Mostrando postagens com marcador RELACIONAMENTO AMOROSO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RELACIONAMENTO AMOROSO. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

5º Parte: Amor x Egoísmo continuação...




E ai gente, estão gostando de aprender um pouco mais sobre o AMOR? rs...é importantíssimo olharmos para essas nossas "amarras" pq. enquanto a gente não resolver isso internamente, iremos ficar repetindo processos e situações!!!

Bom, vamos lá então.

Beijos no coração,

Namastê

________________________________________________________________________________

continuação:


E como aprende o espírito a tomar consciência do seu próprio egoísmo, neste caso manifestado sob a forma de vaidade, e a vencê-lo?

Geralmente, sofrendo na própria carne as atitudes egoístas de outros, semelhantes a ele próprio em egoísmo. A lei da justiça espiritual confronta cada um com os seus próprios atos, ainda que seja através dos atos dos outros, para que daí o espírito tire o maior proveito para a sua evolução. O sofrimento próprio sensibiliza o espírito, faz-lhe adquirir maior sensibilidade para perceber o sofrimento dos outros, sobretudo o daqueles que tenham passado por circunstâncias semelhantes às suas. Faz-lhes despertar um sentimento de solidariedade em relação a elas, que é o gérmen do amor.


E terá sempre de acontecer que o espírito tenha de experimentar na sua própria carne o sofrimento dos seus próprios atos para aprender que esses atos são perniciosos para os demais?

Não. Pode fazê-lo por compreensão, porque se tenha dado conta do dano que produzem nos outros as suas próprias maneiras de agir, ou porque aprendeu com os erros e experiências dos outros. Mas, para isso tem de ter crescido o suficiente em sensibilidade, em amor, porque, como digo, apenas quando há amor, se está receptivo a perceber os outros, incluindo o seu sofrimento, como a si próprio. Daí que, nas primeiras etapas, o espírito avance mais por sofrimento, por experimentação em si mesmo das atitudes egoístas que ele mesmo provocou, enquanto, quando já tenha desenvolvido o amor, avança mais por compreensão, compreensão das experiências próprias passadas ou das experiências dos outros.


E que se pode fazer para vencer a vaidade pela compreensão?

O primeiro passo é tomar consciência do defeito e o segundo passo é mudar a atitude. Pelo facto de adquirir consciência do nosso defeito, não vamos conseguir que ele deixe de se manifestar. Se formos capazes de o reconhecer e de o admitir, mas ao mesmo tempo evitarmos atuar conforme ele quer, quer dizer, não nos deixarmos arrastar por ele na hora de tomar decisões na nossa vida, antes formos atuando mais conforme nos ditam os sentimentos, o defeito irá perdendo força até que, finalmente, será vencido. A tomada de consciência passa por conhecer em profundidade em que consiste a vaidade, como se manifesta numa pessoa e o que é que a alimenta. A vaidade alimenta-se da crença de que para se ser feliz, o importante é ser o centro das atenções, que a admirem, a lisonjeiem, se lhe sujeitem e a cubram de prazeres, prendas e atenções. A vaidade manifesta-se como uma tendência para transformar a realidade, fazendo crer aos outros e a si mesmo que necessita de possuir tudo o que vê à sua volta, tanto coisas como pessoas, para se ser feliz. A vaidade é como um aspirador que apanha tudo o que encontra no caminho, guardando-o para si próprio, mas sem chegar a apreciar nada do que se tem. É como a criança que faz birra e protesta para que os seus pais lhe comprem um brinquedo, aparentemente o mais maravilhoso do mundo e sem o qual não vai poder ser feliz. E quando o consegue, apenas brinca com ele uns minutos, logo se cansa e abandona-o.
Portanto, enquanto o vaidoso continuar propenso a querer chamar a atenção para satisfazer os seus próprios caprichos, não trabalhando por despertar em si mesmo os sentimentos, sentir-se-á sempre insatisfeito, vazio, infeliz, ainda que possa ser estimado pelos outros, porque não o saberá reconhecer, nem o saberá apreciar. Aquilo que não se consegue por esforço próprio, pela própria vontade, nem se consegue compreender, nem se sabe apreciar, nem se sabe aproveitar e, o vaidoso, não só não luta por nada, como pretende que sejam os outros a obtê-lo para si. Quando tem objetivos, costumam ser sempre objetivos exteriores, materialistas, de aparência, quase nunca objetivos de índole espiritual.
O vaidoso parece-se com aqueles que se aquecem sempre na lareira dos vizinhos por não quererem dar-se ao trabalho de acender a sua própria fogueira. Será sempre dependente dos outros e não poderá fazer nada por si mesmo. Acende o teu próprio fogo em ti mesmo e não dependerás de ninguém para te aqueceres. Esse fogo, a nível espiritual, é a chama do amor, que reconforta e aquece o espírito, dá forças para avançar e ser autenticamente feliz.


