Mostrando postagens com marcador Auto-Responsabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Auto-Responsabilidade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de maio de 2017

A PREGUIÇA QUE NOS PARALISA

Oi gente,

O vídeo de hoje fala sobre os nossos deveres e obrigações perante a nossa própria vida.

Sobre ação, reação e aquela preguiça que muitas vezes nos paralisa.

Beijos no coração

Namastê
ॐ















A preguiça é uma matriz psicológica e está relacionada à paralisia de sentimentos no sistema que, por sua vez, agem como um dique, uma barreira que impede a circulação da energia no corpo do indivíduo. Com o tempo, esse bloqueio do sistema energético começa a provocar somatizações e desequilíbrios que chegam ao corpo físico. Às vezes, é possível tratar diretamente o corpo energético, desbloqueando-o para a energia poder fluir, mas em outros casos, o desequilíbrio já se instalou no corpo físico e precisa ser tratado de fora para dentro, com uso de medicamentos, por exemplo.

Ao provocar essa paralisia no sistema, a preguiça impede a ação – a ação como uma resposta para os estímulos da vida e que possibilita o desenvolvimento da consciência. Ao se manifestar como uma paralisia completa, a pessoa, muitas vezes, não tem vontade sequer de sair da cama. Em outros casos, o individuo tem um tremendo talento, uma capacidade genial, mas não consegue colocar isso em movimento. Pode acontecer ainda de, tomada pela preguiça, a pessoa fazer muitas coisas, de forma compulsiva, menos o que precisa realmente realizar. Nesse caso, tudo o que ela faz é apenas uma reação para fugir da ação, porque a ação, inevitavelmente, fará com que a pessoa toque no ponto sentimental parado que, por sua vez, está parado por conta de sentimentos suprimidos difíceis de lidar.

Eu sinto que é muito importante compreender a diferença entre ação e reação, assim como ação e atividade compulsiva. A ação nasce da presença e é uma resposta natural a uma solicitação da vida. Quando você tem fome, você come; quando tem sono, você dorme. Já a reação nasce do passado e de uma mente inquieta. Você faz, faz, faz porque não dá conta de ficar consigo mesmo. É uma forma de amortecer e anestesiar a inquietação interior. Então você come sem estar com fome e fica acordado mesmo querendo dormir.
 Uma pessoa nesse estado não consegue relaxar porque está borbulhando por dentro, quer seja no modo da paralisia, quer seja no modo da atividade compulsiva, já que ambas são reações. Na ação a pessoa está relaxada, está à vontade. Ela requer um mínimo de energia ou esforço para realizar as coisas, enquanto que na reação precisa de toda a energia disponível e, muitas vezes, não consegue fazer aquilo que se dispõe a fazer.

Recordo-me de uma pessoa que, certa vez, estava se predispondo a terminar uma tese de doutorado e já tinha tudo elaborado na mente. O que ela precisava fazer era sentar na frente do computador e escrever. Ao longo do dia, essa pessoa conseguia fazer muitas coisas, menos sentar na frente do computador para escrever. Ao prorrogar o que a vida pedia que ela fizesse se ocupando de outros afazeres, provavelmente nascidos de reações, essa pessoa estava fugindo do contato com um núcleo de sentimentos negados dentro de si que a paralisavam diante do que ela realmente precisava fazer. Em outras palavras, era como se ela deixasse um quarto trancado dentro de sua casa, acumulando sujeira, sem abrir a janela para deixar o sol entrar.

Dentro da esfera da busca espiritual essa paralisia pode acontecer a partir da distorção do atributo divino da serenidade, por exemplo. A entidade em desenvolvimento, em dado momento da jornada, vai experienciar um certo grau de desapego e renúncia que faz com que ela se relacione menos com o mundo. Entretanto, muitas fantasiam esse grau de serenidade e acabam se iludindo. Acreditam estar desapegados, mas se encontram reagindo perante a vida, tomando atitudes a partir do passado, para fugir de algo, já que o verdadeiro estado de serenidade está em harmonia com o fluxo da vida e o fluxo da vida se move em direção à saúde, construção e união. 

