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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Antes do Yoga, precisamos viver todas as experiências possíveis?



Por Pedro Kupfer

Algumas pessoas pensam que é preciso viver todos os prazeres possíveis antes de dedicar-se à espiritualidade. Essa é uma crença bastante espalhada e comum. Isso acontece porque algumas pessoas que começam essa caminhada acabam fazendo exatamente o contrário do que pregam: deixam-se levar pelas paixões exacerbadas quando supostamente deveriam ser contidos, acumulam imensas fortunas quando deveriam cultivar a simplicidade e coisas do gênero.

Daí, com algum direito as pessoas pensam: “ele fez isso porque não viveu o suficiente número de experiências mundanas antes de dedicar-se à espiritualidade”. Porém, essa ideia é uma falácia. Parece verdade mas não é. Na medida em que realizamos ações, criamos novas condições para fazer outras novas no futuro próximo. O apego às memórias passadas nos prende nos condicionamentos. O nosso karma pode ser prazeroso ou doloroso. Mas nós mesmos é que escolhemos, em todo caso, o que fazemos com ele.

É preciso discernir as coisas: em primeiro lugar, há uma situação kármica, que pode ser prazerosa, dolorosa ou uma combinação de ambas. Porém, sempre podemos escolher se e como, a partir desse setup, vamos continuar alimentando esse círculo ou não. A ignorância existencial é a coisa mais medonha. Mas não precisamos tornar-nos vítimas dela.

Qualquer um pode cair. Qualquer um pode se deixar arrastar pelas fraquezas. Porém, se mantivermos um coração limpo e clareza nos nossos propósitos e intenções, nada poderá nos demover do nosso objetivo. O primeiro passo é fazer as pazes com o próprio karma. Não se sentir culpado nem vitimizado por ele. Depois, é necessário considerar a importância da renúncia. Renúncia, no sentido de suavizar a ideia de que precisamos viver para satisfazer os sentidos.

Depois, é recomendável desenvolver curiosidade, foco e motivação para compreender o que é melhor para nós e agir em consequência: se vamos vezes e mais vezes nos deixar arrastar pela ânsia de satisfazer os desejos e as experiências sensoriais, ou ainda, se nos mantemos dispostos a crescer através de e para além deles. Noutras palavras, nos manter focados em cultivar bons hábitos, saudáveis e construtivos. Colocar as prioridades em primeiro lugar, em suma.

Somos ao mesmo tempo vítimas da identificação com o corpo e do nosso desleixo em relação a ele. É por isso que acreditamos que seja necessário priorizar as coisas. Não nos deixemos levar pelo apego. Não vivamos focados unicamente no prazer sensorial. Isso é perder o tempo. Afinal, viver para satisfazer os sentidos acaba sendo uma autopunição que pagamos muito caro nas diversas formas do sofrimento e da aflição.

Namaste!


Artigo retirado do site:



http://www.yoga.pro.br/artigos/1233/3023/devemos-provar-tudo-antes-do-yoga

quarta-feira, 27 de maio de 2015

bate papo sobre prazer e dor e meu bad day de ontem


Oi gente,

Hoje no carro ouvindo o áudio do Ucem, um capitulo me chamou atenção, falava sobre prazer e dor e reparei que aquilo é a mais pura verdade.(texto logo abaixo)

Bom, fiz um videozinho falando um pouco sobre isso e também explicando minha falta de gratidão de ontem.

Beijos no coração

Namastê





Capítulo 27 - A Cura do Sonho
VI. As testemunhas do pecado

1. A dor demonstra que o corpo tem que ser real. É uma voz alta, que obscurece as coisas, cujos gritos silenciam o que o Espírito Santo diz e mantém as Suas palavras fora da tua consciência. A dor exige atenção, afastando-a Dele e focalizando-a em si própria. O seu propósito é o mesmo que o do prazer, pois ambos são meios de fazer com que o corpo seja real. O que compartilha um propósito comum é o mesmo. Essa é a lei do propósito que une todos aqueles que a compartilham em si mesma. O prazer e a dor são igualmente irreais porque o seu propósito não pode ser conseguido. Assim são meios para o nada, pois têm uma meta sem um significado. E compartilham a falta de significado do propósito que têm.
2. O pecado se desloca da dor para o prazer e de novo para a dor. Pois cada um testemunha a mesma coisa e carrega sempre uma única mensagem: “Tu estás aqui dentro desse corpo e podes ser ferido. Podes ter prazer também, mas somente ao custo da dor.” A. essas testemunhas se juntam muitas outras. Cada uma parece ser diferente porque tem um nome diferente e assim parece responder a um som diferente. Exceto nisso, as testemunhas do pecado são todas iguais. Chama o prazer de dor e ele doerá. Chama a dor de prazer e a dor por trás do prazer já não será mais sentida. As testemunhas do pecado simplesmente mudam de nome para nome, à medida em que uma dá um passo à frente e a outra um passo atrás. Entretanto, não faz nenhuma diferença qual delas está na frente. As testemunhas do pecado ouvem apenas o chamado da morte.

(Coloquei só um pedacinho aqui pra não complicar)


#desafio300diasdegratidão2015
#flaviamelissa
#vivisawaking




 
Chorei de gratidão agora pouco cantando a música da Ana Nóbrega - Oceanos. A letra é linda demais, uma oração com muita fé.
Dai me lembrei do retiro de carnaval quando ouvi essa música pela primeira vez e me remeteu um sentimento de flashback muito bom de pura gratidão.
Olha, se você está triste experimente ouvir essa música!!!
Que gostoso sentir isso!!!
#ficaadica
;)