Mas há muita gente que procura o sucesso como forma de alcançar a felicidade. Que lhes dirias?

Que se enganam a si mesmos. O sucesso é uma festa para a vaidade, mas é uma armadilha para o sentimento. A única maneira de conseguir a felicidade é encher-se de amor.


Poderias dar um conselho breve que resuma tudo o que disseste para vencer a vaidade através da compreensão?

Sim. O passo que deve dar o vaidoso para superar o seu defeito é compreender que a felicidade não depende do exterior, mas sim do interior. Esta é a grande lição que todos temos de aprender: a verdadeira felicidade não depende de que os outros te amem, mas antes, de que tu ames. Portanto, se queres ser feliz, para de procurar desesperadamente que os demais te amem e tenta despertar o teu próprio sentimento.


Que dirias a um vaidoso que o pudesse ajudar na sua evolução?

Que jamais conseguirás ser feliz através de conquistares a admiração, o carinho, o sucesso, o reconhecimento dos outros. Se estás insatisfeito com a tua vida, se te sentes só e vazio, não procures fora os culpados da tua infelicidade, porque não estão fora, mas sim dentro de ti. Não procures aquecer-te no fogueira dos outros porque nunca terás o bastante. Acende a tua própria chama para que assim o teu estado não dependa do que façam ou deixem de fazer os outros por ti. Deixa de lado o egoísmo e ama, porque a única maneira de encher o vazio interior é amar incondicionalmente.


Parece uma contradição o que dizes agora com o que disseste anteriormente. Se uma pessoa renuncia a que o amem, como vai poder amar?

Talvez me tenha explicado mal. Não temos de renunciar a ser amados. O que quero dizer é que procuramos de forma incorreta a felicidade. Pomos todo o peso num prato da balança e exigimos que a balança esteja equilibrada.


Não sei o que queres dizer exatamente. Tens algum exemplo que me possa servir para entender?

Sim. Imaginai que reunimos toda a humanidade numa praça gigantesca para repartir todo o amor que existe no mundo. Primeiro perguntamos: “Quem quer receber amor?”. Veremos que cem por cento das pessoas levanta a mão insistentemente dizendo: “Eu, eu. A mim primeiro. Sou eu quem mais precisa dele”. Mas se agora perguntamos: “Quem está disposto a dar o seu amor?” Veremos como, rapidamente, a praça fica vazia e apenas uns poucos dos que lá estavam ficaram para levantar a mão. O que é que haverá para repartir? Apenas o amor que dão uns poucos. Pois, isso é o que acontece na vossa humanidade em que apenas o amor de uns poucos sustém o mundo, porque a maioria apenas está disposta a receber, mas não para receber amor, principalmente para satisfazer o seu egoísmo.
Esperamos, como sujeitos passivos, que o amor venha de fora. Que, por artes de magia, esse amor do exterior nos alcance e nos faça felizes, sem que nós tenhamos que fazer nada, como se de uma droga se tratasse. Mas, como digo, ainda que recebendo tudo o que precisamos, se permanecermos passivos, se não lutarmos para vencer o nosso egoísmo, chegará esse ser que nos ama para nos dar tudo o que traz dentro e diremos: “Não é suficiente, ainda não sou feliz. Ainda necessito que me dês mais”. E exigiremos mais e mais porque nunca será suficiente para encher o nosso vazio interior. E nunca apreciaremos o que nos foi dado, mas apenas levaremos em conta aquilo que ainda não recebemos. Qualquer pequeno obstáculo da vida, será um motivo de queixa. Se amanhece nublado, queixamo-nos porque faz frio, se amanhece ensolarado queixamo-nos porque está calor. E tudo isso porque procuramos de forma errada. Esse vazio que uma pessoa sente, apenas se pode encher com o amor que, cada um mesmo, é capaz de gerar, de forma ativa, para si próprio e para os outros. Portanto, para ser feliz é tão necessário dar amor, como recebê-lo.


Voltemos ao tema da vaidade. Digo eu que nem todo o mundo que se encontra na etapa da vaidade terá as mesmas características.

Não. Dentro da vaidade existem diferentes graus. Numa primeira etapa de vaidade inicial dão-se as manifestações mais primitivas e materiais do egoísmo, como a avareza (não querer repartir com os outros o que se tem), a cobiça (querer possuir cada vez mais, mesmo prejudicando outros), a inveja (revolta contra os que têm algo material que se cobiça). Numa segunda etapa, quando o espírito avança no conhecimento dos sentimentos, este egoísmo materialista começa a transformar-se em egoísmo espiritual. Nesta etapa o espírito continua agarrado ao egoísmo, mas, ao mesmo tempo, já começou a desenvolver o sentimento. Apesar de ainda ser avesso a dar, é capaz de reconhecer a presença do amor e o bem-estar que proporciona e procura recebê-lo. É então quando a avareza se vai transformando em apego (não querer repartir com os outros o carinho e o amor que se recebe de determinadas pessoas) e a cobiça, na absorvência (querer que todo o mundo se disponha a dar-lhe carinho), enquanto a inveja toma um cariz mais subtil e se transforma em aversão pelos que têm alguma virtude espiritual que ele não tem, mas gostaria de ter. Ao serem mais sensíveis, têm uma noção da justiça mais desenvolvida, mas quando o assunto lhes diga respeito, com frequência atuam injustamente favorecendo-se a si próprios propositadamente, por continuarem agarrados ao seu egoísmo, sendo mais culpados por serem mais conscientes.