Então, há que se ter disposição para entrar em contato com esses sentimentos negados que estão gerando qualquer tipo de paralisia no sistema, seja ela em menor ou maior grau, de maneira mais ou menos sutil.

Para sair desse lugar você precisa ter coragem de estar consigo mesmo e encarar seus sentimentos. Tem que estar disposto a sentir, porque se você não é capaz de sentir tristeza ou ódio, também não é capaz de sentir amor ou prazer, já que o canal do sentir é o mesmo. Se você evita sentir o ruim, também não pode sentir o bom, pode apenas fantasiar que sente as coisas, mas ainda é um processo mental.

Você precisa evocar a visão daquilo que está te paralisando, usando sua vontade consciente para dizer: “Eu quero ver, eu me comprometo a ver isso que está escondido em mim, por mais que fira minha vaidade. O que está me paralisando? Que venha para a superfície”. Você precisa dar esse sinal para a vida, porque uma das leis soberanas desse plano é o livre arbítrio e as hierarquias divinas não podem te forçar a absolutamente nada, só podem te ajudar e dar suporte se você fizer a sua parte e dar o sinal verde. O que é que te paralisa ou gera essa inquietação tão grande?

O que gera essa ansiedade, essa agitação, essa expectativa? Você está querendo provar o que, para quem? Está querendo agradar a quem? Por quê? Pra quê?

O ser humano se desenvolve através do conhecimento e da prática.

 O conhecimento a que me refiro é o autoconhecimento, que te ajuda a entender como é que você funciona. Todas as respostas estão aí dentro, basta mergulhar e dirigir sua atenção de forma intencional identificando o ponto a ser observado e destrinchado. 

Quando notar um sintoma, que é a paralisação, o fazer compulsivo ou a agitação interna, pare e pergunte: “estou fugindo de que? Eu quero ver”. Nesse momento, há que se ter cuidado com um truque da mente, que diz ao buscador que ele já está se observando, mas na verdade, continua apenas reagindo e sendo canal de repetições negativas. Em outras palavras, ele está se perdendo no autoengano.

Já a prática significa estar cada vez mais presente no aqui agora.

Estar cada vez mais à vontade e espontâneo, agindo e não reagindo.

Essa é a essência de toda prática espiritual, e se ela não estiver te conduzindo nessa direção, talvez não seja tão espiritual assim – é alguma outra coisa disfarçada de espiritualidade.

Em resumo, a preguiça age como um mecanismo de defesa para proteger o ser humano da naturalidade que ele perdeu e que hoje o assusta. Freud era um gênio e já dizia que a repressão é o principal veneno do ser humano. Quando não pode ser natural, quando não pode ser quem é, a pessoa se perde nos labirintos da mente tentando ser qualquer outra coisa que não ela mesma. E é isso o que causa todos os sentimentos de dor que estão nos paralisando e nos negamos a ver.


Então, vamos seguir nos aprofundando no conhecimento e na prática. Não importa se a prática é cantar, dançar ou fazer um japa mala, importa se ela está te levando para esse relaxamento interno. Esse estado profundo de aceitação e de observação. À medida que você realmente se desenvolve na prática, você observa tudo que se passa e não se perde. Mas, lembre-se: para se desenvolver na prática, tem que se aprofundar no conhecimento. E você se aprofunda no conhecimento olhando para o lugar em que está parado. É assim que você vai desvendando a si mesmo. É assim que você vai desvendando o amor.

Extraído do Site:


quarta-feira, 11 de maio de 2016

AUTO RESPONSABILIDADE AO PROCURAR A MEDICINA SAGRADA

Oi gente,

Ontem um seguidor do YT me indicou esse vídeo e achei bem bacana a forma como o casal alerta as pessoas sobre o uso da Ayahuasca.

Vale lembrar aqui que Ayahuasca não serve para fins recretivos, que é uma ferramenta muito séria, sagrada e que exige auto responsabilidade das pessoas que a buscam.

Beijos no coração

Namastê





quinta-feira, 10 de março de 2016

O que você precisa saber antes de tomar o chá de Ayahuasca


Oi gente,

Hoje quero fazer algumas considerações para as pessoas que estão pensando em tomar o chá.

