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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

ME OBSERVANDO: ficha monstra no avião



Oi gente!

A gente medita, faz yoga, inúmeras praticas, mas será que estamos atentos aos sinais que o Universo nos trás a cada segundo???

Foi me questionando dessa forma que hoje dou início ao Projeto Me Observando.

Serão vídeos mensais na qual contarei pra vocês alguma ficha monstra que caiu durante o mês.

...a gente sabe que os sinais acontecem o tempo inteiro, mas será que estamos atentos???

Atenção na ação pessoal!

Agora segue a ficha que caiu pra mim dentro do avião, bendita ficha viu gente?!

Beijos no coração.

Namastê



Acolher

Pra poder acolher meus filhos, entendi que primeiramente preciso aprender a me acolher.
Coisa que nunca fiz comigo.
Acolher minhas dores
Minha arrogância
Meus erros
Acolher o sentimento de impotência perante duas vidinhas frágeis que necessitavam de mim
Acolher o sentimento de que não tinha nem ideia do que fazer com aqueles dois pacotinhos nos meus braços...
Lembrar das lágrimas dos meus filhos que caíram quando que na verdade o que eles mais queriam era apenas serem acolhidos num abraço de mãe.
Acolher os momentos que não voltam
Acolher aquela momento quando o que eu mais queria era que eles calassem a boca e que parassem de chorar.
Os berros lancinantes que meu filho na calada das madrugadas
Acolher aquele sentimento de querer sumir e nunca mais voltar
As preocupações
O sono frágil e intuitivo de uma mãe cansada
Acolher todas as barreiras que coloquei contra o Amor
Acolher o sentimento de achar que tenho que ser durona e general
Acolher os “...eu queriaaaaaa...” (que fosse diferente...)
A falta de consciência que tive durante todos esses anos
Acolher e entender que o tempo passou num piscar de olhos.
E talvez o mais duro, acolher a consciência de que fiz aquilo que na época podia e tinha condições de dar, mesmo sendo tudo tão errado, tão mal interpretado, tão pesado,  tão frio e automático....
Essa mãe que tá aqui quase do meu lado com sua filha de cinco meses se esgoelando no avião, incomodando todos os passageiros que veem superficialmente ainda, significou demais pra mim!
Nos primeiros momentos reclamei pra mim mesma dos choros agudos dessa criança “atrapalhando a paz” dos demais passageiros.
Assim foi até a minha ficha cair.
Assim foi até eu olhar fixamente para o que essa mãe estava dando para sua filha e olhar para a criança que chorava suplicando acolhimento.
A mãe??? Era eu!!!!
Entendi que essa mãe foi o espelho de onde tudo começou.
Através dessa mãe entendi onde foi que bloqueei meu Amor.
Quando na hora que mais precisei Eu Viviane não soube me acolher também!
Como poderia colher meus filhos se sequer sabia me acolher?????
...o tempo passou...e a minha ficha caiu somente agora!
E agora???? O que fazer com tudo isso????
Acolha!!!!!!!
Impotência
Culpa
Raiva
Cegueira
Impaciência
Estupidez
Indiferença
Frieza
Controle
Manipulação
Grosserias
Loucura
Violência
Medo
Barreiras
Defesas   
Autoritarismo
Inveja
Ódio
Egocentrismo
Julgamentos
Intrigas
Brigas
Insatisfação
Desunião
Todo esse lixo que guardei dentro de mim por tanto tempo e que foi capaz de me causar tamanha cegueira por pura falta de consciência.
Viva o Agora
O Agora é um Presente
E se a consciência chegou somente agora, acolha!
Tá tudo certo
Tudo tem seu tempo pra amadurecer...
E não se esqueça nunca mais que é preciso amar as pessoas, como se não houvesse o amanhã pq se você parar pensar a verdade não há 
Sou a gota d’água 
Sou o grão de areia
Voce me diz que seus pais não te entendem
Mas você não entende seus pais...

Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai SER

Quando VOCE crescer...






