aumenta a Energia Celular

✓ Frequência de 963Hz
ajuda na Ativação da Glândula Pineal e está associada ao despertar da intuição.

Legal neh gente?

terça-feira, 31 de julho de 2018

SAIBA MAIS SOBRE A FREQUÊNCIA DE 528 HZ







Oi gente,

Como já é dito e remoido por mim, nós somos co-criadores de nossa realidade, e para isso é de suma importância alcançarmos uma vibração corporal na frequência correta, para assim mudarmos nossa vida por completo. Tanto esta como as outras frequências são importantes para harmonizar o corpo. O universo é feito com vibrações e energias, sem essas duas formas de estrutura universal a vida não existe.

Como dito anteriormente esse som está relacionado a reparação geral do corpo (espiritual e fisico), logo que você começa a ouvir esse som, seu corpo tende a entrar em uma frequência de 528 hz. 

Conclusão
Se você está conhecendo esta frequência pela primeira vez, deve estar impressionado com o potencial aqui descritos. Mas cabe você entender que este som não é um milagre que basta você ouvir por 30 minutos que sua vida irá mudar - pois não vai – cabe a você passar a valorizar mais a vida, se tornar mais sensível as coisas que acontecem ao seu redor e acima de tudo ser feliz, e a partir daí posso garantir que você alcançará a vida desejada.

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Informações sobre frequência 528Hz
A ciência moderna começou a reconhecer o que os antigos místicos e sábios nos disseram há séculos; que tudo está em um estado constante de vibração. Desde a menor partícula física até as coisas que não podemos perceber com nossos (ainda) limitados sentidos.
O estado mais elementar da vibração é a do som. Tudo tem uma faixa ótima de vibração (frequência), cuja taxa é chamado de ressonância. Quando estamos em ressonância, estamos em equilíbrio. Cada órgão e cada célula do nosso corpo precioso absorve e emite som com uma frequência particular de ressonância ideal. Músicas sintonizadas nas frequências 432hz e 528hz criam ressonância em nosso corpo físico, mental, emocional e espiritual.
A frequência 528Hz, também chamada de frequência do amor é a nota “Milagre” da escala musical Solfeggio original. Confirmada por pesquisadores independentes, foram utilizados pelos antigos sacerdotes e curandeiros em civilizações avançadas para criar manifestações miraculosas do que é fielmente imaginado e intencionado. A frequência 528Hz ainda está sendo usada dessa maneira por aqueles que não esqueceram o seu poder.
528Hz é a bioenergia da saúde e longevidade. É a vibração harmônica que levanta seu coração. É a freqüência do Amor. Mais e mais pessoas estão despertando espiritualmente, mentalmente e emocionalmente e escolhendo estar em sintonia com 528Hz. Esta frequência de cura nos ajuda a fluir em perfeito ritmo e harmonia. Dr. Horrowtiz,  especialista nos efeitos da frequência 528Hz , nos encoraja a usar 528 Hz para restaurar a consciência humana ao seu poder e potencial.
528Hz ressoa no coração do Sol (gravada por cientistas da NASA). Raios de sol, arco-íris, flores, grama e até o zumbido de abelhas vibram em 528Hz. Natureza em equilíbrio vibram em 528Hz. É a frequência da própria vida.
Clorofila e sua cor verde / amarelo vibra em 528Hz, e é o mais poderoso pigmento de cura em biologia. O ar que respiramos é preenchido com Prana / Chi – a força vital Universal vibrando em 528Hz que, naturalmente, está restaurando e revigorando cada cordão do DNA e as células de seu corpo – favorecendo o equilíbrio, saúde e harmonia para sistemas dissonantes por falta de energia de elétrons.
 DNA – cura – Como isso funciona?
A frequência 528 Hz foi usada por bioquímicos para reparar o ADN humano. A frequência de 528 Hz parece influenciar as moléculas de água que circundam a hélice do DNA, provocando assim efeitos de cura sobre o DNA.
Segundo o Dr. Horowitz, toda cura ocorre a partir de ondas sonoras ou vibrações ressonantes em todo o Universo. Ele afirma que as células humanas usam DNA, como rádios usam antenas, para receber as vibrações de nota e sintonizar o ritmo do corpo com o do cosmos. Ele refere-se à nota 528 Hz Solfeggio como “a frequência do amor”, que, além de proporcionar benefícios para a saúde, abre as portas para a transformação espiritual e despertar.
Isto é ecoado pelo Dr. Candice Pert, que afirma que a energia e vibração percorrem todo o caminho até o nível celular, abre os cromossomos e expõe o DNA às frequências.
Experimentos envolvendo DNA in vitro expostas a diferentes gravações de estilos musicais foram realizados por Glen Rein da Biologia Quantum Research Lab em Nova York.
Quatro estilos de música para a saúde, incluindo cantos gregorianos que usam a escala Solfeggio, foram convertidos para ondas de áudio escalares e jogado através de um leitor de CD para tubos de ensaio contendo no DNA in vitro. Os efeitos da música foram determinados através da medição de absorção de luz UV as amostras do tubo de teste de ADN “depois de uma hora de exposição à música. A absorção de luz UV é considerada como um efeito significativo no ADN porque quando a hélice DNA desenrola-se, permite que tal absorção.
Os resultados das experiências de Glen Rein mostrou que os cantos gregorianos causaram um aumento significativo na absorção de luz UV em relação música, que tinham pouco ou nenhum efeito.
 Solfeggio 528Hz e frequência 528Hz
Há uma certa confusão em torno do 528Hz solfeggio e música sintonizada para 528Hz. Aqui está a diferença:
A frequência de 528Hz Solfeggio é um tom singular puro. Não pulsando como as batidas binaurais (duas frequências diferentes juntos) ou isocrônico (pulsar único tom).
Frequência 528Hz está relacionada com a afinação de todo o pedaço de música de padrão A = 440Hz – a C = 528Hz. Não tem nada a ver com o som do próprio tom de solfeggio (embora eles vibram no mesmo comprimento de onda).
 Outros fatos fascinantes da frequência 528Hz
De acordo com o Dr. Leonard Horowitz, 528 Hertz é uma frequência que é central para a “matriz matemática musical da criação. 
O cientista matemática Victor Showell descreve que a vibração 528Hz é fundamental para a antiga Pi, Phi, e a média de Ouro evidente em todo o design natural. Vic Showell e John Stuart Reid (um pioneiro na pesquisa acústica e medições cymatic) provaram que 528 é essencial para a geometria sagrada de círculos e espirais consistente com estruturação DNA e reestruturação hydrosonic. Sem 528Hz, não haveria círculos, nem capacidade de medir o espaço / tempo.
528hz resolve para um 6, o ícone para a manifestação física. Isto é, 5 + 2 + 8 = 15; e 1 + 5 = 6 (usando matemática de Pitágoras). O símbolo “6” reflete a “espiral para baixo do céu para a totalidade da terra.” Na verdade, a frequência de amor pode ser fundamental para transmitir toda a matéria e energia em realidade.
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Ouvir música com frequência 528Hz ressoa dentro do nosso corpo, libera bloqueios emocionais e expande nossa consciência. 528Hz nos permite entrar em sintonia com a sabedoria do Universo, Inteligência Divina e nossa alma. Ele cria unidade em vez de separação. Ela amplia nossos corações e nos torna mais compassivos e amorosos. Uma coisa é certa. Uma pessoa que ressoa com amor ter paz interior – está em harmonia com o ponto de partida para um mundo foram vivemos em unidade, paz e harmonia uns com os outros e-Mãe Terra.