Que avanço fundamental conseguiu o espírito para se poder dizer dele que superou a etapa da vaidade?

A principal aquisição que marca a fronteira entre a vaidade e o orgulho é o despertar do próprio amor espiritual. Enquanto o vaidoso é eminentemente um espírito receptor de amor, o orgulhoso já é um espírito dador de amor. Significa que já adquiriu a capacidade de amar verdadeiramente por iniciativa própria de forma bastante segura.


Ver Mais:

3ª Parte - https://vivisawaking.blogspot.com/2018/11/3-parte-perguntas-e-respostas-sobre-o.html
4ª Parte - https://vivisawaking.blogspot.com/2018/11/4-parte-p-amor-x-egoismo.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

4ª Parte - P&R Amor x Egoísmo




Continuo sem imaginar bem como funciona essa relação entre amor e egoísmo na própria natureza do ser humano. Como pode acontecer que possamos ser capazes de amar e de ser egoístas ao mesmo tempo? Não me poderias esclarecer este ponto?

Sim, claro. Imagina que o ser humano é como uma cebola, em cujo coração está o espírito que irradia a luz, que é o amor. Este centro emissor de luz encontra-se recoberto por múltiplas camadas, de maneira que cada uma destas camadas obstrui um pouco a passagem da luz, até que a soma de todas as camadas juntas impede quase totalmente que a luz saia para o exterior. Cada uma dessas camadas representa uma manifestação do egoísmo que há que ir eliminando progressivamente para que, finalmente, a luz, o amor, brilhe, se manifeste em toda a sua grandeza. À medida que vamos eliminando camadas, a luz (o amor) do interior, encontra menos obstáculos para sair para o exterior. As camadas mais externas correspondem ao egoísmo mais primitivo e superficial. São as camadas correspondentes à vaidade. As camadas intermédias corresponderiam ao orgulho e as mais internas à soberba.
Cada pessoa encontra-se num ponto distinto deste processo. A maioria dos espíritos que habitam a Terra apenas se conseguiu desfazer de algumas das primeiras camadas. Outros conseguiram eliminar também algumas das camadas intermédias e uns poucos estão em processo de eliminação das camadas mais profundas do egoísmo. Embora este processo seja progressivo e haja espíritos em todos os graus, podemos tentar classificar os espíritos em três grandes grupos, segundo o nível de eliminação de camadas em que estão: Espírito amável-vaidoso, generoso-orgulhoso e amoroso-soberbo.


Porque os qualificas com dois adjetivos, um positivo e outro negativo?

Porque não quero que na classificação apenas se manifeste a parte egoísta do espírito, mas também reconhecer as qualidades que o espírito pode desenvolver em cada etapa. O primeiro adjetivo expressa a qualidade representativa a que pode chegar o espírito quando se esforça por desenvolver o amor e o segundo, o grau de egoísmo em que se encontra. O vaidoso pode ser muito amável, o orgulhoso muito generoso e o soberbo muito amoroso quando está disposto a vencer o seu egoísmo e a lutar pelos sentimentos. Mas, não há nada de negativo em admitir a existência do egoísmo em cada um de nós e delimitá-lo com clareza, para o conhecer e poder superá-lo. O negativo para o espírito seria não querer reconhecer a sua existência, não admitir a realidade de que todos temos uma parte egoísta que devemos eliminar para poder amar verdadeiramente e ser autenticamente felizes. Não o reconhecer conduz à estagnação espiritual, porque não se pode superar aquilo que não se admite, de igual modo que não se pode desintoxicar um alcoólico que não admite que o é.

Poderias expor com mais detalhe as características de cada uma dessas três manifestações do egoísmo, a que chamaste vaidade, orgulho e soberba?

Sim. Podemos distinguir, pelo menos, três formas de egoísmo que são, desde a mais grosseira até à mais subtil, vaidade, orgulho e soberba. Na conversa do dia-a-dia utilizamos estas três palavras frequentemente, mas, como veremos, o seu significado espiritual é muito mais extenso e profundo e difere em muitos aspectos do significado com que correntemente as empregamos. Começaremos por defini-las uma a uma e analisá-las nas suas manifestações.


Que é a vaidade e quais são as suas manifestações?

