quinta-feira, 13 de abril de 2017

O CRISTO - Mensagem de Páscoa


Oi gente,

Passando para desejar uma Feliz Páscoa para todos vocês que me acompanham e dizer que é muito bom tê-los comigo nessa longa jornada do auto conhecimento e despertar da consciência.

É muito bom saber que não estou sozinha e receber o carinho de vocês não te preço!

Gratidão!!!

Que Deus abençoe nossa jornada... 

Namastê






Como é sabido de todos os estudiosos do Evangelho Crístico, o CRISTO é uma força que se desprende como parte dessas três forças extraordinárias da Criação, através de seus diferentes desdobramentos, processando se assim a Vida que existe nas diferentes dimensões da Natureza e do Cosmos, que chega até este mundo tridimensional dando esse impulso a todas as inumeráveis criações de plantas, animais e humanos. Ele é aquele que palpita nos átomos, nas moléculas, nas células de toda criatura que tem Vida.

Em nós, os humanos, se desenvolve em três aspectos diferentes de acordo à atitude que nós tenhamos em nossa forma de viver:

– O primeiro aspecto é a Vida celular orgânica.
– O segundo aspecto é a Vida na Reprodução.
– O terceiro aspecto é a que produzimos através da Revolução da Consciência, produzindo assim um sábio aproveitamento de nossas energias vitais para nosso nascimento Espiritual; neste processo interno, emocional e psicológico, se integram a Sabedoria do PAI, a Força do ESPÍRITO SANTO e o 

Amor do CRISTO, para colocar em atividade todas as nossas capacidades físicas e internas e poder cristalizar assim o que chamamos o Segundo Nascimento.

É importante que cada estudante do Esoterismo Crístico compreendamos que uma coisa é a criação do humano por uma lei natural, outra coisa é a criação do Homem Autêntico por uma Revolução 

Consciente e outra coisa é a criação do Homem Espiritual por uma ação do Homem Solar em um trabalho mancomunado com o Ser.

Necessitamos que nestes momentos em que se apresentou o Regresso do MESSIAS, tenhamos uma atitude conciliadora de cada um de nós com a Mensagem, com a Doutrina e com o CRISTO para que assim realizemos de forma individual e conjunta a Obra que nos corresponde fazer, para poder marchar até essa Terra Prometida na qual o CRISTO e o Povo estabelecerão uma nova progênie, cumprindo-se assim o que está escrito nas Sagradas Escrituras: “Que nos tempos do fim virão de novo em busca daqueles homens, daquelas mulheres que tenham visto e tenham compreendido que sua Doutrina predicada através do tempo é a que tem o poder de produzir em cada um de nós uma metamorfose que nos permita seguir vivendo depois da morte”.

Cada ser humano possui uma Aura e uma atmosfera as quais são as que permitem ou impedem que essa Força maravilhosa do CRISTO se aloje nessa pessoa, ou do contrário impeça que exista nessa pessoa.

A pessoa maledicente, iracunda, invejosa, cobiçosa, cheia de ódio, de ciúmes, de ressentimentos, de medos, de insegurança, de temores, etc. tem sua Aura demasiadamente densa, negativa e por esta razão não pode receber os eflúvios que vem da Aura Universal do CRISTO. A pessoa fornicária, cheia de paixões, de lascívia, é uma pessoa que tem sua Aura demasiadamente densa, pesada, negativa que tampouco permite que a partir de sua parte interior se possa expressar nem o CRISTO nem o ESPÍRITO. Estas razões são mais que suficientes para que cada um de nós compreendamos que assim não podemos ter o encontro com nosso MESSIAS Interior, portanto devemos realizar desde já uma mudança objetiva que nos permita melhorar nossa Aura e nossa atmosfera, para que o CRISTO SOL externo e o CRISTO SOL interno possam fecundar o Embrião Áureo de cada um de nós e empreender a viagem até o encontro com nosso Ser Interno.


V. M. Lakhsmi – O Regresso do Messias

Retirado do site:

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Samsara o filme

Oi gente,

Fiquei muito feliz por ter achado esse filme no YT. Assisti em um dos retiros do Marco Schultz.

O filme mostra as aflições, prazeres e medos dignos de SAMSARA.

Beijos no coração,

Namastê



A história de um monge que sai de um retiro de 3 anos numa caverna.

