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quinta-feira, 26 de abril de 2018

MONJA COEN E LEANDRO KARNAL: O inferno somo nós




Com seu novo livro, Monja Coen e Leandro Karnal vêm nos resgatar a responsabilidade pela nossa existência, invertendo a célebre frase do filósofo Jean Paul Sartre para "O inferno somos nós". A conversa, no entanto, é uma alegre celebração da vida, nos lembrando de que somos também o céu na nossa própria existência---tudo depende de como escolhemos responder às provocações e estímulos que recebemos a cada instante.

Compartilhe, a sabedoria pertence a todos os seres!

Esta conversa foi registrada pela MOVA no dia 11 de abril de 2018, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

Assista às palestras completas da Monja Coen: http://goo.gl/ZjcVNS

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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Bate Papo sobre Espiritualidade - Como não seguir as sugestões da mente?



Oi gente,

O papo de hoje é sobre como não seguir as sugestões da mente, tarefa um pouco difícil, mas não impossível!


Beijos no coração

Namastê


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Desconstruindo o Personagem



Enquanto não entendermos que não somos apenas um corpo e que estamos aqui para ter uma experiência humana iremos sofrer. Sofrer pela identificação com nosso personagem relativo, aquele que sofre, que deseja, que controla, que manipula e que um dia morre.
O foco da investigação na busca espiritual é no EU MAIOR, nosso EU SUPERIOR, no ABSOLUTO, IMANIFESTO e IMUTÁVEL e para isso precisamos de uma vez por todas desconstruir nosso personagem, aquela pessoa que achamos que somos...









segunda-feira, 22 de junho de 2015

O que se encontra na raiz da insanidade?





A maior parte da violência que os seres humanos infligiram a si mesmos não foi obra de criminosos nem de indivíduos mentalmente perturbados, mas de cidadãos normais, respeitáveis, a serviço do ego coletivo. Alguém poderia até dizer que, neste planeta, “Normal” equivale a louco. O que se encontra na raiz da insanidade? A completa identificação com o pensamento e a emoção, isto é, o ego.

Sempre que confundimos o ego que detectamos em alguém com sua identidade, isso é obra de nosso próprio ego, que usa essa interpretação errônea para se fortalecer mostrando que está certo e que, portanto, é superior. Ele também faz isso reagindo com condenação, indignação e, geralmente, raiva em relação ao inimigo percebido. Tudo isso lhe proporciona imensa satisfação. Fortalece a sensação de separação entre nós e o outro, cuja “alteridade”, isto é, a natureza ou condição que é outro, do que é distinto, aumenta a tal ponto que já não conseguimos sentir sua humanidade nem suas raízes na Vida Única que compartilhamos com cada ser humano, a divindade que temos em comum.
Em outras palavras, só vemos aquilo que queremos ver e, assim, interpretamos tudo errado.

Reconheça o ego pelo que ele é: um distúrbio coletivo, a insanidade da mente humana. Quando o identificamos pelo que ele é, deixamos de interpretá-lo erroneamente como a identidade de uma pessoa. E temos mais facilidade em não adotar uma atitude reativa em relação a ele. Já não o tomamos como algo pessoal. Não existe queixa, culpa, acusação nem ação equivocada. Ninguém está errado. É apenas o ego em alguém, só isso. A compaixão surge quando compreendemos que todas as pessoas sofrem do mesmo distúrbio mental, algumas delas de forma mais aguda do que outras. Assim, paramos de nutrir o conflito que faz parte de todos os relacionamentos egóicos. E o que o alimenta? A atitude reativa: com ela, o ego prospera.

Tudo o que devemos saber e observar em nós mesmos é isto: sempre que nos sentirmos superiores ou inferiores a alguém, isso é o ego em ação.

Eckhart Tolle


#desafiogratidão2015
#flaviamelissa
#dia028
#vivisawaking

pensa numa coisa que faz meus olhos brilharem e o coração bater mais forte
MEU BLOG!!!
Adoro descobrir algo novo para aperfeiçoá-lo.
To toda feliz pq. melhorei o banner e aprendi sozinha a colocar uns comandinhos html.
Então, qualquer modificações que vocês encontrarem daqui pra frente será mera coincidência kkkkk
Gratidão 
;)

sexta-feira, 19 de junho de 2015

AYAHUASCA - por que algumas pessoas surtam durante um ritual?


ayahuasca

Oi gente,

Hoje iremos falar sobre as pessoas que "surtam"com Ayahuasca.