A vaidade é a forma mais primitiva de egoísmo. É própria dos espíritos mais jovens, dos espíritos que apesar de terem avançado bastante na sua inteligência, ainda são principiantes no conhecimento dos sentimentos.
A principal característica do vaidoso é que está muito inclinado para si próprio, sobretudo em satisfazer as suas necessidades e desejos mais primitivos e escassa ou nulamente preocupado com as necessidades dos outros seres, excedendo-se no exercício do seu livre arbítrio, sem tomar consciência de que, em muitas ocasiões, invade o livre arbítrio dos outros. A pessoa vaidosa pretende ser o centro, que os outros reparem nela. Por conhecer escassamente o amor, não distingue bem entre o amor verdadeiro e o prazer. Necessita e deseja mais do que ama. Por isso, nas suas relações, inclina-se mais a procurar a fama, a admiração, o louvor, estar deleitada e satisfeita nos seus desejos, do que a ser amada e amar.
O vaidoso estabelece comparações contínuas entre si mesmo e os outros, tentado sempre aparecer acima de eles. Frequentemente, engana e difama os que julga por baixo dele em aptidões ou em condições materiais e gaba, excessivamente, os que julga poder utilizar para obter algo para si mesmo. Costuma agir injustamente, favorecendo sempre os seus interesses. Por isso, frequentemente, falseia a realidade para disfarçar os seus actos egoístas. Amiúde sente-se insatisfeito consigo mesmo devido ao pouco sentimento que coloca e, por isso, foge pavorosamente da solidão. Necessita muito de outras pessoas, as quais costuma tentar atrair a si e manipular para satisfazer, não só as suas necessidades, mas também os seus prazeres e os seus caprichos, até ao ponto de escravizar física ou psicologicamente as pessoas que estão à sua volta. Mas também se cansa rapidamente das relações se estas não lhe trazem a satisfação esperada. Por isso, são pessoas que esgotam e manipulam frequentemente os membros da sua família mais indefesos, como o par ou os filhos e, nas relações laborais, os seus subordinados, por considerar que são pessoas da sua propriedade ou que não podem escapar à sua influência. Quando não recebem a atenção que julgam merecer, procuram chamar a atenção dos outros de qualquer forma e a qualquer preço, fazendo-se de vítimas e usando da agressividade, da chantagem, da mentira ou de qualquer outra forma de manipulação que encontrem.
Devido à vibração tão negativa e asfixiante que podem gerar quando o seu defeito se manifesta em toda a sua plenitude, acabam por extenuar às pessoas à sua volta, pelo que, se não conhecerem a vaidade e saberem como lidar com ela, poucas são as pessoas capazes de as aguentar durante muito tempo. Esta é a razão pela qual têm muitos conhecidos e poucos amigos. Cansam-se facilmente do que exige esforço e procuram que outras pessoas assumam as suas responsabilidades, apesar de se gabarem constantemente do muito que eles fazem e do pouco que fazem os outros. Quando fazem alguma coisa por alguém, raramente é de forma desinteressada e discreta, mas sempre com exibição, procurando uma compensação em troca disso que, geralmente, costuma ser maior que o gesto que eles tiveram com os outros. Um vaidoso não pretende ser boa pessoa, mas apenas parecê-lo.

Ufa! Pois, espero que não haja muita gente assim!

Pois, três quartas partes da humanidade ainda se encontram nesta fase inicial de evolução e a vaidade é o defeito predominante na classe política do vosso mundo. Ainda que, seguramente, não haja ninguém que assuma identificar-se com o que acabo de dizer, porque admiti-lo, seria já sinal de que a pessoa se encontra numa etapa mais avançada. É por isso que vosso planeta está como está.
Pois, viver com pessoas assim egoístas deve ser um suplício!
Por acaso, tu julgas que estás livre do egoísmo, manifeste-se ele desta forma ou de outra mais subtil? É uma afirmação, a que fazes, em que brilha o teu próprio egoísmo, manifestado na forma de incompreensão em relação aos teus irmãos, que te serve para justificares o desejo de te afastares deles por não serem mais evoluídos. Esta etapa da vaidade, de igual modo que as seguintes, do orgulho e da soberba, são etapas pelas quais todos, absolutamente todos, os espíritos, têm de passar no seu caminho de aperfeiçoamento. E quem as superou é porque em determinado momento tomou consciência do seu defeito e trabalhou para o superar e tê-lo-á conseguido com a ajuda do exemplo de pessoas mais avançadas com as quais aprendeu. Se os espíritos mais avançados, quando alcançam o seu avanço, se desinteressassem dos seus irmãos menos avançados, que espécie de amor estariam a praticar? O facto de o ter descrito assim de forma tão direta pode parecer muito cruel. Mas não o faço com a intenção de que seja utilizado para discriminar ou marginalizar alguém, é apenas para que tomeis consciência desta manifestação do egoísmo e que empregueis esse conhecimento para vosso aperfeiçoamento.

