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terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Porque coisas ruins acontecem com pessoas boas?
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
O medo e a catastrofização da mente por Flavia Melissa
Oi gente,
Hoje pela manhã, estava querendo fazer um vídeo falando sobre o medo, dai tentei gravar, mas não saiu nada!
:(
...pra quem não sabe, é assim mesmo. Não é toda hora que consigo falar sobre algo. Creio que isso acontece só quando estou com a inspiração do Espírito Santo, só pode ser!
Bom, então cliquei num vídeo da Flavia Melissa falando sobre o medo e vi que nesse vídeo ela conta que está lendo o UCEM (Um Curso em Milagres) e que o livro fala muito dessa questão do amor e do medo.
Que tudo é amor e aquilo que não é amor é um pedido por amor
...que o que não é amor é ilusão.
Fiquei muito contente de ouvir ela comentar sobre o UCEM, apesar de já ter postado aqui o dia que ela recebeu o livro do curso, fiquei tão feliz que fiz uma foto igual a dela kkkkk
Sabe, é muito bom sentir sincronicidade com alguém e isso acontece direto comigo para com ela!
Ela sempre me inspirou e suas palavras batem forte dentro de mim, então não poupo elogios quando falo dela.
Tenho certeza que isso são sinais do Universo, é uma linguagem que não sei como explicar, só sei que acontece e eu consigo entender!
Dai não tive dúvidas que na verdade não era para eu fazer o vídeo falando sobre o medo, mas sim postar o dela aqui.
;)
Então, ai vai:
Vou colocar aqui embaixo, um texto pra complementar o assunto de hoje.
Beijos no coração
Namastê
Nosso discurso revela nossos pensamentos, que revelam - incrustadas e disfarçadas - nossas crenças. Crenças estas que governam nossos comportamentos, muitas vezes, sem que nos apercebamos do fato. Estas crenças podem ser inconscientes, mas nem por isto deixam de afetar nosso existir.
Assim, nosso discurso e nosso comportamento revelam aquilo que pensamos, esperamos da vida, de nós mesmos, dos outros, enfim, nossa forma de atuar no mundo.
Em seu livro Psicologia da Alma, Joshua David Stone explica que, de acordo com "Um Curso em Milagres", só existem duas emoções: o amor e o medo. Uma frase que me chamou a atenção é "a agressão é um apelo ao amor". A pessoa que agride, na verdade está com medo de não ter amor, ou podemos até mesmo dizer que a pessoa que agride está querendo amor? Paradoxal, não é mesmo?
Sim, esta é uma forma distorcida de tentar amar, ser amado.
Aprendemos que o amor é a razão primeira e última de nossa existência, e esta afirmação parece ser verdadeira, pois passamos a vida servindo a esta proposição: amar, ser amado. Buscamos o tempo todo sermos valorizados, queridos, amados. Esta parece ser uma roda que impulsiona a vida. Freud a chamou Pulsão de Vida. Ao medo, ele chamou Pulsão de morte.
Voltemos então a refletir sobre o amor e o medo, de acordo com os ensinamentos do "Curso em Milagres". O medo é uma reação à falta de amor, ou uma indicação de falta de amor.
Fica bastante difícil perceber que uma pessoa agressiva está pedindo amor, pois o que demonstra é exatamente o contrário. È preciso um olhar que transcenda o comportamento aparente, um olhar que possa transpassar esta primeira impressão, para que possamos acessar o que há de mais sagrado e espiritual em uma pessoa. E, a partir daí, começa o trabalho do analista, terapeuta, ao ajudar a pessoa a acessar sua crença distorcida, para que possa ser transformada, ajustada, reorganizada e adequada ao verdadeiro desejo daquela pessoa, que nada mais é que: quero amar e ser amada.
É claro que, no calor das emoções, no nosso dia-a-dia, não será fácil conviver com pessoas que conduzem sua vida pelo medo. Mas a crença de que a verdade espiritual reside no amor e que é pelo amor que esta pessoa faz o que faz, poderá facilitar de alguma forma a convivência e até mesmo nos tornará capazes de ajudá-la em seu crescimento.
