Muitas pessoas permitem que sua felicidade seja prejudicada,
trabalhando em um emprego que odeiam, cercando-se com pessoas negativas ou
tendo muito medo de sair de sua zona de conforto. É importante lembrar que você
é responsável pela sua própria felicidade.
Aqui estão 10 coisas
que você nunca deve tolerar da vida:
1 Tentar agradar outras pessoas
Quando você constantemente busca a aprovação dos outros,
está diminuindo o poder de sua própria opinião. É impossível fazer todos
felizes, 100% do tempo. Tentar agradar os outros só o conduzirá a um caminho
para a infelicidade. Em vez de se preocupar com as opiniões dos outros,
concentre-se no que o faz feliz.
2 Negligenciar sua saúde
A verdadeira felicidade interior começa com a maneira como
você se trata. Se você não for saudável, não será capaz de desfrutar de todas
as coisas maravilhosas na vida. Tenha uma dieta equilibrada, durma o
suficiente, beba muita água e permaneça ativo. Sempre trate sua mente, corpo e
alma com respeito.
3 Deixar as pessoas pisarem em você
Ser bondoso é uma coisa. Mas permitir-se tornar-se um
capacho dos outros mostra uma falta de respeito por si mesmo. Se alguém estiver
te usando ou tirando proveito de você, fale. Se não resolver, deixe-o ir.
4 Permanecer em sua zona de conforto
É fácil ficar preso em sua zona de conforto, porque é onde
você se sente seguro. Mas, a fim de aprender, crescer e experimentar coisas
novas, você precisa sair da caixa. Tenha coragem suficiente para permitir-se
experimentar o mundo.
5 Trabalhar em um emprego que você
odeia
Todos nós temos contas a pagar, mas se contentar com um
trabalho que você odeia, só porque você tem um salário estável prejudica a sua
felicidade. Mesmo que você ganhe menos dinheiro seguindo suas paixões, você
sempre pode ajustar seu estilo de vida para trabalhar melhor com sua renda. Um
trabalho estressante que você odeia pode ter um impacto emocional, físico e
espiritual.
6 Deixar o dinheiro governar sua vida
Muitas pessoas deixam o dinheiro ditar suas vidas inteiras.
Colocar o dinheiro acima de tudo pode afetar a sua qualidade de vida. Na
próxima vez que você estiver estressado com o dinheiro, lembre-se que não pode
levá-lo com você. Há muitas outras coisas na vida que são muito mais
importantes.
7 Ter que se explicar constantemente
Independentemente de quanto você tente convencê-las, algumas
pessoas nunca vão entender ou apoiar seus objetivos ou aspirações. Lembre-se de
que você não precisa da validação de outra pessoa para viver sua vida ou ir
atrás do que quer.
8 Comunicação interna negativa
Quando essa pequena voz dentro de sua cabeça fala, ela pode
te dar confiança ou destruí-la. Seus pensamentos criam sua realidade. Seja
gentil consigo mesmo. Aprenda com seus erros, mas não se culpe por eles.
Pratique amor próprio e autoaceitação. Pode fazer toda a diferença em termos de
sua felicidade.
9 Amigos críticos
Verdadeiros amigos irão levantar-se, apoiá-lo e estar lá
para você quando mais precisar. Se você tem um círculo de amigos que critica
suas ideias, zomba de seus sonhos ou ignora suas realizações, é hora de
cortá-lo de sua vida. Saiba que você merece estar em torno de pessoas positivas
que se preocupam com você e querem ver você ter sucesso.
10 Não estar feliz
Muitas pessoas estão infelizes dia após dia, vivendo uma
vida que as coloca para baixo. Lembre-se que você sempre pode mudar suas
circunstâncias. Nunca se contente com uma vida que não te faz feliz. Siga seus
sonhos, trabalhe duro e viva suas paixões.
Hoje trago para vocês um lindo conta que diz tudo que a gente precisa para nossa auto investigação.
Vamos refletir?
Beijos no coração.
Namastê
Muitas vezes ouvimos falar do ego como o causador da soberba ou o culpado pelo sofrimento de uma pessoa diante de uma situação indesejada. Mas… o que é o ego exatamente e como este influencia a nossa felicidade?
