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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Bate Papo sobre como sentir o EU SOU



Você não é o corpo que pensa que é
Você não é a mente que pensa que é
Você não é o desejo que pensa que é

COMO SENTIR O EU SOU???

Esse é o tema do Bate Papo de hoje



Você é a testemunha que ocupa o universo inteiro.

Isso significa que você não pode ir a lugar nenhum!

Aonde quer que você vá, você está nadando no Si mesmo.

Todo esse oceano de existência é seu.

Não tem fronteiras, não tem limites.

A natureza é sempre uma doadora em abundância.

Com um único sentido você é capaz de experienciar o seu ser. Mas em vez de um, a existência lhe deu cinco sentidos, e ainda assim você não encontrou a Si mesmo. Cinco portas...e você ainda não entrou em sua própria casa!

Se você puder apenas ouvir esse momento...
Se você puder ouvir o silêncio do seu próprio ser intensamente, totalmente...
Esse momento pode se tornar sua iluminação.

Não é uma questão para ser discutida. É simplesmente uma investigação dentro do seu próprio espaço interior. É para a mente a partir dos seus pensamentos ondulantes e vir para uma quietude dentro de si, onde nada se move.

É tão simples...

Se você puder ficar aqui sem pensar, sem mente...
Este é o lugar, o espaço, você não tem de ir a nenhum outro lugar para encontrá-lo


terça-feira, 2 de agosto de 2016

O QUE BUDA FARIA???



Acontece com todo mundo. Quando estamos em um impasse, é quase automático pensar como o amigo, o parceiro ou o chefe agiriam em nosso lugar. Mas você também pode imaginar qual seria o comportamento de Buda. As soluções estão no livro “O Que Buda Faria? - 101 respostas para os dilemas cotidianos da vida”, da Editora Pensamento. Um compêndio de orientações embasadas em práticas, textos, rituais e mitos da religião budista. Acompanhe algumas dicas:




Buda estava em um barco durante uma tempestade, quando pronunciou as seguintes palavras: “Desperta! Em qualquer circunstância, a pessoa sábia mostra a determinação de dar o melhor de si”. As palavras foram ditas porque, apesar de a vida de todos estar em risco, a tripulação mantinha-se apática. A passividade em face do perigo é uma tendência natural porque não confiamos em nossa tripulação e perdemos a esperança. E isso é uma pena, pois pior do que fracassar é fracassar pela inércia. Buda nos encoraja a despertar para a realidade e a agir. Isso, por si só, já é sucesso.



Um crítico sincero é uma bênção na vida, pois nos mostra realmente quem somos. Nada melhor do que a crítica para revelar a infantilidade do eu defensivo. A mente infantil retrucará da pior maneira possível. E você verá as coisas que virão à tona. Buda nos desafia a não ser assim.



Algumas pessoas nunca amadurecem. É da natureza delas causar problemas. Saem por aí destruindo sem perceber o dano que causaram.O ensinamento de Buda é separar a censura imediata da raiva duradoura. Quando você está disciplinando um filho pequeno, deve fazê-lo o mais depressa possível. Poucas horas depois, ele esquece tudo, e você também deve esquecer. Seria justo bater em uma criança porque você está com raiva? É claro que não. Mas bater numa criança para castigar uma travessura antiga é pior ainda.



Na verdade, tentar mudar os outros é a desculpa para não mudar a nós mesmos. E é por isso que as limitações que mais nos irritam nos outros são justamente as que encontramos em nós. Mesmo quando temos de prestar atenção nas limitações alheias, aprendemos mais examinando a nós mesmos. Mudar não é apenas a melhor maneira de nos ajudarmos. É a melhor maneira de ajudar os outros.