Acessar o amor que reside no mais profundo do ser: eis uma bela meta de vida! De alguma forma, o terapeuta que acredita no amor, baseia seu trabalho nesta premissa. Também a pessoa que busca o autoconhecimento, com certeza está buscando o melhor em si mesmo. Este melhor pode estar encoberto por tantas coisas, sofrimentos, experiências difíceis, descrenças, falta de vontade.
Buscar ajuda terapêutica é uma decisão corajosa! É decidir-se pelo amor, é demonstrar um desejo de crescimento, de encontro consigo mesmo. O caminho passará também pelo medo, e é pela análise e desbloqueio do amor que este medo tenderá a se desvanecer, cedendo espaço ao mais pleno bem estar, até mesmo à plenitude.
Mais sobre:
Hoje pela manhã, estava querendo fazer um vídeo falando sobre o medo, dai tentei gravar, mas não saiu nada!
:(
...pra quem não sabe, é assim mesmo. Não é toda hora que consigo falar sobre algo. Creio que isso acontece só quando estou com a inspiração do Espírito Santo, só pode ser!
Bom, então cliquei num vídeo da Flavia Melissa falando sobre o medo e vi que nesse vídeo ela conta que está lendo o UCEM (Um Curso em Milagres) e que o livro fala muito dessa questão do amor e do medo.
Que tudo é amor e aquilo que não é amor é um pedido por amor
...que o que não é amor é ilusão.
Fiquei muito contente de ouvir ela comentar sobre o UCEM, apesar de já ter postado aqui o dia que ela recebeu o livro do curso, fiquei tão feliz que fiz uma foto igual a dela kkkkkSabe, é muito bom sentir sincronicidade com alguém e isso acontece direto comigo para com ela!
Ela sempre me inspirou e suas palavras batem forte dentro de mim, então não poupo elogios quando falo dela.
Tenho certeza que isso são sinais do Universo, é uma linguagem que não sei como explicar, só sei que acontece e eu consigo entender!
Dai não tive dúvidas que na verdade não era para eu fazer o vídeo falando sobre o medo, mas sim postar o dela aqui.
;)
Então, ai vai:
O medo e a catastrofização da mente
Vou colocar aqui embaixo, um texto pra complementar o assunto de hoje.
Beijos no coração
Namastê
Amor e Medo: as duas emoções que nos aproximam e nos afastam de nossa verdade espiritual
Autor Mirtes Carneiro - mirtescarneiro@hotmail.comNosso discurso revela nossos pensamentos, que revelam - incrustadas e disfarçadas - nossas crenças. Crenças estas que governam nossos comportamentos, muitas vezes, sem que nos apercebamos do fato. Estas crenças podem ser inconscientes, mas nem por isto deixam de afetar nosso existir.
Assim, nosso discurso e nosso comportamento revelam aquilo que pensamos, esperamos da vida, de nós mesmos, dos outros, enfim, nossa forma de atuar no mundo.
Em seu livro Psicologia da Alma, Joshua David Stone explica que, de acordo com "Um Curso em Milagres", só existem duas emoções: o amor e o medo. Uma frase que me chamou a atenção é "a agressão é um apelo ao amor". A pessoa que agride, na verdade está com medo de não ter amor, ou podemos até mesmo dizer que a pessoa que agride está querendo amor? Paradoxal, não é mesmo?
Sim, esta é uma forma distorcida de tentar amar, ser amado.
Aprendemos que o amor é a razão primeira e última de nossa existência, e esta afirmação parece ser verdadeira, pois passamos a vida servindo a esta proposição: amar, ser amado. Buscamos o tempo todo sermos valorizados, queridos, amados. Esta parece ser uma roda que impulsiona a vida. Freud a chamou Pulsão de Vida. Ao medo, ele chamou Pulsão de morte.
Voltemos então a refletir sobre o amor e o medo, de acordo com os ensinamentos do "Curso em Milagres". O medo é uma reação à falta de amor, ou uma indicação de falta de amor.