O filme narra uma história de amor e busca espiritual, ambientado nas magníficas paisagens de Ladakh, no Himalaia.

Clique em “cc” para legendas em português.




https://budismopetropolis.wordpress.com/2017/01/17/samsara-filme/

terça-feira, 11 de abril de 2017

Superinteressante MEDITAÇÃO - APRENDA A MEDITAR









COLOQUE-SE EM UMA POSIÇÃO CONFORTÁVEL

Você não precisa ficar em posição de lótus. Pode se ajoelhar numa almofada, sentar em uma poltrona ou até mesmo deitar - o que for mais aconchegante. Mais importante do que a postura é montar um cenário que tenha poucas distrações. Se a posição de lótus provocar formigamento nas pernas ou dor na lombar, isso vai roubar o foco - e, portanto, não serve. Ficou confortável?



RESPIRE FUNDO E FECHE OS OLHOS


Todas as meditações começam com instruções semelhantes. Inspire e expire devagar, prestando atenção nos movimentos do peito e da barriga. Mas por que a respiração? Por que meditadores não usam pêndulos como os hipnotizadores? O vai e vem do peito se mostrou como o melhor método para desacelerar a mente porque esta sempre com você. Ou seja, você
pode se concentrar na respiração em qualquer hora e local. Se a meditação depender de um objeto, como um pêndulo, de que modo poderíamos praticá-la quando estamos longe dele?
Respirar tem outras vantagens. É invisível. Você percebe o movimento mesmo de olhos fechados. Assim, pode reduzir as distrações que vêm com a visão.
E, diferentemente das batidas do coração, que são 100% automáticas, a respiração é controlável. Você pode regular a velocidade do ar que entra e sai. Aos poucos, cadenciando a inspiração, o corpo relaxa.



MAS ESSE CONTROLE É FINITO: SUA MENTE VAI DEVANEAR


Aqui está o maior mito da meditação.
Apagar os pensamentos é impossível. "Relaxar, é claro que podemos. Mas esvaziar a mente? Não sei por quanto tempo você pode fazer isso", disse o monge francês Matthieu Ricard, em uma palestra no campus do Google em 2015. Entre uma respiração e outra, o pensamento foge, talvez para um lugar bem mundano, como a lista de compras do supermercado. Ou para algum problema no trabalho. Tudo normal e esperado.

Para o budismo, a mente é como um macaco doido. Ela não para: vive pulando de galho em galho (ou de pensamento em pensamento), e essa galeria infinita de desejos, sentimentos e frustrações nos deixa ansiosos, angustiados ou tristes. Buda passou 40 anos ensinando como evitar a dispersão mental, que está na base do sofrimento humano e das doenças. Ele defendia a meditação como um método para treinar o macaco.

No momento que você percebe que sua mente começou a voar, traga a de volta à respiração, de volta ao momento presente. Não julgue seus pensamentos, mesmo que sejam perversos, perturbadores ou ridículos, e não tente soterrá-los para que não voltem mais (um dos ensinamentos mais difíceis da meditação). É importante reconhecer as suas reflexões, mas deixe-as ir embora, como um passarinho que passa na paisagem.

Traga a mente de volta para a respiração e para as sensações do corpo.
A posição está confortável? Em que posição estão suas mãos? Que sons você está ouvindo? Perceba cada um. Isso é mindfulness, cuja tradução em português costuma ser "atenção plena", no aqui e agora. É uma técnica presente em muitas meditações budistas e hindus.



VOCÊ JÁ COMEÇOU A MEDITAR?

A partir de agora, encare a prática como um treinamento. Você precisa ter disciplina para manter a
regularidade e domar o macaco sempre que ele estiver inquieto. Seja gentil: na analogia budista, em vez de dar uma dura no animal, ofereça algo para ele comer. Ou seja, proponha um foco para a mente, como a respiração ou os sons ao redor ou o tato da sua mão sobre a perna. É tentador fechar o olho, relaxar e apenas observar a mente pulando de galho em galho. Mas isso não é meditação. Sempre que o macaco escapar, volte à respiração lentamente, sem julgamentos.