Ver Mais:

3ª Parte - https://vivisawaking.blogspot.com/2018/11/3-parte-perguntas-e-respostas-sobre-o.html

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

3ª Parte - Perguntas e Respostas sobre o Amor

Meus queridos, como amanhã é feriado, resolvi antecipar os posts de sexta-f falando sobre o Amor...vamos lá!





AMOR VS EGOÍSMO

Qual é o primeiro passo que cada um devia dar para poder amar?
Para amar é necessário sentir-se a si mesmo e, para se sentir a si mesmo, é necessário conhecer-se a si mesmo. Se queres amar os outros, aprende primeiro a amar-te a ti mesmo, através de te conheceres a ti mesmo. Quem não se quer a si mesmo não pode querer aos outros.

Mas eu tinha entendido que para amar os outros tens de renunciar a ti mesmo!
Nem pensar. O que tens de fazer é renunciar ao teu egoísmo, mas não aos teus sentimentos. O que acontece é que tens um conceito do que é o amor que é incorreto, porque misturais o amor com o egoísmo. Amar-se a si mesmo não é julgar-se melhor que os outros e, por isso, dedicar-se a satisfazer caprichos egoístas, mas antes reconhecer as necessidades afetivas próprias, os sentimentos, e desenvolvê-los para que sejam o motor da sua vida. Por isso disse que para amar verdadeiramente é tão importante conhecer-se a si próprio. Conhecer-se implica saber distinguir entre o que sentimos e o que pensamos, reconhecer entre o que vem do nosso sentimento e o que vem do nosso egoísmo.

Então, como distinguir o que é o amor do que o que, não é?
O amor na sua expressão máxima tem de ser incondicional. Quem ama verdadeiramente não espera nada em troca e quem age por interesse não está a amar verdadeiramente. O amor tem de ser livre, senão, não é amor. Não se pode forçar ninguém a amar.
Quem quiser amar tem de querer também renunciar ao egoísmo. O amor e o egoísmo são conceitos contrários, incompatíveis entre si, antagónicos. Não se pode amar sem renunciar ao egoísmo, já que o egoísmo é, na realidade, a ausência de amor. Aprender a amar é o mesmo que aprender a desprender-se do egoísmo. Quem aumenta a sua capacidade de amar diminui o seu egoísmo e vice-versa.

E como aprende o espírito a amar?
É um processo contínuo que requer muitíssimo tempo de evolução. O espírito começa-o antes de iniciar a fase humana e não o termina nunca, já que há sempre algo novo para aprender a respeito do amor. Como aprender a falar, não há outra forma de desenvolver o amor que não seja através da interação constante com outros seres. Nas primeiras etapas, quando o ser espiritual está escassamente desenvolvido, experimenta o amor que outros seres mais avançados sentem em relação a ele na forma de emoções. Isso provoca-lhe bem-estar. Também tem de experimentar o que é a ausência de amor, quer dizer, o egoísmo de outros seres que, da mesma forma que ele, ainda não são capazes de amar. Isso far-lhe-á sentir emoções de mal-estar, mas também lhe permitirá reconhecer, aprender a distinguir melhor entre a ausência e a presença de amor e a valorizar a presença de amor, o que servirá de estímulo para poder desenvolver em si mesmo os sentimentos. Ou seja, antes de ser capaz de amar, o ser espiritual sensibiliza-se como receptor do amor de  outros seres mais avançados, que lhe servem de exemplo do que é ser emissor de amor. Também terá de conviver com outros seres com egoísmo igual ou mais acentuado do que ele mesmo, que servem de exemplo do que é a ausência de amor. Todas estas interações lhe motivarão o desenvolvimento, primeiro, das emoções e, mais tarde, dos sentimentos.

Uma vez que o espírito reconheça o amor que recebeu dos outros, nessa altura já está preparado para ser um emissor de amor. Serão os seres que o amaram, os primeiros em relação aos quais vão despertar os primeiros sentimentos de afeto (usualmente em relação a algum membro da sua família), enquanto os restantes seres, os que se comportaram com egoísmo em relação a ele, serão inimigos, e os que nunca tiveram relação com ele, simplesmente serão seres pelos quais sentirá indiferença. Nesta etapa, o espírito é apaixonado nos amores, vingativo e rancoroso nos desamores. Chegará outra etapa mais avançada em que o ser já não quererá prejudicar os que lhe provocaram dano, porque se dá conta de que o sofrimento em si mesmo é algo negativo, incompatível com o amor, e abandonará a vingança como forma de ressarcimento pelo dano recebido. A esta etapa poderíamos denominar amor condicional avançado. Chegado certo momento, quando o grau de compreensão e de sensibilidade do ser tenha aumentado consideravelmente, está preparado para dar o grande salto, o de querer a todos os demais seres da criação, incluindo àqueles que o odiaram e o rebaixaram e o fizeram sofrer o indescritível. Quer dizer que entrou na etapa final, em que se alcança o amor incondicional, aquele amor que anunciavam os seres avançados como Jesus quando diziam “ama o teu inimigo”. Com certeza, isso não acontece da noite para o dia. Serão necessários milhões de anos de evolução para percorrer o caminho da primeira à última etapa.