O ensinamento budista defende que a hora é agora; agora é o que é. E que estamos sempre na hora certa quando vivemos o momento, sem pensar no passado ou futuro. Isso, além de não dar a sensação de que o tempo passa depressa demais, evita atrasos. Não espere o momento chegar. Ele não chega. Em vez disso, perceba sua própria presença neste momento, no agora. Quando você eliminar sua separação em relação ao tempo, começará a deixar de perder a hora.



Aqui Buda fala sobre a natureza fugaz de todas as coisas: amores, vida, inclusive a nossa. Como uma estrela cadente, que não se perpetua, ninguém deve esperar que o prazer de uma companhia dure para sempre. Quando sentimos falta de uma pessoa, estamos com saudades dos momentos que vivemos juntos – momentos que, por sua própria natureza, precisam passar. Só a passagem dos instantes vividos permite a chegada dos novos. Precisamos estar no presente para experimentá-los.



Em geral, damos liberdade para nossos filhos se comportarem mal por que os vemos como uma extensão de nós mesmos. E não queremos que eles se sintam mal. Por isso a indulgência. O problema é que também relevamos os limites. E esse é o grande erro por que temos de aprender a dizer não. Buda alerta-nos para que seja estimulado nos filhos a consciência de que a felicidade e a satisfação vêm de dentro, não de fora. Mostrar à criança que você segue os princípios que ensina pode ser o melhor exemplo.


Devemos preservar a atitude certa em nossa jornada, por mais cinzento e confuso que o mundo torne o trajeto. Nos momentos de engano, convém usar tanto o senso moral imediato quanto à inteligência racional e cautelosa, para manter o rumo certo. Não, é fácil. Mas Buda disse que nós somos capazes disso. Portanto, somos.


Bendita seja a competição. Segundo o budismo são os concorrentes que nos obrigam a reunir forças para superar metas. E até merecem nossa gratidão por isso. Pois eles nos testam e nos pressionam a expandir nossas fronteiras. Quando tiver de enfrentar inimigos, não esqueça que eles estão lhe oferecendo um presente que os entes queridos raramente oferecem. Lance mão das suas reservas e honre esse presente vencendo-os com elegância.


A vida é longa quando temos uma tarefa difícil a realizar. Nós adoramos simplesmente mergulhar de cabeça nas coisas e fazer tudo num momento de inspiração. Mas o mundo não é assim. Aliás, é preciso dosar as forças para a grande jornada. Se não temos condições de empunhar a tocha até o fim, é melhor passá-la adiante do que deixá-la extinguir em nossas mãos.


Em primeiro lugar, Buda deixa claro que não se conquistam essas coisas por meio da oração. Por mais tentador que seja orar para pedir. Ele insiste que o que conquistamos com esforço é o que satisfaz. A oração ajuda, mas percorrer o interminável caminho da prática é o único meio de receber uma recompensa valiosa. Às vezes, o próprio caminho já é a recompensa.


Na verdade, o que Buda alerta é para não nos deixarmos guiar cegamente por nada. Nem por um professor, nem por um doutor, nem por um mestre religioso apenas por conta do título deles. Pois só quando conhecer uma coisa pela experiência é que você deve aceitá-la como verdadeira.


Extraído do site:

https://www.comprazen.com.br/blog/1/198/faca-como-buda-faria-budismo-autoajuda-ensinamentos-dicas-praticas-monja-coen-nosso-blog

Livro: O que Buda faria? 101 respostas para os dilemas cotidianos da vida

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Não existe droga mais potente do que a experiência espiritual



Uma pessoa “espiritual” pode se tornar viciada nas boas sensações espirituais e não encontrar a Verdade. A adicção espiritual acontece quando algo sensacional ocorre e você sente como se tivesse recebido uma dose de droga. Logo após ocorrer a primeira vez, você quer mais.

Não existe droga mais potente do que a experiência espiritual. O componente intelectual deste vício é a crença de que se você tiver uma grande quantidade destas experiências, você vai se sentir bem o tempo todo. É como morfina, você toma uma dose no hospital porque quebrou seu braço e pensa “se eu tivesse uma pequena dose durante todos os momentos, a vida seria relativamente boa em todas as situações”. Experiências espirituais frequentemente são colocadas pela mente neste padrão, pensando algo como “se eu tivesse esta experiência o tempo todo estaria livre”.