NO BUDISMO, A MENTE É VISTA COMO UM MACACO DOIDO, E A MEDITAÇÃO SERIA A FERRAMENTA MAIS EFICIÊNTE PARA DOMÁ-LO



SE PREFERIR, ENTOE UM MANTRA

Um mantra nada mais é do que um foco, como a respiração, para controlar a mente. Se inspirar e
expirar não é suficiente para você domar o macaco, procure algo que tenha um significado: pode ser uma prece, um verso, palavras em sânscrito que representem algo que você busca, um tema de reflexão, um desejo ou intenção. Na meditação da compaixão (leia mais na página 38), por exemplo, você direciona seu pensamento para uma pessoa ou um grupo e entoa uma frase que resuma o que você deseja que eles se recuperem de alguma doença, problema ou infortúnio. No mantra, você tem a tarefa de repetir várias vezes as mesmas palavras e isso faz sua mente concentrar as energias em uma só direção, num único foco.
Um dos gurus da meditação, Osho (leia mais na página 54) indicava entoar mantras em voz alta para chamar a atenção da mente na base do grito mesmo. Outra opção é usar sons ou as sensações corporais como foco - nesse caso é ideal meditar com orientação de um aplicativo ou instrutor para que você não se perca em devaneios.


MANTENHA A ATENÇÃO PLENA NO PRESENTE

Meditar é situar-se no aqui e agora.
A respiração, os mantras, os sons ou as sensações corporais são apenas um artifício para você ficar com sua mente o maior tempo possível no único tempo que existe, o presente. Quando ela voar para as preocupações do futuro ou voltar às ruminações do passado, volte ao foco
escolhido e ao presente. A ideia é que, com a prática e a experiência, você tenha consciência plena no que está acontecendo no momento. Esse é um dos objetivos das práticas meditativas budistas: incorporar seus princípios, como foco e calma, no cotidiano para que você assuma as rédeas da sua mente e não seja mais escravo das elucubrações. Até mesmo diante de uma tarefa banal, como uma pia cheia de louça suja. "As tarefas domésticas são as que mais exigem isso. Quando a gente vê a louça suja, sente um impacto imediato. Mas, em vez de lutar contra
ela ou ignorar, você começa a enfrentar a tarefa prato por prato, sem se apavorar" , ensina o Lama Padma Samten, diretor do Centro de Estudos Budistas Bodisatva, em Viamão, região metropolitana de Porto Alegre. No zen-budísmo, existe uma máxima: "Quando você lava' lava; quando seca, seca; quando varre, varre. "Fique no presente o máximo que você puder, mesmo diante de tarefas repetitivas e tediosas.



MEDITE DE NOVO E DE NOVO

Mantenha uma certa regularidade. Lembre-se de que a meditação é um treino que exige esforço e persistência. Com a prática, vá aumentando o tempo e variando os tipos para ir treinando a mente de diferentes formas. Recorra a grupos de meditação ou a instrutores capacitados para facilitar a incorporação do hábito na rotina. Sem auxílio, talvez você caia no sono ou se perca em devaneios.
É indicado também estabelecer metas para levar o treinamento a sério.














sexta-feira, 7 de abril de 2017

A MONTANHA RUSSA CHAMADA SAMSARA


Oi gente,

Hoje iremos falar novamente sobre SAMSARA.

Achei esse artigo bem interessante, pois descreve de uma maneira bem lúdica o que é essa famosa roda.

Mas, antes de começar, deixo aqui a definição de Samsara segundo o Wikipédia:


Beijos no coração,

Namastê



HUMBERTO MENEGHIN
artigo publicado originalmente no www.yoga.pro.br

 A maior montanha russa que se possa imaginar foi montada em um parque de diversões. Feita de metal consistente, perfeitamente bem arquitetada, com altos desníveis e descidas bruscas, sua grandiosidade é percebida ao longe pelo público que se aproxima e que não consegue esperar mais nenhum minuto para experimentá-la.




Outros, nem perto querem passar, pois sentem medo e acham que os que se predispõe a suportar seus altos e baixos são no mínimo fora do normal. Filas enormes se formam e finalmente aqueles que muito esperaram se acomodam em carros velozes que seguem continuamente pelo trilho dessa grande montanha russa cujo nome é samsara.