Poderias resumir essas etapas para que eu tenha uma ideia?
Sim, ainda que, como digo, o processo seja contínuo, poderíamos dividi-lo, para sua melhor compreensão, nas seguintes etapas:
1-      Insensível como receptor e emissor de amor;
2-      Parcialmente sensível como receptor de amor – insensível como emissor de amor;
3-      Sensível como receptor – parcialmente sensível como emissor (amor condicional);
4-      Altamente sensível como receptor – altamente sensível como emissor (amor condicional avançado);
5-      Totalmente sensível como receptor – totalmente sensível como emissor (amor incondicional);

Qual é o origem das emoções e dos sentimentos e em que se diferenciam?
Nos primeiros estádios de evolução do ser espiritual, este só é capaz de sentir emoções que, geralmente, são apenas uma resposta a um estímulo de natureza exterior. Este desenvolvimento da percepção emocional começa logo em etapas anteriores à humana. De facto podeis observar que muitos mamíferos superiores, como cães, vacas, cavalos ou golfinhos, já são capazes de perceber e manifestar emoções bastante profundas de muito diversos tipos. À medida que o espírito experimenta com as emoções e começa a tê-las em conta para tomar decisões, está a começar a desenvolver o sentimento. Podeis considerar que os sentimentos são a forma evoluída das emoções.
Podes expor com mais profundidade a distinção e a relação entre as emoções e os sentimentos?
As emoções são de duração curta, geralmente são ativadas por algum tipo de estímulo, exterior ou interior. Os sentimentos têm uma duração mais extensa, estão mais profundamente enraizados no espírito e ainda que recebam a influência do exterior, não têm de ser motivados por nenhum impulso exterior, mas antes pela própria vontade do espírito. Os sentimentos e as emoções estão intimamente ligados. O sentimento é capaz de despertar as emoções. É como a fonte interna de que emanam, de maneira que, neste aspecto, as emoções são uma manifestação dos sentimentos. Também as emoções, sobretudo as percebidas do exterior, influem nos sentimentos e podem ser um estímulo para os ativar ou para os reprimir. No máximo desenvolvimento do sentimento de amor, ou seja, quando se chega a experimentar o sentimento de amor incondicional, encontramo-nos já perante um sentimento que não vai terminar nunca e que, além disso, não necessita de nenhum estímulo exterior para que seja despertado ou alimentado.

Em que parte do ser se originam as emoções e os sentimentos?
As emoções e os sentimentos de amor originam-se no corpo espiritual. As ego-emoções e os ego-sentimentos, ainda que sejam percebidos no corpo espiritual, desenvolvem o seu carácter egoísta no corpo mental.

Não entendo o que queres dizer. O que são os ego-sentimentos e as ego-emoções?

São os sentimentos e emoções negativas gerados por atitudes egoístas. Na realidade, as atitudes egoístas são pensamentos e, portanto, originam-se na mente.

Então o sentimento e o pensamento têm uma origem distinta? Sempre julguei que ambos eram fruto da mente.
Pois, não têm a mesma origem. O sentimento procede do espírito (corpo espiritual) e o pensamento, da mente (corpo mental).

Deixa ver se compreendi bem. Queres dizer então, que o egoísmo se origina na mente e o amor no espírito?
Sim. Ainda que como já disse as ego-emoções e os ego-sentimentos se percebam também no corpo espiritual, o seu aspecto egoísta é gerado na mente.

Poderias esclarecer-me este ponto? Continuo sem entender como pode ser que o egoísmo se origine na mente e que os sentimentos ou emoções egoístas se sintam no espírito.
Claro. Imagina que uma pessoa se encontra com uma lanterna acesa dentro de uma cúpula de cristal. Se o cristal é transparente, tanto a luz que sai da lanterna para o exterior como a luz que entra do exterior no interior, não sofrerá praticamente nenhuma modificação pelo facto de passar através do cristal. Contudo, se o cristal da cúpula, em vez de ser transparente, for opaco, então modificará a passagem da luz através dela, tanto da luz que sai do interior para o exterior como da que entra do exterior no interior da cúpula. A pessoa com a lanterna representa o corpo espiritual e a cúpula de cristal representa o corpo mental. A opacidade do cristal da cúpula representa o egoísmo. O egoísmo modificará tanto a percepção dos sentimentos e emoções dos outros (a luz que entra), transformando-os antes de impressionarem o corpo espiritual, como a expressão ou manifestação dos sentimentos e emoções que procedem do corpo espiritual (a luz que sai), que serão percebidos pelos outros já com o matiz egoísta de que se impregnaram ao passar pela mente.

Ver Mais:

Não deixe de acompanhar as outras partes já postadas:



Beijos no coração,

Namastê

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

2ª PARTE - PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O AMOR

Galera dando continuidade aos posts de sexta f, vamos falar sobre o amor?!!!!