Fica bastante difícil perceber que uma pessoa agressiva está pedindo amor, pois o que demonstra é exatamente o contrário. È preciso um olhar que transcenda o comportamento aparente, um olhar que possa transpassar esta primeira impressão, para que possamos acessar o que há de mais sagrado e espiritual em uma pessoa. E, a partir daí, começa o trabalho do analista, terapeuta, ao ajudar a pessoa a acessar sua crença distorcida, para que possa ser transformada, ajustada, reorganizada e adequada ao verdadeiro desejo daquela pessoa, que nada mais é que: quero amar e ser amada.
É claro que, no calor das emoções, no nosso dia-a-dia, não será fácil conviver com pessoas que conduzem sua vida pelo medo. Mas a crença de que a verdade espiritual reside no amor e que é pelo amor que esta pessoa faz o que faz, poderá facilitar de alguma forma a convivência e até mesmo nos tornará capazes de ajudá-la em seu crescimento.
Acessar o amor que reside no mais profundo do ser: eis uma bela meta de vida! De alguma forma, o terapeuta que acredita no amor, baseia seu trabalho nesta premissa. Também a pessoa que busca o autoconhecimento, com certeza está buscando o melhor em si mesmo. Este melhor pode estar encoberto por tantas coisas, sofrimentos, experiências difíceis, descrenças, falta de vontade.
Buscar ajuda terapêutica é uma decisão corajosa! É decidir-se pelo amor, é demonstrar um desejo de crescimento, de encontro consigo mesmo. O caminho passará também pelo medo, e é pela análise e desbloqueio do amor que este medo tenderá a se desvanecer, cedendo espaço ao mais pleno bem estar, até mesmo à plenitude.
Mais sobre:
E se você não sentisse medo?
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Reflexões sobre Deus e Diabo
Oi gente,
Segue um vídeo bem legal da Flavia Melissa fazendo nos refletir sobre nossos conceitos sobre Deus e Diabo.
Beijos no coração
Namastê
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
SER QUEM VOCÊ É
Oi gente,
Ontem, estava conversando com uma pessoa sobre relacionamentos quando aconselhei varias vezes ela a ser quem ela é, com todos seus medos, fragilidades, dúvidas, defesas, enfim ser quem ela é sem máscaras para ser leal com ela mesmo.
Dai hoje vejo o novo vídeo da Flavia Melissa falando exatamente sobre isso!!!
Nem vou continuar contando o resto dessa conversa com a minha amiga porque senão serei repetitiva, assistam esse vídeo:
Beijos no coração
Namastê
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Tudo está sempre certo? Como assim?
Oi gente,
Segue um Perguntas & Respostas com Flavia Melissa.
Beijos no coração
Namastê
por Flavia Melissa
Segue um Perguntas & Respostas com Flavia Melissa.
Beijos no coração
Namastê
por Flavia Melissa
25 de December de 2014 por flavia em P&R,Textos
P: “Flavia, está tudo certo do jeito como ocorre, ok. Mas e
o que dizer de coisas terríveis que acontecem? De crianças que são estupradas
por seus pais, ou das guerras que acontecem? Não existem erros nunca? E os
vilões, os grandes causadores de mal da sociedade, que matam e roubam, não
estão errados? E, de acordo com o que você pensa, como deve ser nossa postura
diante destas coisas se elas não estão erradas? Devemos sentar e nos calar?
Mãos atadas, é isso mesmo?”
R: Existem tantas particularidades presentes em sua pergunta
que já aviso, de antemão, que será uma longa resposta. Qualquer questão a qual
nos dediquemos a debater sob o ponto de vista da mente, que vive em uma lógica
dual – certo x errado, bom x mau, bonito x feio, etc – pode se tornar extremamente
pantanosa e, por isso, é necessário que analisemos separadamente cada elemento
de suas afirmações.
Então vamos lá! O primeiro ponto a ser analisado é a
afirmação de que está tudo sempre certo, que é uma afirmação que leva em
consideração uma lógica superior, acima da que rege nossas mentes físicas.