A respiração começa a mudar, os carros saem em um único impulso e rapidamente se aproximam do topo, provocando alegria e certa euforia àqueles que a este nível chegam. Gritos contumazes e expressões diversas são emitidas e aqueles que antes estavam lá em cima, subitamente são levados para baixo onde as sensações e emoções já não são mais as mesmas de quando lá em cima estavam. 


Foto 3
Levados a uma traiçoeira curva, alguns se sentem mal, pois preferiam ainda estar lá em cima, bem no alto, onde se sentiam mais felizes e seguros. Os carros passam por um túnel escuro e para infelicidade de outros, nada está bem, pois a escuridão amedronta e traz uma tremenda e temida insegurança.

Porém, sem que esperem, a luz se faz presente no final do túnel e as sensações começam a mudar, muito mais ainda quando o carro que os leva novamente se põe a subir, subir novamente até o topo, chegando ao nível mais alto daquela desafiadora montanha russa que se chama samsara.

A vista lá de cima é ampla e maravilhosa, a euforia, a confiança e a alegria retornam, mas em alguns vem acompanhadas pela ilusão, orgulho, egoísmo e daquela sensação de ser a pessoa mais importante do mundo. O carro para por um breve momento, lá em cima mesmo, a adrenalina está a toda e o Ser se sente pleno e renascido. Há uma curva e de repente todos descem por um curva inesperada no trilho!



E, se isso já não bastasse, mais à frente surge um enganoso loopque, por um ínfimo momento, traz uma nova e leve sensação de estar de volta ao topo. Mas, para o desespero dos incautos o carro cai para um dos lados e continua caindo, caindo...




A velocidade parece querer diminuir, o que não poderia jamais acontecer em um momento como aquele, pois estar no mais alto é o que importa. E, para acabar com a festa, aquele carro que correu pelo samsara  e que trouxe tantas e contraditórias sensações e emoções, ora agradáveis, ora desagradáveis, retorna para o mesmo ponto de partida.

Algumas pessoas, cambaleantes, abandonam a atração, outros mais entusiasmados retornam à fila para repetirem tudo de novo e outros que se sentem desconcertados não pensam jamais em retornar e pela frente encontram um palhaço, que em risos repete seguidamente: “É inevitável, é inevitável, é inevitável...”.

E a montanha russa, chamada samsara, continua a correr, repetindo os mesmos movimentos, de altos e baixos, de baixos e altos, girando no mesmo eixo, no mesmo círculo para retornar ao mesmo ponto, levando mais e mais seres que experimentam essas altas e baixas sensações e emoções procurando satisfazer todos seus mais íntimos desejos.




Desejos que se repetem, desejos que são superados e novos desejos que vem e que novamente se vão em um círculo constante e interminável de ações e reações, de causa e efeito, dekarmas.

Muitos nem ao menos sabem o significado do que na verdade é samsara. Mas, analisando a etimologia da palavra sânscrita, temos que samsara que dizer “fluxo incessante”, de mortes e de renascimentos. Outro nome para essa peculiar situação que chamamos vida encarnada é kalachakra, a roda das reencarnações, da morte e do renascimento incessante, presente nos ensinamentos do budismo e do hinduísmo.



Aqueles que vivem exclusivamente para a realização dos desejos e das intermináveis sensações que ora resultam em dor, ora em prazer, pelo simples fato de se predisporem a experimentar o samsara, devem saber que, para dissipar a ignorância que permeia a identificação com o ego, existe felizmente o autoconhecimento.

O conhecimento que traz maior clareza e sabedoria ao Ser, para que, então, de uma forma equânime possamos lidar com as oscilações inevitavelmente trazidas pela roda do samsara.

Observar com cuidado as oscilações da mente, sair do automático, ter a consciência que um estado mental nasce, existe e depois cessa, dando lugar a um outro estado mental que também surge nasce, existe e cessa, contribui para que ao longo do tempo possamos diminuir os efeitos indesejados dessa roda que gira sem parar.

E, somente assim, pouco a pouco, as emoções destrutivas, limitações e karmas serão eliminados, despertando a consciência para momentos de clareza e compreensão de tudo o que o samsara nos apresenta.

E se porventura, você ainda estiver pelo parque de diversões e decidir experimentar as sensações de outra montanha russa, talvez no final poderá deixá-la se sentindo perfeitamente pleno e liberto de qualquer oscilação trazida pelos seus altos e baixos.