Logo você perceberá que esta condição não é muito melhor do que a de um alcoólatra, porque o alcoólatra pode perceber que tem um problema ao notar que não é culturalmente aceitável estar bêbado o tempo todo. A pessoa espiritual tem certeza de que não tem problema, porque sua droga é diferente das outras drogas, e tenta conseguir ficar nesta experiência para sempre. É o padrão mental de um viciado: “Agora eu tenho, agora não tenho mais. Eu preciso de mais e eu não tenho”.

O problema vai durar enquanto algo em você procura por estas grandes experiências. 

Em um certo momento você irá perceber que estas maravilhosas e agradáveis experiências são como noites divertidas de bebedeira. Você se sente bem por um certo tempo, e em seguida ocorre uma reação oposta. Você se sente alto espiritualmente para em seguida se sentir baixo. Vejo isto acontecendo com muitos estudantes.

Em algum momento você irá perceber que o pêndulo balança da mesma forma para os dois opostos. Você percebe que é impossível manter o pêndulo em um lado apenas, pois sua natureza é se mover de um lado para o outro.

Este impulso de procurar experiências boas ao invés das ruins é o impulso do “eu”, do ego. Isto só será abandonado quando percebemos que tudo é Consciência. Tudo é Deus, tudo é o UM. Ao vermos isto, paramos de tentar deixar o pêndulo em apenas um lado. Porque tudo é o UM, um lado do pêndulo não é melhor do que o outro.

(Texto de Adyashanti em Emptiness Dancing)


Veja mais em:

 http://despertarcoletivo.com/nao-existe-droga-mais-potente-do-que-a-experiencia-espiritual/






quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

15 Ensinamentos do Caminho de Santiago



Oi gente,

Sempre tive muita vontade de percorrer o Caminho de Santiago, esse é um assunto que me fascina e de vez em quando vou postar coisas interessantes sobre esse Caminho aqui no meu blog.

Beijos no coração.

Namastê


15 Ensinamentos do Caminho de Santiago

Em 25 dias, a jornalista Marina Bessa percorreu sozinha 729 km no caminho francês paraSantiago de Compostela. Tempo suficiente para imergir em uma rotina nova e aprender lições valiosas com os peregrinos.


POR Marina Bessa/ Ilustração: Vanessa Kinoshita

Edição 137

O caminho de santiago entrou na minha vida há alguns anos, quando morei em Pamplona, primeira grande cidade espanhola pela qual passa o trajeto deperegrinação mais famoso do mundo. Existem muitas rotas que levam aSantiago - o mais conhecido é o francês, que começa, oficialmente, em Saint Jean Pied de Port, na França. Mas peregrinos não gostam de determinações oficiais. Isso porque consideram que essa é uma jornada individual, que pode começar onde você desejar, ser feita como você decidir e no tempo que necessitar. Não há certo ou errado. Há apenas a sua experiência e um desejo implícito de chegar diferente ao final do percurso.

No meu caso, não houve grandes revelações, ou sensações arrebatadoras. Cheguei até a pensar que, apesar da viagem inesquecível, nenhuma transformação ocorreria.

Mas, sem nos darmos conta, a caminhada diária de cerca de oito horas nos transporta a uma realidade paralela, em que nossa jornada é construída do zero. Onde ninguém sabe quem você é, o que faz, nem mesmo como se veste. Um pé atrás do outro, um dia atrás do outro, poucas decisões a serem feitas - acordar, caminhar, comer, dormir. E, aos poucos, seu corpo e sua cabeça entram em uma sintonia inédita, que muda seu olhar, sua resistência, sua percepção dos espaços e do tempo.