                


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

SCHULTZ responde sobre minha dificuldade com a Auto Observação


Oi gente,

No vídeo da semana passada, relatei a dificuldade que ando enfrentando com a Auto Observação.

Esse sentimento de inadequação e incomodo só foi aumentando e no Domingo passado, durante o Curso de Aprofundamento em Yoga e Meditação do Simplesmente Yoga, tive a grande oportunidade de desabafar com meu professor Marco Schultz.

Como sempre, Marco nos faz "olhar para da direção certa", seus apontamentos são presentes valiosos nessa nossa busca pelo auto conhecimento.




Gratidão, gratidão, gratidão!!!
S2
Namastê

Vídeo anterior onde falo sobre a dificuldade que ando tendo com a auto observação:



Contato: 
Simplesmente Yoga - Marco Schultz
http://www.simplesmenteyoga.com.br/
https://www.youtube.com/user/simplesmenteyoga

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Auto Observação e o Sentimento de Inadequação

Oi gente,

No vídeo de hoje falo sobre a Auto Observação e o Sentimento de Inadequação.

A busca pelo auto conhecimento implica a gente treinar a capacidade de se observar, de se colocar como testemunha, a fim de remover as camadas que nos separa do nosso verdadeiro EU, mas quando de fato começamos a nos observar, a se dar conta de como estamos pensando, falando e agindo o que com certeza iremos encontrar é algo não muito agradável e que causará um grande desconforto e sentimento de inadequação.

É justamente isso que ultimamente ando experimentando e treinando.


Beijos no coração

Namastê

quarta-feira, 15 de março de 2017

O QUE (QUASE) NINGUÉM DIZ SOBRE MEDITAÇÃO



por  




É tão bom, que até parece mentira: rezam os vários estudos e as comprovações obtidas por meio de exames de neuroimagem que, ao longo do tempo, a meditação traz significativos benefícios para o corpo e para a mente: reforça a imunidade física, melhora a resistência à dor, favorece a concentração e a capacidade de aprendizagem, além de ser uma importante aliada no combate à ansiedade e à depressão.

Recentemente, foi descoberto que a prática age diretamente sobre as células, fazendo com que permaneçam jovens por mais tempo. Só isso já é bom o suficiente, mas tem mais: algumas técnicas são especialmente eficientes para nos tornar menos estressados e sujeitos aos estímulos externos indesejáveis que com frequência afetam o equilíbrio psíquico. Além disso, a meditação transforma tanto a anatomia quanto a dinâmica do cérebro, ajudando a desenvolver qualidades como empatia, compaixão e bondade – ainda que sem nenhuma conotação religiosa, apenas com intuito de desfrutar bem-estar interior (até porque, cá entre nós, seria uma dádiva não sofrer tanto com emoções como raiva, ciúme, inveja, apego etc., independentemente das situações em que nos encontrássemos…).

Enfim, dito assim, a meditação parece ser uma dessas maravilhas que, de tão boas, causam algum estranhamento. Ora, se a prática milenar não tem contraindicação e faz tanto bem, por que um número muito maior de pessoas não tira proveito dela? Afinal, não custa nada, não requer aprendizado intensivo nem grandes habilidades específicas… 

Mistério? Não. A resposta é bem simples até. Não importa o grau de sofisticação de uma técnica ou ferramenta, para que funcione é preciso que seja usada. Sabe a história do bolo de chocolate? De nada adianta ter os ingredientes, a receita e saber o procedimento se não colocamos mãos à obra e o preparamos.


Meditar é assim: simples, barato, transformador e não depende de ninguém além da própria pessoa. Porém, é preciso treino e regularidade. E ao contrário do que pode parecer à primeira vista, aquietar-se por 15 ou 20 minutos e prestar atenção na própria respiração não é exatamente fácil.

Primeiro, é necessário ter a intenção honesta de fazer algo positivo por si mesmo e empenhar-se para isso com disciplina, investindo energia psíquica nesse propósito diariamente. E fazer isso, mesmo sabendo de antemão que, principalmente no início, os pensamentos vão voar. O exercício, aliás, é justamente esse, trazer a mente de volta, centrar-se de novo na respiração, e de novo e de novo, sem julgamentos.