Harih Om!




Extraido do site:
http://yogaemvoga.blogspot.com.br/2011/04/essa-montanha-russa-chamada-samsara.html

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Fazer cara de paisagem nos livra de muitos problemas

Oi gente,

Vi esse post no FB e achei bacana, mas vale ressaltar que independente de qualquer coisa SOMOS TODOS UM e a separação não combina com nossos propósitos.

Cada um tem o direito do livre arbítrio e muitos ainda estão presos na "historinha do personagem" projetando sentimentos baixos do ego.

Vamos olhar para esses irmãos como exemplo do que não seguir, como exemplo do que não fazer...

É tudo uma questão de tempo e oxalá logo eles entenderão que esse caminho é a certeza da falência!...enquanto isso não acontece, não precisamos estar envolvidos nisso, ok?

Coloquei em vermelho alguns pontos onde devemos refletir sobre a separação/exclusão e somos todos um e em rosa frases importantes do plantar e colher.

Beijos no coração

OM SHANTI
Namastê





Um dos maiores favores que poderemos fazer a nós mesmos, nos casos em que alguém se encarrega de carregar o ambiente com fofoca e outros tipos de maldade gratuita, sempre será lutarmos contra a nossa vontade de explodir, para que não nos desequilibremos por conta de quem não merece nada de nós.

Com menor ou maior frequência, sempre haverá aqueles dias em que desejaremos jamais ter saído da cama, em que nada parecerá dar certo, em que nada do que dissermos será entendido como queríamos, em que nada nos fará sorrir.

Muito do que nos acontece é resultado de nossas próprias ações, mas também seremos importunados por todo tipo de gente que não fará outra coisa a não ser perturbar a paz de qualquer um.

Um dos maiores favores que poderemos fazer a nós mesmos, nesses casos em que alguém se encarrega de carregar o ambiente com fofoca e outros tipos de maldade gratuita, sempre será lutarmos contra a nossa vontade de explodir, para que não nos desequilibremos por conta de seres desprezíveis.

Quanto mais esquentarmos a cabeça, quanto mais tentarmos esbravejar e mostrar descontentamento, menos fortalecidos ficaremos, uma vez que o esgotamento emocional acaba por trazer danos também ao nosso físico.

Tentar argumentar com quem não ouve ninguém além de si mesmo sempre será uma tarefa inglória e qualquer batalha que tentarmos travar contra suas maledicências não surtirá resultados dignos, uma vez que essas pessoas só trazem sujeira e inverdade aos ambientes, pois é somente isso que possuem dentro de si, é somente isso que têm a oferecer.

Jamais conseguirão assumir o mal que carregam, simplesmente porque não possuem caráter suficiente para arcar com o que dizem e/ou fazem.

Apesar de se tratar de um esforço sobre-humano, manter a calma, o ar de que não percebemos nada nem nos importamos com as tramoias alheias nos poupará de muitos dissabores e de atitudes inúteis de tentar por em ordem a desordem moral de quem age sem pensar nos sentimentos de ninguém.

Porque quem age de forma vil e antiética tem o coração vazio, sendo incapaz de demonstrar arrependimento e de pedir desculpas a quem quer que seja, afinal, posam como se nunca fossem culpados de nada.

Leva muito tempo para nos acalmarmos, após termos entrado em meio a tempestades que não foram por nós provocadas, ou seja, sabermos nos desviar dos contratempos que envolvem inverdades sobre nós, enquanto mantemos o semblante em estado de serenidade, é a atitude mais adequada a ser tomada.


Não tem outro jeito, aliás, não existe nada melhor do que voltarmos olhos serenos na direção dos redemoinhos em que os próprios infelizes se afogam sozinhos.


Retirado do Site:

http://www.bemmaismulher.com/fazer-cara-de-paisagem-nos-livra-de-muitos-problemas/

quarta-feira, 5 de abril de 2017

MARCO SCHULTZ - ESTAR PRESENTE NO AQUI E AGORA




Vocês já sentiram um encontro sem encontro? 

...ou melhor, já se pegaram num encontro sem presença???

Estar com alguém ou em algum local não significa necessariamente estar presente.


Esse é o tema dessa entrevista sensacional que o Marco concedeu para o Diálogos do Maurício Curi.