Porque se formos levar em consideração nossa percepção subjetiva, é evidente
que não está tudo certo. Como podemos sequer nos aproximar a dizer que está
tudo certo pensando em um pai estuprando o filho? Como dizer que está tudo
certo quando uma guerra arranca a vida de milhares de inocentes? Como ousar
dizer que está tudo certo quando o inimaginável acontece e a dor parece sufocar
o peito de dentro para fora? Negar que, em alguns momentos, as coisas parecem
estar muito erradas seria a maior imbecilidade. É óbvio que, em alguns
momentos, as coisas acontecem e nos fazem ter certeza de que não deveriam estar
acontecendo, de que a vida não deveria ser assim. E, ainda assim, está tudo
certo. Como assim?
Uma coisa muito importante de levar em consideração é a de
que, para mim, existe alguns paradigmas essenciais no modo de compreender o
mundo – alguns dogmas, poderia dizer. E o principal deles é o seguinte: não
somos seres humanos despertando para uma realidade espiritual, e sim seres
espirituais vivendo uma experiência humana. Ponto. É nisso que eu acredito e é
extremamente importante que você leve isso em consideração quando lê meus
textos, assiste meus vídeos ou acompanha minhas postagens por aí. Eu não vou
tentar te provar isso – eu não vou conseguir te provar isso. Ou você concorda
comigo e já pensa assim, ou será muito difícil acompanhar o meu trabalho,
porque este é um pressuposto do qual eu parto e o qual não faço questão nenhuma
de enfiar goela abaixo de quem não pensa como eu. Entendido este ponto, vamos
adiante.
Levando em consideração que o que estamos vivendo aqui é uma
experiência tridimensional de um ser multidimensional espiritual, fica muito
difícil que consigamos compreender, com nossa mente dual e física, o verdadeiro
significado de nossas experiências e aprendizados aqui na Terra. Eu acredito
firmemente que, ao virmos para este plano, estamos plenamente decididos a
ampliar ainda mais a luz que existe dentro de nós através de vivências que nos
forneçam experiências “especiais” que proporcionem o aumento desta luz. No aqui
e agora estamos mergulhados até a raiz dos cabelos na lógica da terceira
dimensão, regida pela dualidade eu x outro e bem estar x sofrimento, mas se
caminhamos na direção da Unicidade (eu E outro, bem estar E sofrimento como uma
coisa só), deixamos de ser tão apressados assim em categorizar as coisas tão
rapidamente em boas ou ruins, bençãos ou desgraças.
Dou um exemplo: certa vez tive um paciente que, em
determinado momento de sua vida, morava no sul do país e precisava vir para São
Paulo para uma importante reunião de negócios que definiria os rumos de sua
vida profissional e de sua companhia para sempre. Na véspera da viagem, ele fez
tudo o que podia para garantir que nada saísse errado no dia seguinte: colocou
despertadores para tocar, separou chaves e documentos do carro que usaria no
dia seguinte para chegar ao aeroporto, combinou com a esposa para que ela
levasse os filhos à escola e organizou todos os documentos em sua pasta de
trabalho para que, no dia seguinte, tivesse o mínimo de trabalho possível. Mas,
ao acordar na manhã da viagem, tudo saiu do planejado: os despertadores (sim,
mais de um) não tocaram, os filhos se atrasaram para a escola. Um importante
documento simplesmente desapareceu de dentro da pasta e, quando ele finalmente
o encontrou, a esposa não conseguia achar as chaves do carro. Tudo estava dando
errado e este homem praguejou contra sua “má” sorte. Quando estavam quase
chegando ao aeroporto, atrasados mas não o suficiente para que ele perdesse o
vôo, um caminhão bateu com tudo na traseira de seu carro, e ele mal pôde
acreditar quando viu o motorista completamente bêbado sair da cabine para se
desculpar. Parecia uma versão do inferno adaptada para sua vida cotidiana. Sim,
ele perdeu o vôo e, pelos próximos 50 minutos, este homem amaldiçoou e
praguejou e brigou com o motorista bêbado do caminhão e com a mulher e com os
filhos e com todos os que cruzaram seu caminho. Até que, enquanto esperava o
guincho chegar para levar seu carro para o mecânico, ele recebeu a notícia de
que o avião no qual deveria estar havia acabado de bater no prédio da TAM, em
São Paulo – um famoso acidente ocorrido há alguns anos. E aí? Ele teve má
sorte? O motorista do caminhão era um cretino? Ou uma série de fatores
aparentemente negativos conspiraram para salvar a sua vida?