A possibilidade de, ao reabrir os olhos, enxergar o mundo de forma diferente (como se a paz interna transbordasse ao redor) é imensa. Mas não é magia. Cuidar de si mesmo é trabalhoso, requer determinação, paciência e tempo (ainda que sejam só poucos minutos por dia).


Retirado do site:

https://osegredo.com.br/2015/09/o-que-quase-ninguem-diz-sobre-meditacao/

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Antes do Yoga, precisamos viver todas as experiências possíveis?



Por Pedro Kupfer

Algumas pessoas pensam que é preciso viver todos os prazeres possíveis antes de dedicar-se à espiritualidade. Essa é uma crença bastante espalhada e comum. Isso acontece porque algumas pessoas que começam essa caminhada acabam fazendo exatamente o contrário do que pregam: deixam-se levar pelas paixões exacerbadas quando supostamente deveriam ser contidos, acumulam imensas fortunas quando deveriam cultivar a simplicidade e coisas do gênero.

Daí, com algum direito as pessoas pensam: “ele fez isso porque não viveu o suficiente número de experiências mundanas antes de dedicar-se à espiritualidade”. Porém, essa ideia é uma falácia. Parece verdade mas não é. Na medida em que realizamos ações, criamos novas condições para fazer outras novas no futuro próximo. O apego às memórias passadas nos prende nos condicionamentos. O nosso karma pode ser prazeroso ou doloroso. Mas nós mesmos é que escolhemos, em todo caso, o que fazemos com ele.

É preciso discernir as coisas: em primeiro lugar, há uma situação kármica, que pode ser prazerosa, dolorosa ou uma combinação de ambas. Porém, sempre podemos escolher se e como, a partir desse setup, vamos continuar alimentando esse círculo ou não. A ignorância existencial é a coisa mais medonha. Mas não precisamos tornar-nos vítimas dela.

Qualquer um pode cair. Qualquer um pode se deixar arrastar pelas fraquezas. Porém, se mantivermos um coração limpo e clareza nos nossos propósitos e intenções, nada poderá nos demover do nosso objetivo. O primeiro passo é fazer as pazes com o próprio karma. Não se sentir culpado nem vitimizado por ele. Depois, é necessário considerar a importância da renúncia. Renúncia, no sentido de suavizar a ideia de que precisamos viver para satisfazer os sentidos.

Depois, é recomendável desenvolver curiosidade, foco e motivação para compreender o que é melhor para nós e agir em consequência: se vamos vezes e mais vezes nos deixar arrastar pela ânsia de satisfazer os desejos e as experiências sensoriais, ou ainda, se nos mantemos dispostos a crescer através de e para além deles. Noutras palavras, nos manter focados em cultivar bons hábitos, saudáveis e construtivos. Colocar as prioridades em primeiro lugar, em suma.

Somos ao mesmo tempo vítimas da identificação com o corpo e do nosso desleixo em relação a ele. É por isso que acreditamos que seja necessário priorizar as coisas. Não nos deixemos levar pelo apego. Não vivamos focados unicamente no prazer sensorial. Isso é perder o tempo. Afinal, viver para satisfazer os sentidos acaba sendo uma autopunição que pagamos muito caro nas diversas formas do sofrimento e da aflição.

Namaste!


Artigo retirado do site:



http://www.yoga.pro.br/artigos/1233/3023/devemos-provar-tudo-antes-do-yoga

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Conto Budista: O Monge e o Sorvete de Chocolate

Oi gente!

Hoje trago para vocês um lindo conta que diz tudo que a gente precisa para nossa auto investigação.

Vamos refletir?

Beijos no coração.