Tocou muito meu EU e espero que toque o EU de vocês também, como sempre, seus vídeos são um verdadeiro presente para a gente!

Namastê





MARCO SCHULTZ - Diálogos 298 com Maurício Curi


Neste episódio o bate-papo foi com o professor de yoga Marcos Schultz, recém chegado da Índia.

REFERÊNCIAS

Simplesmente Yoga - Marco Schultz:


Site do documentário EU MAIO

PRODUÇÃO & LICENÇA
Produzido na Vila Madalena sob Licença Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/b...) por Maurício Curi, que é contador de estórias, inovador social e mentor na co•mo•ver.

Para saber mais sobre as jornadas de desenvolvimento e autoconhecimento conduzidas pela Maurício, acesse http://comover.se

PRODUÇÃO & LICENÇA
Produzido na Vila Madalena sob Licença Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/b...) por Maurício Curi, que é contador de estórias, inovador social e mentor na co•mo•ver.

Para saber mais sobre as jornadas de desenvolvimento e autoconhecimento conduzidas pela Maurício, acesse http://comover.se

terça-feira, 4 de abril de 2017

Superinteressante MEDITAÇÃO - MELHOR QUE MORFINA

Oi gente,

No post de hoje vamos conhecer alguns tipos de meditação.

Eu adorei a meditação metabavana, vou testar e se funcionar voltarei aqui pra contar pra vocês ;)

Beijos no coração

Namastê




A imagem mais comum de monges, budistas e meditadores profissionais costuma ser a de sujeitos serenos e que não se abalam fácil diante de adversidades. Mas será que  essa atitude se mantém diante de uma queimadura aguda ou uma dor lombar que tira o humor de qualquer um?
Será que a meditação serve para trazer algum alívio, como outras terapias como acupuntura, hipnose, placebo ou mesmo a morfina?
Pesquisadores americanos resolveram passar essas dúvidas a limpo.

No primeiro estudo, realizado na Universidade de Wake Forest, na Carolina do Norte, 7S voluntários saudáveis foram divididos em quatro grupos. O primeiro recebeu um treinamento de quatro dias (20 minutos diários) de mindfulness e uma dose de naloxona, uma substância que bloqueia os receptores de opioides naturais do corpo, como as endorfinas, fazendo com que os nossos analgésicos naturais não funcionem. 

O segundo tomou a droga e passou por aulas falsas de meditação (eles foram orientados a se concentrar na respiração sem outras dicas); o terceiro recebeu instruções reais e um medicamento placebo, e o quarto recebeu o falso treinamento e placebo. Todos os grupos foram submetidos a exames de ressonância magnética enquanto recebiam um estímulo doloroso. Um pedaço  da perna dos voluntários foi exposto a um calor de 4S •C durante cinco minutos, sensação que beira o insuportável para qualquer um.

Durante o exame, eles tinham de dar notas ao  desconforto sentido.

MAIS OHM, MENOS AI    Fadel Zeidan, professor de neurobiologia e líder da pesquisa, notou que o índice de dor física caiu 27% e a sensação emocional de desconforto 44 % no grupo que meditou para valer e tomou analoxona. Ou seja, a meditação havia funcionado mesmo em pessoas sem seus analgésicos naturais. Os índices de desconforto também foram reduzidos em 21 % no grupo que só meditou e tomou placebo. Em comparação, os grupos que receberam.



ZAZEN

Significa literalmente "sentar zen" - zen vem do sânscrito e descreve um estado meditativo profundo. Para alcançar esse estágio, é preciso seguir alguns passos. Primeiro, procure um local tranquilo, nem muito claro nem muito escuro, nem muito quente nem muito frio. Você pode se sentar em posição de lótus, em um banco ou cadeira, desde que sua coluna esteja ereta, e o queixo voltado levemente para baixo para a cervical permanecer reta.

Para se certificar de que está com o corpo alinhado, note se suas orelhas ficam em linha com os ombros e o nariz, em linha com o umbigo. Depois disso, inspire e esvazie os pulmões, soltando todo o ar pela boca. Repita três vezes. Relaxe qualquer parte do corpo que carregue tensão. Em seguida coloque as mãos no mudra cósmico. 