Como eu disse: não podemos negar que existem sensações boas
e ruins. Eu não nego isso. É óbvio que se eu quero pegar um avião e me atraso,
fico ansiosa e reclamo. É óbvio que se sou assaltada e fico com uma arma
apontada para a minha cabeça enquanto estou deitada na varanda da casa de praia
da minha família, sinto raiva e julgo o bandido e quero que justiça seja feita.
É evidente que se fico sabendo da violência cometida contra um ser humano – ou
animal – eu me revolto e me pergunto porque existe tanta maldade no mundo. Mas
esta EU, que faz tudo isso, é a Flavia Melissa – minha identidade atual,
estruturada por um Ego que existe apenas no aqui e agora desta vida tridimensional.
Eu não sei, a médio e longo prazo, as consequências das coisas ditas
“negativas” que acontecem. Eu não sei se uma criança que é estuprada na
infância vai crescer, fundar uma ONG e ser responsável por salvar centenas de
vidas de outras crianças que, como ela, sofreram maus tratos. Eu não sei se o
assalto que me deixou um galo na cabeça, de tanto que a arma era pressionada
contra o meu crânio, não me salvou de um acidente fatal caso eu tivesse saído
de casa naquela noite. E eu não sei o que o meu espírito e o seu espírito
vieram ter como lição engrandecedora nesta vida, só sei de uma coisa: se
aprender a perdoar é algo especial e faz com que minha luz eterna e infinita
aumente, isso faz de meu malfeitor um grande professor. É só disso que eu sei.
Não estou dizendo que as leis não devam ser cumpridas – para
que vivamos em sociedade elas são necessárias e é muito importante que se façam
ser cumpridas. Mas a lei dos homens está certa? Não sei. Está certo julgar o
comportamento de alguém como se eu não fosse corresponsável por ele existir?
Você acha que não tem absolutamente nada a ver com o fato de existirem
criminosos no planeta Terra? Saiba que esta é só mais uma das manifestações de
sua mente tridimensional física, regida por conceitos duais eu x outro, que
enxerga apenas a segregação e a compartimentalização das coisas. Como disse
alguém sábio de quem me esqueci o nome, “não é sinal de saúde estar adaptado a
uma sociedade profundamente doente”. E a verdade é que energeticamente falando,
nós como espécie vibramos coletivamente esta energia que faz com que criminosos
e miseráveis existam, que faz com que sociedades sejam o palco principal a
propiciar o surgimento de guerras e conflitos e que proporciona que pais amem
seus filhos de modos deturpados e doentios. Todos nós somos responsáveis por
isso, pois todos nós somos espíritos que estamos aqui para aprender – e
estamos, cada um de nós, em fases diferentes do processo.
Você me pergunta qual deveria ser nossa postura diante
destas coisas, e eu te digo: sigamos as leis, mas com amor e compreensão ao
próximo. A única diferença entre você e um criminoso é que você teve uma vida
que fez de você uma pessoa capaz de sublimar, reprimir e não dar vazão a seus
instintos agressivos e assassinos – porque se você me disser que não sente
raiva assassina vez ou outra, eu não vou acreditar. A escuridão que existe lá
fora no mundo é apenas um reflexo de nossa escuridão interna – trabalhemos do
lado de dentro. Olhemos mais para dentro e menos para fora. Mudemos nosso interior
praticando o bem, a caridade, o perdão e a compreensão, servindo de exemplo
para os demais e sendo, de verdade, a mudança que desejamos ver no mundo.
Façamos isso, e eu prometo que nossa luz se expandirá e mais dia menos dia
alcançará outras pessoas, inevitavelmente.