Namastê


Muitas vezes ouvimos falar do ego como o causador da soberba ou o culpado pelo sofrimento de uma pessoa diante de uma situação indesejada. Mas… o que é o ego exatamente e como este influencia a nossa felicidade?
Para a psicologia ocidental trata-se de uma representação que fazemos de nós mesmos. No entanto, do ponto de vista budista o ego é uma atividade, a tendência recorrente de nos identificarmos com qualquer coisa que tenha essa representação que acreditamos ser.
Neste conto budista veremos como esta identificação nos mantém separados do mundo e nos traz sofrimento e insatisfação, além de fomentar a concorrência. Aprecie a leitura.

Um teste para o ego com sabor a chocolate

Joel havia chegado já fazia três anos a uma das comunidades budistas mais antigas do Tibete, e ali almejava ser treinado para se transformar em um monge exemplar.
Todos os dias, na hora do jantar, perguntava ao seu mestre se no dia seguinte aconteceria a cerimônia da sua ordenação. “Você ainda não está pronto, primeiro precisa trabalhar a humildade e dominar o seu ego”, respondia o seu mentor.
Ego? O jovem não entendia por que o mestre se referia a seu ego. Achava que merecia ascender no seu caminho espiritual já que meditava sem cessar e lia diariamente os ensinamentos de Buda.
Um dia, o mestre imaginou um jeito de demonstrar aos seu discípulo que ele ainda não estava pronto. Antes de iniciar a sessão de meditação anunciou: “Quem meditar melhor terá como prêmio um sorvete”. De chocolate”, acrescentou o ancião.
sorvete-de-chocolate
Logo após um breve alvoroço, os jovens da comunidade começaram a meditar. Joel queria ser o melhor a meditar dentre todos os seus colegas. “Dessa forma, mostrarei ao mestre que estou preparado para a cerimônia. E poderei tomar o sorvete”, concluiu o discípulo.

O jovem budista tenta meditar

Joel conseguiu se concentrar na sua respiração, mas ao mesmo tempo visualizava um grande sorvete de chocolate que ia e vinha como se estivesse em um balanço. “Não é possível, preciso parar de pensar no sorvete ou outra pessoa vai ganhá-lo”, repetia para si mesmo.
Com muito esforço, Joel conseguia meditar por alguns minutos nos quais simplesmente seguia o compasso da sua respiração, mas logo em seguida imaginava um dos monges tomando o sorvete de chocolate. “Droga! Sou eu que preciso conseguir esse sorvete!”, pensava o jovem angustiado.
vela-budista
Quando a sessão acabou, o mestre explicou que todos tinham feito bem a tarefa, exceto alguém que havia pensado demais no sorvete, isto é, no futuro. Joel se recompôs antes de falar:
– Mestre, eu pensei no sorvete. Eu admito. Mas como você pode saber que fui eu quem pensou demais?

O ego se revela

– Não tenho como saber. Mas posso ver que você se sentiu tão afetado a ponto de se levantar e tentar se colocar por cima dos seus colegas. Assim, querido Joel, é que age o ego: sente-se atacado, questionado, ofendido… e quer ter sempre razão no jogo de ser superior aos outros.
Naquele dia, Joel aprendeu que ainda tinha um longo caminho a percorrer. Trabalhou a sua humildade e os impulsos do ego. Viveu no presente e procurou não ficar por cima dos outros. Também entendeu que não lhe convinha se identificar com suas conquistas.
Assim, com trabalho e paciência, chegou o grande dia. Foi aquele no qual o mestre bateu à sua porta para lhe anunciar que finalmente estava preparado para o que tanto havia almejado.
Quando chegou no templo não encontrou ninguém ali. Apenas uma pequena plataforma e sobre ela… um sorvete de chocolate. Joel pôde apreciar o sorvete agradecido, sem se sentir decepcionado. E em seguida, foi ordenado monge.
monge-tomando-sorvete