Em pleno século XXI é inadmissível alguem dizer que faltou informações a respeito de qualquer assunto, por esse motivo resolvi fazer mais um vídeo alertando o pessoal que pretende conhecer a Ayahuasca.

Numa das reportagens que li ontem, vi um trecho do depoimento da Elke Maravilha fazendo uma ressalva extremamente importante:

"...sou a favor do uso para as pessoas que querem ampliar suas consciências. O chá abre a sua mente.Se não for para autoconhecimento, é uma merda  — O risco é você ficar consciente demais dos problemas da vida e acabar pirando."

Então, se você não quer ficar consciente demais não tome o chá!!!

Ele vai ampliar a sua visão e não tem como sair de um ritual como esse sendo a mesma pessoa de antes.

Avalie bem se é isso que você está procurando.

Deixo abaixo um artigo sobre a segurança do uso de Ayahuasca.

Beijos no coração

Namastê





SOBRE A SEGURANÇA DO USO DE AYAHUASCA.
por Prof. Luis Fernando Tófoli - Unicamp

Uma de minhas linhas de pesquisas é sobre a ayahuasca, o “chá do Santo Daime”. Estamos construindo um grande grupo interdisciplinar para investigar o assunto na UNICAMP e fomos aprovados em um financiamento do Ministério da Justiça para investigar o potencial desse chá no tratamento de alcoolismo.

Os tristes acontecimentos que levaram à morte de Rian Brito, filho de Niso Neto e Brita Brazil e neto de Chico Anysio, reacenderam a discussão sobre os riscos associados ao uso desta substância psicoativa. Assim, achei que seria importante apresentar alguns dados e reflexões sobre alguns aspectos relacionados ao chá.

O primeiro ponto, e o mais importante, é que não se pode minimizar a dor de uma mãe que perde seu filho. Eu me solidarizo com o os sentimentos da Brita Brazil, e compreendo perfeitamente o movimento que ela está fazendo a partir da triste história que ela vivenciou. Ao mesmo tempo, não tenho condições de opinar sobre o caso em si somente com informações de imprensa, então vou tentar resumir algumas informações importantes sobre a ayahuasca que, a meu ver, precisam ser ponderadas neste momento.

No Brasil, o uso de ayahuasca para fins religiosos e rituais, além do científico, é autorizado. Em uma recente pesquisa online inédita com 638 pessoas que beberam o chá, Eduardo Schenberg, Dartiu Xavier da Silveira e eu evidenciamos que a maioria esmagadora (94%) o fez em contexto ritual.

Na resolução do Conselho Nacional de Políticas de Drogas em que o uso ritual é autorizado fica explícito que a comercialização do chá é vedada. A resolução também explicita que pessoas portadoras de transtornos mentais graves não devem beber ayahuasca, e que as religiões ayahuasqueira devem entrevistar previamente os interessados para evitar que isso aconteça.

Tomado esse cuidado, a chance de um evento grave associado ao uso do chá é raro, comparado ao seu uso relativamente frequente. A partir de dados que estudamos na União do Vegetal, religião ayahuasqueira que registra as ocorrências de saúde mental que acontecem em seu âmbito, pudemos verificar que o risco de incidência de um surto psicótico é semelhante ao que é esperado para pessoas da população geral (Lima & Tófoli, 2011). No entanto, é preciso frisar que a UDV (assim como outros grupos ayahuasqueiros responsáveis) faz uma triagem para evitar que pessoas que já tenham tido sintomas psicóticos bebam hoasca, que é como a UDV denomina a ayahuasca.

Outro ponto que deve ser levado em consideração é que a ayahuasca apresenta um potencial terapêutico que vem sido mais recentemente estudado pela ciência biomédica (Bogenschutz e Johnson, 2016), apesar de já ser um achado antigo das ciências sociais (Labate e Araújo, 2004). Mais detalhes sobre este assunto podem ser encontrados no livro 'The Therapeutic Use of Ayahuasca' (Labate e Cavnar, 2014).

Há no momento estudos em diversas fases de andamento para investigar o potencial terapêutico da ayahuasca em pelo menos três transtornos psiquiátricos: depressão, uso problemático de álcool e transtorno do estresse pós-traumático – e eu estou envolvido nos dois primeiros deles. Esperamos em breve poder trazer mais informações sobre isso.