A posição consiste em posicionar a mão direita embaixo, com a palma voltada para cima, e as costas dos dedos da mão esquerda repousando sobre os dedos da direita, mantendo a mão esquerda com a palma para cima. Depois, encoste levemente os dois polegares, como se houvesse uma folha de seda entre eles:
suas mãos devem formar uma elipse, assim como os planetas em torno do Sol (como na ilustração acima). Para os budistas, é como ter o cosmos em suas mãos. Coloque a ponta da língua no palato superior, tocando de leve atrás dos dentes frontais - o objetivo é criar um canal de comunicação de energia e evitar o excesso  de salivação. Mantenha os olhos entreabertos, pousados a cerca de um metro e meio de distância num ângulo de 45 graus.

Assim, sem pensar e sem não pensar, sente-se calmamente por alguns minutos. Existem pessoas que ficam até 40 minutos nesse estado. Mas você pode adaptar à sua realidade. Como foco, use a respiração. Perceba também seus batimentos cardíacos. Ouça todos os sons, próximos e distantes. 

Sinta as fragrâncias do ambiente ao redor. Perceba o ar, sua textura, sua temperatura. 

A luz e a sombra que se formam onde seus olhos estão pousados são também percebidas. Verifique sua postura, a posição das mãos, da coluna, da língua e oxigene as áreas de tensão. Perceba seus pensamentos. Como se formam e desaparecem. Veja se pensa em formas, palavras, música, cores, imagens. Qualquer emoção que surja deve ser notada. Assim como seu término. Para evoluir no zazen, você não deve ficar pensando ou percebendo o tempo todo. O objetivo da técnica é centrar o indivíduo em si mesmo e no Universo. 

Basta endireitar a coluna e respirar conscientemente. E lembrar de que só existe o momento presente.


KUNDALlNI

É a meditação do anoitecer, irmã da meditação dinâmica, também criada por Osho. São quatro estágios de 15 minutos cada um, acompanhados por música, que serve de guia. Na primeira, o praticante deve deixar o corpo tremer: braços, pernas, cabeça, e sentir as energias subindo pelos pés. Na segunda etapa, a ordem é dançar da maneira que quiser. Na terceira, é hora de fechar os olhos e ficar imóvel, sentado ou em pé. Se for difícil, concentre-se na respiração. Na quarta e última etapa, ainda de olhos fechados, desligue a música, deite-se e permaneça imóvel. É a meditação da sensualidade e do magnetismo, segundo o mestre Osho.


VIPASSANA

A vipassana também é chamada de meditação insight. É uma das técnicas mais antigas da Índia
e ensinada por Buda. Na vipassana, o praticante. presta atenção às sensações e aceita -as como elas são.
Por isso, é muito semelhante ao rnindfulness, já que a atenção plena faz parte também da vipassana. O praticante deve ficar no momento presente, estar atento ao que ocorre na mente
e no corpo aqui e agora. O jeito mais popular para aprender essa meditação é por meio
de um retiro de dez dias organizado por fundações criadas pelo professor nascido na Birmânia Satya Narayan Goenka, morto em 2003. Em linhas gerais, o método requer que o praticante sente confortavelmente com as costas retas e relaxadas, feche os olhos e preste atenção no
ar que entra e sai das narinas. A mente vai distrair. Aceite e deixe que pensamentos,
imagens e emoções venham. Ao se dar conta da distração, traga a mente de volta à respiração. Depois, volte a atenção a cada um dos cinco sentidos e ao pensamento. A prática também instrui a fazer anotações mentais, ou seja, dar nomes aos pensamentos e sensações que invadem a mente.


SHAMATA

Tipo de meditação budista, o objetivo imediato do shamata é o bem- estar. O indivíduo deve se manter calmo e relaxado, em posição de lótus, com os olhos abertos em 45 graus. O segundo passo é focar num objeto ou imagem e prestar atenção na respiração, cada vez mais longa.
A shamata não requer a entoação de um mantra, mas exige que o praticante fique desperto de modo tranquilo, relaxado, um desafio ao qual não estamos acostumados. Para os budistas, essa é uma forma de acessar a felicidade, considerada uma condição natural da nossa mente.
Mas atenção: mantenha-se na posição o máximo que conseguir sem dor. Caso sinta algum desconforto, interrompa imediatamente.