Num ritual a gente nuncaaaa sabe o que pode acontecer, tem gente que toma dois copos cheios e não consegue entrar na força (inclusive esse será o tema de um vídeo da próxima semana) como também tem gente que com apenas um copo pode "surtar",  eu que o diga!!!, pois foi o que aconteceu comigo logo na minha primeira vez kkkkk

Já contei aqui como foi minha primeira experiência, quem quiser ver clique aqui

Depois daquele meu primeiro ritual tive duas escolhas:

1- Desistir e esquecer aquele dia que "quase enlouqueci", ou

2- Seguir em frente, encarar novamente, persistir

Escolhi a opção 2 e digo hoje passados dois anos - foi a melhor coisa que fiz nessa vida, pois aprendi muitooooooo que nem se tivesse encarnado novamente teria aprendido tanto!!!

Ayahuasca da uma diretriz, mas isso não significa que seu caminho será mais fácil não, não se iluda porque o caminho é árduo e exige esforço,coragem, dedicação, disciplina e muitaaaa vontade.

Tudo vai depender do grau de sua disponibilidade, vontade de despertar e se conhecer e se você superar o "surto" e encarar novamente indo de encontro com seus medos você vai entender o que estou falando.

Boa sorte.

Beijos no coração

Namastê



#desafiogratidão2015
#dia025
#flaviamelissa
#vivisawaking
Eu agradeço tudo que movo em minha direção e fico na plena paz, pois sei que está tudo certo!

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O Mestre Ilusionista



"ARTEN: Agora, chegamos a outro artifício favorito do ego para manter sua vasta ilusão.
Diga-me, Gary, uma vez que você tem antecedentes do show-business; o que faz um
ilusionista para enganar a platéia em um show de magia?

GARY: Uma das coisas é esconder a ilusão desviando a atenção da platéia para algum
outro lugar, enquanto o truque está sendo feito.

ARTEN: Sim! O ego é um mestre ilusionista, e uma das maneiras de desviar sua atenção, desde o momento em que você nasce, é dar-lhe – e isso pede outro rufar de tambores, por favor – problemas. Esses problemas geralmente, estão bem à sua frente, e as respostas a eles têm que ser encontradas no mundo e utilizadas. Não importa se o problema é sua própria sobrevivência, ou algo aparentemente tão grandioso quanto alcançar a paz mundial. Os problemas e as respostas sempre estão lá fora no mundo, ouno universo. “A verdade está lá fora”, diz a sua geração. Não importa se eles estão falando sobre extra-terrestres, ou quaisquer outros mistérios e problemas substitutos do ego, pois a verdade real não está lá fora – porque o problema real não está lá.

O ego é um mestre ilusionista. Do seu nascimento em diante, ele distrai sua atenção dando a você – e isso pede outro rufar de tambores, por favor – problemas.

Em outras palavras, quando você está vivendo sua vida diária, seja gentil. Seu trabalho não é corrigir os outros. Apenas ajude o espírito Santo a limpar sua mente errada, mudando para sua mente certa, e então, deixe o resto com Ele."

(Trecho do Livro O Desaparecimento do Universo)

sexta-feira, 20 de março de 2015

Bate Papo Sobre o EU Real

Ramana Maharshi quote #8

Oi gente!!!

Hoje trago um bate papo sobre o Eu Real, são reflexões que tive depois que li esse texto logo abaixo do Ramana Maharshi.

Vamos refletir?!

Beijos no coração.

Namastê






O Despertar do Dia
- Ramana Maharshi

“Bhagavan, como um chefe de família se encaixa no esquema da Libertação?

Ramana Maharshi: Por que você pensa que é um chefe de família?
Se você se tornar um asceta (sannyasi), um pensamento similar de que você é um asceta vai assombrá-lo. Quer você continue como chefe de família ou renuncie a tal condição e vá para floresta, sua mente vai junto com você.

O ego é a fonte de todo pensamento. Ele cria o corpo, o mundo e faz você pensar que é um homem do mundo. Se você renunciar ao mundo, o pensamento de que você é um asceta substituirá o de que você é um chefe de família, e o ambiente da floresta substituirá o da casa.

Mas os  obstáculos mentais ainda estarão lá. Eles inclusive aumentam em novos ambientes. Mudar de ambiente não ajuda em nada.

O obstáculo é a mente.