Ao terminar o percurso e olhar para trás, vi que o caminho é mesmo uma metáfora da vida. Dos vários ensinamentos, listei apenas aqueles que, até o momento, consegui decifrar.


Generosidade aquece a vida

Peregrinos são, por definição, amáveis e gentis. Sempre que passam, desejam "Buen camino!". Sempre que encontram alguém cuidando dos pés, oferecem ajuda. Sempre abrem um sorriso para quem chega para dividir a mesa. Em cinco minutos, você faz amigos capazes de te ceder uma cama, oferecer os seus últimos anti-inflamatórios, diminuir o passo para te acompanhar por perceber que o dia está sendo duro para você. Acredite: você faria o mesmo. No caminho, é a predisposição em ser generosos que nos cerca de amigos e nos faz sentir queridos, protegidos e sempre acompanhados.


A gente se adapta, sempre

Eu achava que não iria caminhar sob chuva, que não iria suportar os albergues, que sentiria dor nas costas por carregar uma mochila de 6 kg durante todo o dia. Mas vi que a gente se adapta. Ao calor, ao frio, à chuva, ao vento. A gente se adapta a uma nova comida, a uma cama diferente a cada noite, aos roncos dos peregrinos cansados. A gente se adapta às pedras do caminho, ao asfalto quente, à trilha com barro encharcado. O que parecia difícil no começo logo vira uma rotina fácil de ser manejada.


A cabeça está no comando

Nos dias em que a minha meta era caminhar 20 km, os últimos quilômetros eram muito difíceis. Nos dias em que teria de caminhar 30 km, 20 eram fichinha e os últimos cinco ficavam intermináveis. Cheguei a caminhar 43 km em um dia, e adivinha? Os 30 primeiros passaram sem eu ver, e só nos últimos comecei a sentir sinais de cansaço. Não importa a quantidade: é a cabeça quem determina os limites. O corpo é forte e só chia quando ela avisa: "ei, já está quase acabando. Pode relaxar."


O corpo fala

Você quer estar bem, pés sem bolhas, pernas fortes. O melhor a fazer é cuidar para detectar qualquer sinal de problema antes que ele dê as caras deverdade. O corpo dá todas as pistas: uma sensibilidade diferente nos dedos é sinal de que uma bolha vai aparecer, uma dorzinha de leve no tornozelo pode indicar uma tendinite, muito tempo sem ir ao banheiro é sintoma dedesidratação. Quem insiste em ignorar essas mensagens tem constantemente a sua caminhada interrompida. Os que escutam e atendem a esses chamados têm um caminho bem mais fácil e aumentam consideravelmente as chances dechegar bem até o final.


A beleza está por toda parte

Algumas paisagens são obviamente bonitas: montanhas verdes sob céu azul, um rio correndo entre campos floridos. Essa paisagem existe no caminho. Mas há também os dias de chuva, vilas abandonadas, campos áridos, planícies infinitas. E todas elas dão belíssimas fotos e são capazes de emocionar. Basta procurar o ângulo certo.


Depois da tempestade, vem a bonança

Houve dias de muito sol, de céu claro. E houve dias de chuva. Nesses dias, vestia minha capa impermeável e colocava música (estratégia reservada somente para os momentos mais desafiadores). Aí eu apenas andava, sem pensar no destino. Não havia nada que pudesse ser feito: era aceitar e esperar. Podia levar algumas horas ou alguns dias, mas a chuva sempre passava. E as más lembranças eram totalmente apagadas por um novo dia desol.


O caminho mais fácil nunca é o mais bonito

Às vezes o caminho se bifurca e você pode optar por seguir por uma estrada mais curta ou pegar uma trilha mais longa e montanhosa. Quem vai pela estrada sempre chega antes e mais descansado. Quem vai pela trilha chega tarde e esgotado. Mas sempre com as melhores histórias, as fotos mais lindas e uma sensação inigualável de ter superado um desafio.