Para a psicologia ocidental trata-se de uma representação que fazemos de nós mesmos. No entanto, do ponto de vista budista o ego é uma atividade, a tendência recorrente de nos identificarmos com qualquer coisa que tenha essa representação que acreditamos ser.
Neste conto budista veremos como esta identificação nos mantém separados do mundo e nos traz sofrimento e insatisfação, além de fomentar a concorrência. Aprecie a leitura.
Um teste para o ego com sabor a chocolate
Joel havia chegado já fazia três anos a uma das comunidades budistas mais antigas do Tibete, e ali almejava ser treinado para se transformar em um monge exemplar.
Todos os dias, na hora do jantar, perguntava ao seu mestre se no dia seguinte aconteceria a cerimônia da sua ordenação. “Você ainda não está pronto, primeiro precisa trabalhar a humildade e dominar o seu ego”, respondia o seu mentor.
Ego? O jovem não entendia por que o mestre se referia a seu ego. Achava que merecia ascender no seu caminho espiritual já que meditava sem cessar e lia diariamente os ensinamentos de Buda.
Um dia, o mestre imaginou um jeito de demonstrar aos seu discípulo que ele ainda não estava pronto. Antes de iniciar a sessão de meditação anunciou: “Quem meditar melhor terá como prêmio um sorvete”. De chocolate”, acrescentou o ancião.
Logo após um breve alvoroço, os jovens da comunidade começaram a meditar. Joel queria ser o melhor a meditar dentre todos os seus colegas. “Dessa forma, mostrarei ao mestre que estou preparado para a cerimônia. E poderei tomar o sorvete”, concluiu o discípulo.
O jovem budista tenta meditar
Joel conseguiu se concentrar na sua respiração, mas ao mesmo tempo visualizava um grande sorvete de chocolate que ia e vinha como se estivesse em um balanço. “Não é possível, preciso parar de pensar no sorvete ou outra pessoa vai ganhá-lo”, repetia para si mesmo.
Com muito esforço, Joel conseguia meditar por alguns minutos nos quais simplesmente seguia o compasso da sua respiração, mas logo em seguida imaginava um dos monges tomando o sorvete de chocolate. “Droga! Sou eu que preciso conseguir esse sorvete!”, pensava o jovem angustiado.
Quando a sessão acabou, o mestre explicou que todos tinham feito bem a tarefa, exceto alguém que havia pensado demais no sorvete, isto é, no futuro. Joel se recompôs antes de falar:
– Mestre, eu pensei no sorvete. Eu admito. Mas como você pode saber que fui eu quem pensou demais?
O ego se revela
– Não tenho como saber. Mas posso ver que você se sentiu tão afetado a ponto de se levantar e tentar se colocar por cima dos seus colegas. Assim, querido Joel, é que age o ego: sente-se atacado, questionado, ofendido… e quer ter sempre razão no jogo de ser superior aos outros.
Naquele dia, Joel aprendeu que ainda tinha um longo caminho a percorrer. Trabalhou a sua humildade e os impulsos do ego. Viveu no presente e procurou não ficar por cima dos outros. Também entendeu que não lhe convinha se identificar com suas conquistas.
Assim, com trabalho e paciência, chegou o grande dia. Foi aquele no qual o mestre bateu à sua porta para lhe anunciar que finalmente estava preparado para o que tanto havia almejado.
Quando chegou no templo não encontrou ninguém ali. Apenas uma pequena plataforma e sobre ela… um sorvete de chocolate. Joel pôde apreciar o sorvete agradecido, sem se sentir decepcionado. E em seguida, foi ordenado monge.
A humildade tem seu prêmio
Cada pessoa tem o seu próprio sorvete de chocolate: aquilo que almeja alcançar. O problema está em ter a mente posto nele, nos impedindo de desfrutar o presente.
Tendemos a confundir nossas conquistas com nosso valor e a nos identificarmos com elas. O ego se encarrega de nos empurrar a desejar ficar acima dos outros e a nos ofendermos se alguém nos aponta algum erro.
Se conseguirmos detectar nosso próprio ego e desativá-lo, automaticamente abandonamos a necessidade de criticar, discutir, competir ou julgar. Assim, nos desfazemos do papel de vítimas, do sofrimento que representa não cumprir com as demandas do ego… E conseguiremos desfrutar dos sorvetes!