A humildade tem seu prêmio

Cada pessoa tem o seu próprio sorvete de chocolate: aquilo que almeja alcançar. O problema está em ter a mente posto nele, nos impedindo de desfrutar o presente.
Tendemos a confundir nossas conquistas com nosso valor e a nos identificarmos com elas. O ego se encarrega de nos empurrar a desejar ficar acima dos outros e a nos ofendermos se alguém nos aponta algum erro.
Se conseguirmos detectar nosso próprio ego e desativá-lo, automaticamente abandonamos a necessidade de criticar, discutir, competir ou julgar. Assim, nos desfazemos do papel de vítimas, do sofrimento que representa não cumprir com as demandas do ego… E conseguiremos desfrutar dos sorvetes!
*Conto original de Mar Pastor.
Retirado do site:

http://www.resilienciamag.com/o-monge-e-o-sorvete-de-chocolate-um-conto-budista-sobre-o-ego/

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Reflexões para iniciar o ano



Oiiiii genteeeee!!!

Estou de volta!!!!....muita saudade de vocês!!!

Bom, para dar início as atividades do blog e do canal esse ano, segue um vídeo que gravei hoje de manhã para a gente já começar com tudo 2017!!!



...aos poucos irei responder todas as mensagens, ok?

Beijos no coração

Namastê


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

As mentiras que contamos pra gente





Oi gente,

Fiz um resumo da lição mais importante que tive em 2016 e gravei um vídeo para compartilhar a reflexão com vocês no Investigando a Natureza do Ser.

Mentimos para nós mesmo!!! já identificaram isso???



Que a gente consiga aplicar todos os ensinamentos que tivemos no ano que se inicia.

Um beijo e enorme no coração de todos vocês, boa festas!!!

Namastê


 Mentir para nós mesmos

Temos uma imagem idealizada de nós mesmos, que nos impede de sermos verdadeiros. Produzimos muitas ilusões a partir desta idealização. Muitas vezes, dizemos o que não sentimos de verdade. Isso ocorre porque não sentimos o que pensamos!

Algumas de nossas auto-imagens não querem ser vistas! Por isso, é imprescindível reconhecer quando não estamos de fato sentindo o que gostaríamos de sentir, pois só a verdade nos auto-organiza.

É nossa auto-imagem que gera sentimentos e pensamentos em nosso íntimo. Podemos nos exercitar para identificá-la. Mas este não é um exercício fácil, pois resistimos em olhar nosso lado sombrio. No entanto, uma coisa é certa: tudo que ignoramos sobre nossa parte sombria, cresce silenciosamente e um dia será tão forte que não haverá como deter sua ação. Portanto, é a nossa auto-imagem que dita nosso destino.

O mestre do budismo tibetano Tarthang Tulku, escreve em seu livro “The Self-Image” (Ed.Crystal Mirror):

“A auto-imagem não é permanente. De fato, o sentimento em si existe, no entanto o seu poder de sustentação será totalmente perdido assim que você perder o interesse por alimentar a auto-imagem. Nesse instante, você pode ter uma experiência inteiramente diferente da que você julgou possível naquele estado anterior de dor. É tão fácil deixar a auto imagem se perpetuar, dominar toda a sua vida e criar um estado de coisas desequilibrado…

Como podemos nos envolver menos com nossa auto-imagem e nos tornar flexíveis? Somos seres humanos, não animais, e não precisamos viver como se estivéssemos enjaulados ou em cativeiro. No nível atual, antes de começarmos a meditar sobre a auto-imagem, não percebemos a diferença entre nossa auto-imagem e nosso ‘eu’.
Não temos um portão de acesso ou ponto de partida. Mas, se pudermos reconhecer apenas alguma pequena diferença entre a nossa auto-imagem e nós mesmos, ou ‘eu’ ou ‘si-mesmo’, poderemos ver, então, qual parte é a auto-imagem”.

Esse texto me fez lembrar ainda mais ( apesar de não ter me esquecido) de um pedido que você me fez, para lembra-la daquele tema que eu sugeri para o bate-papo "SENTIR OS PRÓPRIOS SENTIMENTOS" que ficou para o começo do próximo ano por causa das suas férias, lembra ? Fica lembrado então .

Esse texto peguei nesse site, Vale muito a pena conhecer. Namastê
http://www.todos-os-sentidos.com.br/