Nós somos todos um e estamos todos no mesmo barco, vivendo o
mesmo processo. E o processo é exatamente este: aprender. O jogo é apenas um:
amar ao próximo como a ti mesmo. E levando em consideração estes paradigmas…
Sim, está tudo certo. Sempre esteve, e sempre estará. Que não nos apressemos
tanto em dizer que isso deveria ter sido assim ou que tal coisa não poderia ter
sido assado. Relaxemos no processo: amém.
Namastê.
Extraído do site:
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Aceitação x Conformismo: qual a diferença?
Oi gente!!!
Vocês reparar na foto acima???
FLAVIA MELISSA vai estudar o UCEM!!!
FM + UCEM é uma combinação perfeita!!! Fiquei muito feliz hoje cedo quando vi essa foto, demais neh?!
Bom, hoje o assunto aqui é ACEITAÇÃO, qual a diferença entre aceitação e conformismo???
Essa é uma dúvida que já deve ter passado por todos nós estudantes espiritualistas.
Flavia trás uma explicação ótima nesse vídeo:
" no conformismo tem desistência
na aceitação tem vontade"
É isso ai gente!!!
TUDO já está em nossa disposição, vamos olhar pra isso?!
Beijos no coração
Namastê
terça-feira, 27 de outubro de 2015
E quando você muda mas a vida continua igual?
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Meio caminho andado por Flavia Melissa
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Gratidão e Física Quântica: chuva de bençãos!
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terça-feira, 19 de maio de 2015
Flavia Melissa - Desafio 300 dias de gratidão
Oi gente,
Ontem recebi esse e-mail da Flavia Melissa e como achei muito bacana resolvi compartilhar com vocês.
Ela fala sobre gratidão, conta um pouquinho da sua história e propõem o desafio 300 dias de gratidão, vamos?
Beijos no coração.
Namastê
Pra quem não conhece a Flavia Melissa ela é psicóloga, faz vídeos motivacionais, atendimentos presenciais e via skype, treinamentos, cursos, workshops e retiros na área de desenvolvimento humano, tudo isso regrado aos conceitos universalista da espiritualidade moderna.
Oi!
Tudo bem por aí?
Hoje estou vindo te convidar para participar de uma coisa muito especial: a agradecer todos os dias por algo que já existe na sua vida. Parece simples? Antes fosse! Muitas são as vezes em que nos perdemos em meio ao turbilhão da vida cotidiana, recheada das coisas que gostaríamos de ter e não temos e de experiências que gostaríamos de evitar mas que estamos vivendo. Quando é esta a situação, tudo o que fazemos é nos lamentar porque a vida não está exatamente do jeito que gostaríamos que estivesse.
Com você é diferente?
Eu só posso falar das coisas que já vivi e dos caminhos por onde andei. E, ao menos na minha experiência, buscar motivos pelos quais me sentir grata foi o que literalmente me salvou em momentos de desespero e falta de confiança de que as coisas que eu queria que acontecessem realmente dessem certo. A verdade é que é muito fácil sentir-se grato quando as coisas estão ótimas e dando certo mas... E quando as coisas parecem estar todas erradas?
Um dia eu me dei conta da importância da gratidão.
Lembro-me até hoje que estava no meu consultório, há mais ou menos 3 anos. Na época, ele servia praticamente de cenário para os vídeos que vinha gravando fazia alguns meses, porque eu não tinha pacientes. Pagar as contas no final do mês estava sendo uma dureza e, com 33 anos, eu ainda dependia financeiramente da minha mãe. E então, de repente, o telefone tocou e era uma pessoa que havia assistido aos meus vídeos, querendo marcar uma consulta. Eu fiquei feliz por dois segundos e, em seguida, comecei a arrumar as minhas coisas para ir embora para casa - quando de repente me dei conta.
Algo incrível tinha acabado de acontecer.
Eu nunca tinha pensado em fazer vídeos com o propósito de atrair pacientes, meu único interesse era compartilhar o que vinha vivendo em minha jornada. Alguém me telefonar querendo se consultar comigo em função dos vídeos era algo em que eu nunca havia pensado antes, um verdadeiro presente do Universo... E eu estava fazendo o que? Agindo como se nada fosse, pensando no próximo compromisso do dia, sem dar nenhum espaço para o sentimento de gratidão. Então eu parei tudo o que estava fazendo e gravei um vídeo.