terça-feira, 24 de julho de 2018

ESPIRITUALIDADE E FUGA


Oi gente,

Temos que tomar cuidado pq. é muito comum no caminho espiritual utilizarmos das mais diversas fugas, até mesmo utilizar o próprio caminho espiritual como fuga, já pensaram nisso?!

Isso se chama Spiritual Bypass...

Assistam esse vídeo que a Ariana explica bem direitinho essa outra armadilha do ego....


Spiritual bypass, espiritualidade como fuga? Autoconhecimento como fuga? Ferida, defesa, separação, máscara? Se alienar da vida real, comum? Na Copa de 2014 eu não precisava ver os jogos pq eu era "melhor" que isso. Nossa quanto tapa na cara levei desde lá. Gravei esse vídeo para o IGTV (instragram: @eu.sou.ariana) que tava dentro de mim querendo sair fazia muito tempo porque acho esse assunto tão tão tão importante e urgente no mundo do autoconhecimento, autodesenvolvimento e espiritualidade. Usar espiritualidade como fuga. Uma busca como fuga. Até a terapia. Sim, pode acontecer. Eu acho que passei por quase todos 😯. E entendi uma correlação MUITO IMPORTANTE: desde que tenho estudado codependencia tudo tem feito muito sentido: Veja, se temos uma ferida, exemplo codependecia, onde aprendemos a esconder nossos verdadeiros sentimentos e quem somos, e nos cobramos por sermos quem somos, essas "buscas todas" podem ser pratos cheios. Vamos em busca de curar justo essa ferida e caímos em outra ou até aumentamos o rombo da nossa... (Continue lendo aqui: https://eusouariana.com.br/spiritualb...) E se quiser saber mais sobre o assunto e outros conteúdos que abordo no vídeo, acesse meu blog novo, com novos conteúdos e compartilhamentos dos meus processos: https://eusouariana.com.br/ E se você quiser acompanhar meus conteúdos diários, tô sempre pelo instragram e stories de lá: https://www.instagram.com/eu.sou.ariana/