São extremamente frequentes os relatos de pessoas que começaram a frequentar religiões ayahuasqueiras e se livraram do uso problemático de drogas. Também já há evidências de laboratório, com animais, de um efeito terapêutico da ayahuasca para o abuso de álcool (Oliveira-Lima et al, 2015).

Uma das reflexões importantes sobre o episódio é reforçarmos o cuidado com as pessoas que bebem o chá pela primeira vez. Estas devem se seguidas de perto, e na ocasião infrequente de apresentarem sintomas psicóticos como delírios (ideias estranhas que só a pessoa acredita) ou alucinações (ouvir ou ver coisas que outras pessoas não percebem) não devem voltar a beber o chá sem, no mínimo, consultar um profissional de saúde mental, de preferência um psiquiatra.

Eventos desse tipo são bastante raros, e devem ser avaliados diante da liberdade religiosa e dos potenciais benefícios, mas isso não significa que os grupos ayahuasqueiros não devam estar preparados para estas eventualidades.

Assim, não estamos falando somente de uma substância psicodélica com riscos – que sim, existem, como para qualquer substância psicoativa como o álcool ou remédios antidepressivos ou sedativos – mas também de benefícios. Para milhares de pessoas no Brasil, membros de religiões e grupos ayahuasqueiros, a ayahuasca é compreendida como um instrumento de crescimento pessoal e um fato de saúde mental.

Qualquer decisão política sobre o chá não pode ignorar este grande contingente de pessoas (Anderson et al., 2012). Ao mesmo tempo, qualquer discussão que aumente a chance de que as pessoas recebam o chá de mãos responsáveis e cuidadosas é também certamente bem-vinda.

--

Referências bibliográficas

ANDERSON, B. T.; LABATE, B. C.; MEYER, M.; et al. Statement on ayahuasca. The International journal on drug policy, v. 23, n. 3, p. 173–5, 20 BOGENSCHUTZ, M. P.; JOHNSON, M. W. Classic hallucinogens in the treatment of addictions. Progress in Neuro-Psychopharmacology and Biological Psychiatry, v. 64, p. 250–258, 2016.

LABATE, B. C.; ARAÚJO, W. S. O uso ritual da ayahuasca. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

LABATE, B. C.; CAVNAR, C. The therapeutic use of ayahuasca. Heidelberg, Springer Verlag, 2014.

LIMA, F. A. S.; TÓFOLI, L. F. An Epidemiological surveillance System by the UDV: Mental health recommendations concerning the religious use of Hoasca. In: B. C. Labate; H. Jungaberle (Eds.); The Internationalization of Ayahuasca. p.185–189, 2011. Zurich: LIT Verlag.

OLIVEIRA-LIMA, A. J.; SANTOS, R.; HOLLAIS, A. W.; et al. Effects of ayahuasca on the development of ethanol-induced behavioral sensitization and on a post-sensitization treatment in mice. Physiology and Behavior, v. 142, p. 28–36, 2015.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Os tropeços da jornada

Oi gente,

Hoje iremos falar sobre um assunto muito importante, os tropeços da jornada.

Eu, você, a Jú e todos os seres humanos que escolheram ter uma experiência humana aqui, já tropeçamos um dia, já fizemos coisas feias, ruins, maldosas. Já sentimos o peso do arrependimento, da culpa, da auto punição...e ninguém está livre dos tropeços da vida enquanto encarnados.

Tudo bem, o que passou passou, maaassss você já se perdoou por tudo aquilo que um dia fez ou carrega vestígios de um passado mal resolvido???

Continua culpando alguém pelos seus erros ou já foi capaz de assumir autoresponsabilidade pelos seus atos?!?

Vamos refletir?

Beijos no coração.

Namastê

_/\_








quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Destino , casualidade ou escolha???