Clique aqui para assistir
Foi quando eu decidi dar espaço para o sentimento de gratidão em minha vida. Todas as noites, antes de dormir, eu dedicava alguns momentos a refletir sobre meu dia e sobre o que tinha acontecido e, espontaneamente, escolhia algo para conscientemente me sentir grata. Não importava o quanto o resto das coisas não tivessem acontecido exatamente como eu queria. Aquele era um momento em que eu escolhia agradecer por algo, ao invés de reclamar ou me sentir péssima por todas as coisas que eu queria estar vivendo e não estava.
Alguns meses depois tive a ideia de lançar um desafio nas redes sociais: seriam 21 dias ininterruptos de gratidão. O desafio foi proposto em um vídeo que você pode assistir clicando aqui
O que posso dizer sobre este primeiro desafio? Que foram 21 dias incríveis! Todos os dias eu postava na minha Fanpage a gratidão do dia e as pessoas, nos comentários das postagens, faziam as suas gratidões. Foi uma época em que conheci gente muito legal que, ao final do desafio, montou grupos no Facebook para continuar agradecendo. Muita gente compartilhou as postagens e a Fanpage acabou ganhando vários seguidores novos, o canal do YouTube também acabou ganhando novos inscritos e a demanda de consultas aumentou tanto que eu, em poucos meses, não tinha mais horário na agenda. Então, para conseguir estar com todas as pessoas que me procuravam, ganhei coragem para finalmente começar a trabalhar com grupos em workshops vivenciais aos finais de semana.
Pensando bem, acho que nada do que vivo hoje estaria acontecendo se não fosse aquele primeiro insight sobre gratidão. Assista ao episódio do webseriado "Eu SouL" do qual participei falando sobre gratidão clicando aqui
Ano passado foi a vez dos 100 dias de gratidão, desafio proposto e aceito por centenas de pessoas que não perdem uma oportunidade em manifestar sua alegria e gratidão pela experiência vivenciada. 21 foi pouco, 100 foi bom e, agora, um desafio bárbaro:
300 dias.
Não importa o que aconteça. Você pode bater seu carro, perder o emprego, terminar um relacionamento ou até mesmo perder alguém que ame: você vai continuar agradecendo. Você pode achar isso difícil, mas eu te digo: sentir-se grato é o primeiro passo para que você crie a realidade que deseja ver manifestada. Veja bem este trecho de um artigo científico sobre a gratidão, realizado pelos psicólogos americanos McCullogh, Tsang & Emmons, ligados à Universidade de Miami e publicado no Journal of Personality and Social Psychology (86, 2004):
"Pesquisas sugerem que sentimentos de gratidão podem ser benéficos ao bem estar emocional subjetivo. Nas pessoas que são agradecidas em geral, os acontecimentos de vida têm influência pequena na gratidão experimentada".
Isso significa que, ao nos sentirmos gratos, desenvolvemos a tendência de agradecermos pelas coisas que nos acontecem independentemente das coisas que nos acontecem. Como assim? Assim: você vai se sentir grato pelas coisas, importando muito pouco quais sejam estas coisas. E não é isso que todos nós queremos? Nos sentir bem? Contentes com a nossa realidade? Satisfeitos com a vida que temos?
Todos os detalhes do desafio serão lançados ainda esta semana. Por enquanto você só precisa dizer sim e clicar no link abaixo para se inscrever gratuitamente no desafio. Eu espero, de verdade, que você venha comigo nessa. Sentimentos são energia e a primeira característica da energia é que ela se expande. Imagine, por um momento, o que seria viver em um mundo em que a gratidão fosse o sentimento predominante. Venha fazer a sua parte!
Diga sim e agradeça
Gratidão imensa por sua atenção em ler este email até o final!
Com amor e votos de paz e bem, sempre,
Flavia.
http://flaviamelissa.com.br/
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