Para quem não viu a 1ª Parte é só clicar no link abaixo:


https://vivisawaking.blogspot.com/2018/10/1-o-amor-e-oportunidade-de-conhecermos.html




Já mencionaste a lei do amor em múltiplas ocasiões mas, o que é, segundo a tua opinião, o amor?
O amor pode definir-se, na sua expressão máxima, como a capacidade de sentir os outros como a nós mesmos.

Mas, o amor existe realmente ou é apenas um conceito abstrato?
Existe realmente e manifesta-se como uma intensa vibração da essência vital ou princípio espiritual que se transmite a todos os planos da existência, desde o plano espiritual, passando pelo mental e o astral, até chegar ao físico. A manifestação do amor no plano energético é a energia de mais alta vibração, a luz mais brilhante, a luz das estrelas. Essa vibração, a vibração do amor, de igual modo que a luz, pode-se transmitir e ser recebida.

E o que é o que se experimenta exatamente com o amor?
Quando um ser experimenta o amor verdadeiro, sente-se cheio, plenamente feliz, invadido por uma vibração, uma força e uma sensibilidade extraordinárias. Já não precisa de mais nada para ser feliz. O espírito inspirado pelo amor sente desejo de transmitir aos demais esse bem-estar e ajudá-los a serem felizes porque se sente unido com eles, como se fizessem parte dele. Invadido pelo amor, o seu corpo astral eleva a sua vibração de maneira que a aura se expande enormemente e se torna muito brilhante. Quanta mais capacidade de amar tem o ser, mais alta é a sua vibração e maior a energia que é capaz de transmitir. Quando alguém ama, transmite essa vibração amorosa aos outros. Se o receptor ou receptores da mesma, forem sensíveis, percebem-no como uma onda de calor intenso que não queima, uma vibração que percorre alguém por completo, que chega até o canto mais profundo, como se enchesse cada um dos poros da sua alma, provocando estremecimento e fazendo-o sentir como que envolto por uma nuvem de paz e harmonia. Nesse estado de bem-estar interior a pessoa sente-se optimista, alegre, relaxado, sereno e descobre que os problemas da sua existência não são tão graves.

O que descreves, parece uma experiência muito mística. Não sei até que ponto é acessível para nós, os humanos.
É acessível, mas estais tão materializados que vos falta sensibilidade, tanto para dar como para sentir directamente o amor. É como tentar ouvir rádio ao lado de uma perfuradora pneumática a trabalhar. Por isso, mais que sentir o amor, o que a maioria de vós apreciais são os actos que se fazem por amor, ainda que para a maioria ainda se torne difícil de entender o que motiva uma pessoa a actuar dessa forma.

E porque é uma lei espiritual o amor?
Porque está escrita no interior do espírito: o espírito necessita amar para ser feliz. Na ausência de amor, o espírito murcha como uma flor cortada rente.
Se, pela lei do livre arbítrio, o espírito necessita de ser livre para poder ser feliz, pela lei do amor, o espírito necessita de amar para ser feliz. Se unirmos estas duas leis numa só diríamos que o espírito necessita de amar em liberdade para ser feliz.

Se o amor é necessário para a felicidade do espírito, porque não nascemos todos amando?
É outra das capacidades, a de amar, que o espírito tem de desenvolver por si mesmo no seu processo de evolução. Como já disse, a chispa espiritual, quando é criada, tem em potência numerosas capacidades, mas precisa de desenvolvê-las. Uma delas é a capacidade de amar. Desenvolver a capacidade de amar é o objectivo mais importante do processo evolutivo do espírito. O amor é a força harmonizadora e dinamizadora do Universo espiritual.

Como é que o amor influi na harmonia do Universo?
Por um ato de amor existem todos os seres espirituais! O amor é a força que alimenta qualquer impulso criador. O amor é a base sobre a qual se apoia a solidariedade espiritual universal. O espírito inspirado pelo amor sente o desejo de ajudar na evolução a todos os outros seres da criação, para que sejam capazes de experimentar por si mesmos a felicidade que emana do amor. Apenas sobre a base do amor se construirá o que é verdadeiro e sólido.

Semana que vem falaremos sobre AMOR X EGOÍSMO, aguardem!!!

Beijos no coração,

Namastê

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

ARLY CRAVO: sentimento de apego e perda nos relacionamentos

Pessoal,

Recebi hoje de manhã um vídeo bem legal que explica sobre o apego e a perda nas relações afetivas.

O Arly Cravo explica de uma forma bem clara o que é tudo isso, vale a reflexão:


terça-feira, 3 de abril de 2018

A PARTE QUE FALTA: e esse vazio que muitas vezes nos corroí???


Pessoal,

Preciso compartilhar com vocês esse vídeo do KCT!!!

Chorei

Entendi

Compreendi...