Destino



O destino não é questão de casualidade, mas de escolha







O destino não está escrito nas estrelas, no vento ou na terra. Nosso futuro só pode ser plantado, regado, cuidado e colhido por nós mesmos. Então, é melhor que você pare de se deixar levar, pensando que é o vento que o balança, pois não é assim, já que você é o único comandante do seu barco.
Não devemos pensar que o destino é algo inerente, fixo e quieto. Não devemos ser vítimas de antigas crenças que culpam grandes e onipotentes divindades por tudo aquilo que acontece conosco. Não há nenhum ser de imenso poder que decide por nós. É nosso coração que escolhe os caminhos a seguir, e nossos pés que avançam por eles.

O destino nas cartas de baralho




É verdade que, ao nascer, todos temos uma série de cartas com as quais devemos jogar. Você pode ter nascido em uma família confortável e rica. Também é possível que você tenha nascido em condições muito piores. No entanto, estes fatos não devem ser obstáculo nem motivo para que você se conforme e se deixe levar pelas circunstâncias.
liberdade

Seja qual for o ambiente no qual você foi destinado a crescer e viver, você é o único dono do seu destino. As cartas que, por sorte, caíram em suas mãos, têm ás, reis e valetes. Nunca se conforme com o que você acredita ser fixo, porque então pode acabar sofrendo uma vida dura, dolorosa e triste.
“O destino é que embaralha as cartas, mas somos nós quem jogamos”
– William Shakespeare-




Em nosso coração e em nossas capacidades pessoais existe força suficiente para negar um destino de qual nós não gostamos e que nos faz infelizes. Sempre devemos encontrar a energia dentro de nós mesmos para superar e olhar o futuro com esperança e sonhos.

O caminhos do destino




Os caminhos do destino nem sempre são fáceis. Apesar de ter nascido em uma situação acomodada, lutar contra o ambiente no qual você se encontra nem sempre é simples.Mas esta não é uma razão para se render e se deixar levar pelas circunstâncias.
“Donos de seus destinos são os homens. A culpa, querido Bruto, não está nas estrelas, mas sim nos vícios”
– William Shakespeare-




Nós somos os únicos donos do nosso destino. Nós decidimos o que queremos fazer com nossa vida, nosso mundo e nosso entorno. Depende de você se conformar com aquilo que lhe foi dado, ou tentar fazer algo bom com as ferramentas disponíveis.
A vida é um belo dom que nos foi concedido. E depende unicamente da nossa alma, do nosso coração e do nosso pensamento o que fazer com ela. O tempo que nos é oferecido é um bem precioso que precisamos respeitar e amar, fazendo do mundo ao nosso redor algo belo, bonito e cativante.
O destino é uma questão de querer. E querer é poder. O coração dos seres humanos é uma arma poderosa que serve para muito mais que bombear sangue por todo o corpo. Use-o sabiamente para melhorar sua vida e a das pessoas que você ama. Desfrute dos bens que você tem ao seu redor junto daqueles que o amam com sinceridade.
conformar

Nunca se conforme com o que você não deseja



Às vezes nos deixamos balançar porque nós pensamos ser a melhor opção. Mas ser infeliz nunca é uma escolha sábia. Pensar que os outros estarão melhor devido ao nosso exímio sacrifício e falta de autoestima e amor próprio jamais será certo.
Como você pode pedir que alguém o ame se você não começa a amar a si mesmo? Sua “desgraça” não faz ninguém feliz. Seu amor próprio, pelo contrário, pode melhorar a vida daqueles que o cercam. Consequentemente, não se deixe levar pelo que você crê que seja seu destino, porque só você tem o poder de escrevê-lo.
Distante está a forma de vida dos gregos clássicos, que deixavam seu destino nas mãos dos deuses. Não existe divindade no mundo capaz de nos dizer como ser, como pensar e como agir. Só nosso coração e nossa mente são sábios, têm a habilidade de se comunicar e escrever o livro da nossa vida. Seja forte de espírito, acredite em você e olhe o horizonte com um  halo de esperança enquanto você decide o rumo de sua vida.
Extraído do site:
http://amenteemaravilhosa.com/destino-nao-questao-casualidade-escolha/

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

AUTORRESPONSABILIDADE , como assim???



Oi gente,

Com base no livro do Prem Baba "Amar e ser livre", falo hoje sobre a auto responsabilidade e como vem a ser esse processo.



Beijos no coração

Namastê

_/\_