Ela dever ser superada, seja em casa ou na floresta. Se você pode fazê-lo na floresta, por que não em casa? Então, para que mudar de ambiente? Seus esforços podem ser feitos agora mesmo, qualquer que seja o ambiente em que se encontre.

O ambiente jamais muda conforme seu desejo.
Se os objetos, tivessem uma existência independente, isto é, se existissem em algum lugar qualquer separado de você, então seria possível afastar-se deles. Mas eles não existem separados de você; eles devem sua existência a você, a seus pensamentos. Portanto, onde você poderia ir escapar deles?

Para onde você poderia ir para fugir do mundo e de seus objetos? Eles são como a sombra de um homem, da qual ele não pode fugir.

Há uma história engraçada de um home que queria enterrar sua própria sombra. Ele cavou um buraco fundo e , vendo sua sombra lá embaixo, alegrou se de poder enterrá-la nas profundezas.

Começou a encher o buraco, e quando estava completamente cheio, ficou surpreso e desapontado ao ver a sombra em cima novamente. Da mesma forma, os objetos e os pensamentos sobre eles estarão sempre com você, até que você realize o SER.

Por que os seus deveres ou ocupações na vida deveriam atrapalhar o seu esforço espiritual? Por exemplo, há uma diferença entre suas atividades em casa e no trabalho. No trabalho você está desapegado: você apenas cumpre o seu dever e não se importa com o que vai acontecer, não está preocupado com o ganho ou com a perda do seu chefe ou empregador.

Os seus deveres com a família, por outro lado, são desempenhados com apego: você está sempre preocupado se as suas ações vão trazer benefícios a você e a sua família. Mas é possível desempenhar todas as atividades da vida com desapego e ver apenas o SER como real. É errado pensar que se você permanecer fixado interiormente no Eu Real as obrigações da vida não serão bem desemprenhas. É como um ator no palco: vestido do personagem, ele age como tal e até sente que é parte da peça, mas na verdade sabe que na vida real não é o personagem, mas outra pessoa.
Da mesma maneira, po que deveria a consciência do corpo ou sentimento “ eu-sou-o corpo” lhe perturbar, uma vez que você saiba que na verdade você não é o corpo, mais sim o Eu Real?

Nada que o corpo faça deve afasta-lo da permanência como Eu Real.

Permanecer fixado no Eu Real não irá interferir com o desempenho adequado e efetivo de quaisquer deveres que o corpo tenha, assim como o fato de o ator saber a sua verdadeira identidade não interfere no personagem que ele representa no palco.

A renuncia está sempre na mente, não em ir para a floresta ou locais solitários, ou em desistir de nossas obrigações. O importante é que a mente não se volte para fora, mas para dentro. Não compete ao homem decidir ir para este ou para aquele lugar, abandonar ou não suas obrigações.

Tudo isso acontece de acordo com o destino.

Todas as atividades que o corpo deve vivenciar foram determinadas no momento em que ele veio à existência.  Não cabe a você aceita-las ou rejeitá-las. A única liberdade que você tem é voltar-se para dentro e aí renunciar as atividades .

Ninguém pode dizer por que essa é a única  liberdade deixada ao homem. Assim é o plano divino.
Abandonar as atividades significa desistir dos apegos às atividades ou de seus frutos, abrindo mão da ideia de que “eu sou o agente”. As atividades que o corpo está destinado a desempenhar terão que acontecer. Não há que se falar em desistir de tais atividades, gostemos ou não delas.
Se nos tivermos fixados no Eu Real, as atividades continuarão a acontecer do mesmo jeito e seu sucesso não ficará comprometido. 
Não se deve ter a idéia de que somos nós os agentes. Anda assim as atividades continuarão.

Esta força – qualquer que seja o seu nome – que trouxe o corpo à existência cuida para que as atividades que o corpo está destinado a desempenhar sejam realizadas.

Se as paixões fossem algo externo a nós, poderíamos guerrear com elas e conquista-las.

Mas toda elas vêm de dentro de nós. Quando olhamos internamente a fonte de onde ela vêm, nós as impedimos de surgir e as conquistamos.

É o mundo e seus  objetos que fazem surgir nossas paixões. Mas o mundo e seus objetos são apenas criados pela nossa mente. Eles não existem quando estamos no sono profundo.

O fato de que qualquer quantidade de ações pode ser desempenhadas – e muito bem desempenhada – por um iluminado, sem que haja identificação com elas ou a impressão de que é ele quem as faz . Um poder age através de seu corpo e o usa para fazer o trabalho.