A MEDITAÇÃO DAS 6 ENERGIAS

A meta desta técnica budista é aumentar o grau de consciência do corpo.
É preciso pensar em cada umas das seis energias conceitualmente.
São elas: terra, água, fogo, ar, éter e espaço.
Você direciona o pensamento para a ideia que elas representam. O objetivo é adquirir
consciência de cada parte do corpo.
Para iniciar, aplique os mesmos hábitos da shamata.
Sente-se confortavelmente com pernas cruzadas e, em seguida, comece a mentalizar um por um os elementos:

PASSO A PASSO 

I. TERRA
Não tem nada a ver com a terra em si, mas com sua representação de firmeza, solidez e estabilidade. Sinta que sua coluna está firme, porém sem tensão.

2. AGUA
Sem tensão, seu corpo ganha leveza. Mentalize esse conceito de frescor para aliviar ainda mais os focos de nervosismo. Sinta um calor e um formigamento percorrer todo seu corpo, pele, cabelo, mãos, pés, pernas, tronco, cabeça, dentes.
Fogo, no budismo, é o agente principal da cura.

3. AR
Mentalize a energia que impulsiona a própria respiração, o princípio que ativa o inspirar e o expirar.

4. ÉTER
Sinta-se livre e calmo, mantendo os olhos abertos.

6. ESPAÇO

Imagine-se dentro e parte de um espaço amplo e não mais confinado, sinta-se parte do mundo. A gente sabe que vive num lugar gigante, mas dificilmente foca nesse aspecto.


ENSINADA POR BUDA, A MEDITAÇÃO METABAVANA CONSISTE EM DESEJAR BEM ESTAR A QUEM VOCÊ ODEIA. SENTADO, BASTA REPETIR OITO FRASES. COM A PRÁTICA, GARANTEM OS BUDISTAS, SEUS INIMIGOS NÃO VÃO MAIS INCOMODÁ-LO TANTO.


METABAVANA

Era uma prática ensinada pelo próprio Buda. Consiste em desejar a felicidade para quem você gostaria de ver pelas costas. Isso mesmo: para a pior pessoa do mundo.

É claro que você pode começar em etapas, desejando o melhor para quem está realmente precisando de ajuda. Mas o verdadeiro desafio da técnica é enviar os melhores desejos para alguém com quem você não tenha um bom relacionamento: desde chefe, passando por sogra, vizinho, filho, ex ou aquele médico que errou o seu diagnóstico. Você pode estar em posição de meditação ou repetir as oito frases abaixo a qualquer momento do dia, à distância - ou seja, não é preciso estar diante da pessoa em questão.

O metabavana é uma espécie de tratamento de choque para resolver as causas mais profundas de sofrimento psíquico e físico. "Você ganha uma autonomia de energia.
Seu chefe, sua sogra ou seu ex-marido não vão mais perturbá -10 tanto" , garante o lama Padma Samten.

Os budistas sabem que relacionamentos mal resolvidos são uma das principais fontes de stress, a origem de um grande número de doenças. 


REPITA QUANTAS VEZES DESEJAR O MANTRA:

Que (preencha com o nome da pessoa) encontre a felicidade Se liberte do sofrimento
Encontre as causas da felicidade
Se liberte das causas do sofrimento
Se purifique de todo karma
Encontre a lucidez
Possa de fato beneficiar os seres

E veja nisso a fonte de toda alegria, felicidade e energia


KIRTAN KRIYA

Envolve a repetição do mantra saa, taa, naa, maa, que pode ser pronunciado em voz alta,
em silêncio ou incorporado a uma música.

As sílabas se referem aos sons considerados primordiais para os hindus. Saa é infinito;
taa, vida; naa, morte; e maa, renascimento, em sânscrito. A meditação ainda envolve
outra tarefa: movimentos ritmados com os dedos. Na sílaba saa, toque o dedo indicador
no polegar; em taa, o dedo do meio; em naa, o dedo anelar; e em maa, o dedo mínimo no
polegar, e repita a operação por até 12 minutos, todos os dias, se possível.

O praticante deve pressionar as pontas dos dedos umas contra as outras a ponto de deixá-
Ias levemente esbranquiçadas. Na tradição asiática, esse tipo de gesto é chamado de
mudras e se assemelha ao movimento dos dedos no terço católico.