Beijos no coração,

Namastê




não sei quanto a você, mas sempre falta um trocinho. às vezes falta muita coisa, às vezes só uma coisinha que parece um mundo de faltas. pra muitos falta o indispensável e aí o que falta pra você parece nada, mas é demais de onde você tá olhando. o negócio é que vai faltar, e depois não vai mais. depois vai faltar de novo e lutar contra a falta parece uma luta cansativa demais pra entrar. então que tal entender a falta, andar com ela, fazer de tudo pra preenchê-la, mas sabendo que ela volta. e que volte! porque saber que vai voltar é um belo de um carinho.


Infinite Perspective de Kevin MacLeod está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/...)
Origem: http://incompetech.com/music/royalty-...
Artista: http://incompetech.com/






segunda-feira, 27 de novembro de 2017

RELACIONAMENTO AFETIVO X DESPERTAR: Diferentes Rumos


Oi gente!

Hoje vamos explorar mais um pouco o tema sobre Relacionamentos Afetivos x Despertar

Comentário da Sacha
Desconstrução e ressignificação nos relacionamentos

Sacha Passos: 1 semana atrás
Muito bacana Vivi! Ouvir e nos colocar no lugar do outro é realmente necessário pra que haja mais compreensão e aceitação, muitas vezes o ego não nos permite perceber isso, por considerar que o certo, verdadeiro e único caminho pra todos é o despertar da consciência e não aceitamos que as pessoas próximas a nós permaneçam adormecidos diante dos nossos julgamentos. Por outro lado, que no meu caso seria o do namorado, percebo que em virtude do caminho que estou trilhando não está totalmente alinhado ao do meu companheiro, houve um certo distanciamento entre nós, pq de fato nossas conversas, interesses, atividades, livros, filmes, musicas, ambientes, vibração, vivências, propositos, valores e até msm os sentimentos e emoções que sentimos sobre o relacionamento passam por grande desconstrução e resignificação, tudo isso por muitas vezes me faz repensar o relacionameno, apesar de muitos anos de vida juntos e tbm estando neste caminho espiritual há algum tempo, ainda tenho certa dificuldade em lidar com isso.
Inclusive neste momento este sentimento voltou a incomodar.
Se der comenta algo mais, dentro dessa outra percepção!
Bjs no coração

Gratidão \_/


Sacha espero ter te ajudado!

beijos no coração

Namastê

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA x RELACIONAMENTOS AFETIVOS

Oi gente,

Quem nunca nesse caminho do despertar já se pegou numa situação de querer a todo custo "convencer" quem a gente ama a seguir o mesmo caminho, não é mesmo???

...pois é, no caso do vídeo de hoje respondo a pergunta da Flá que comenta que seu namorado fica insistindo para ela seguir o caminho, mas ela confessa que não está nem um pouco afim, e agora???





Beijos no coração,

Namastê,


Ver Mais:

sexta-feira, 14 de julho de 2017

SEXO E ESPIRITUALIDADE: O Parceiro Ideal




Nesta quarta conferência do seminário de Relacionamentos Afetivos, tantra, amor sexo e espiritualidade, o professor nos fala como a filosofia do Tantra encara o parceiro ideal.

No caminho do Tantra o outro passa a ser um companheiro de jornada espiritual onde ambos auxiliam-se na busca de equilíbrio e compreensão.

Não devemos criar um ideal em nossas mentes e estarmos totalmente livres para receber o outro em nossas vidas. Devemos aceitar o outro como ele é e aprendermos a dar a devida importância que esse outro ser tem em nossas vidas.


O tantra nos ensina que a verdadeira realização está dentro de nós mesmos e que não é o outro que nos trará a verdadeira felicidade e realização. Assim sendo aprendemos a ter o outro em nossas vidas dentro de uma nova ótica e perspectiva.



Ver Mais:

Seminário de Tantra, Amor, Sexo e Espiritualidade - 1/8 - As frustrações afetivas e sexuais

Seminário de Tantra, Amor, Sexo e Espiritualidade - 2/8 - A repressão sexual  - 2/8
https://www.youtube.com/watch?v=xeQFBSLGqXU

Seminário de Tantra, Amor, Sexo e Espiritualidade - Almas gémeas e o parceiro ideal 3/8
https://www.youtube.com/watch?v=1e0Q2_CccTs



sexta-feira, 5 de maio de 2017

VÍDEO EXTRA: DIFICULDADES E PERDAS NOS RELACIONAMETOS AMOROSOS



Oi gente,

Hoje extraordinariamente posto aqui um vídeo falando sobre as dificuldades que encontramos dentro dos relacionamentos amorosos.

Falo também da dor da separação e como superá-la.

Vamos refletir sobre isso?

Um beijo enorme no coração de todos vocês.

Namastê




Ver Mais:

Deixo agora os vídeos que fiz há três anos atrás quando estava enfrentando o sofrimento com o término da minha relação.

APEGO NOS RELACIONAMENTO 1


APEGO NOS RELACIONAMENTOS 2