As suas escolhas constroem o seu caminho

Havia algumas escolhas a se fazer: de onde vou começar? Vou dormir em albergues ou pensões? Andar em grupo ou seguir sozinha? Sair cedo para aproveitar a cidade de destino ou ir sem pressa para chegar, aproveitando as pequenas surpresas do percurso? O caminho é feito de escolhas. Nem mais certas nem mais erradas. Mas determinantes e, muitas vezes, irreversíveis. Elas fazem com que o seu caminho seja só seu.


Um pouco de planejamento estrutura. O excesso aprisiona

Era importante começar o dia sabendo em que cidade eu pretendia dormir. Foi fundamental estudar o percurso para saber se precisava levar mais água ou algum lanche. Por outro lado, sair de casa com todas as paradas decididas, hotéis reservados e data de chegada inflexível quase tornou minha jornada burocrática. Como planejar tanto alguma coisa que você não conhece? É preciso deixar espaço para o improviso - ele pode mudar nossos planos para melhor.


Despedir-se

Faz parte da vida a gente conhece pessoas incríveis pelo caminho, com quem compartilha momentos inesquecíveis. Mas sempre chega a hora de dizer adeus - depois de um dia, uma semana ou um mês. É preciso ter consciência disso, não para evitar o apego, mas para desfrutar com intensidade cada momento que vai passar com elas. E quando for a hora de se despedir, é preciso deixar claro o quanto elas foram importantes para o seu caminho. Sua felicidade não pode depender de ninguém, mas é bom saber que com algumas pessoas você é ainda mais feliz.


Esteja sempre atento

Aos sinais o caminho é todo marcado por sinais: quem está atento dificilmente se perde. Em uma bifurcação, bastava parar, olhar atentamente e buscar a seta amarela. Ela sempre estava ali, mostrando por onde seguir. A vida também é assim, cheia de sinais. Mas é preciso estar pronto para decifrá-los (de que serve uma seta amarela na sua frente se você não sabe o que ela significa?).


Você carrega o peso dos seus medos

Para ter um caminho tranquilo, é preciso levar uma mochila leve. E o que deixa a mochila pesada são nossos medos. Medo de ficar doente, de passar frio, deter fome. E aí a mochila se enche de itens desnecessários. Há farmácias, lojas, vendas pelo caminho. Encher a mochila é sofrer por antecipação e tornar a jornada muito mais penosa.


Pessoas são a essência de tudo

Terminado o caminho, são muitas as lembranças. E elas estão cheias derostos. Às vezes me esqueço do nome de um vilarejo, mas nunca de quem me acompanhou naquele dia. Posso não me lembrar do que jantei em um restaurante, mas sempre me lembro de quem jantou comigo. Os lugares foram melhores ou piores de acordo com a companhia do dia. Cerque-se das pessoas certas e tudo estará bem.


Somos todos iguais

Na mochila cabem poucas coisas - só as essenciais. Todos usam as mesmas vestimentas, dormem em lugares simples, comem nos pequenos bares que encontram pelo caminho. Ali, a gente se despe de qualquer vaidade, perde a profissão, deixa para trás o passado. Não é possível fazer qualquer distinção entre classes sociais, raças ou credos. No caminho, resumidos à nossa essência, todos somos iguais.


O importante não é chegar, é caminhar

Chegar a Santiago não é a melhor parte, nem o dia mais importante da viagem: é só uma consequência inevitável. O desfecho do qual não é possível fugir (e quem não escolheria caminhar mais um pouco?). Mais importante que chegar é aproveitar cada dia do caminho. A nostalgia de chegar ao final é inevitável. Ela pode gerar uma tristeza imensa por representar o fim de todas as possibilidades ou ser compensada pela sensação plena de ter vivido intensamente.


Marina Bessa é jornalista, morou na Espanha e achou que o Caminho seria apenas um jeito divertido de unir turismo e atividade física.