O que o Prem Baba diz nesse vídeo é comprovado, eu garanto!!!
O que vai começar acontecer é que com a prática diária, você é quem vai começar a sair do sofrimento e da escassez. O sofrimento e a escassez irão continuar aqui no mundo, mas você não vai mais ser atingido por isso. Você vai aprender que todo o problema que geramos vem da mente, e irá aprender a como sair do labirinto da mente insana, cruel e incansável.
Em outras palavras, vai começar a não seguir mais as sugestões que passam pela sua mente.
Isso é a verdadeira liberdade.
Essa liberdade não depende do que está ou não acontecendo no mundo lá fora, mas sim depende unicamente e exclusivamente de VOCÊ!!!
Definitivamente, você só irá procurar alternativas para acabar com o sofrimento quando estiver plenamente cansado de tanto sofrer, quando você estiver no ponto de NÃO AGUENTAR MAIS!!!
Ai sim você vai iniciar sua maior revolução espiritual que é buscar a paz de Deus dentro de você.
Oi gente, Hoje vamos investigar e refletir sobre o amor próprio. A baixo auto-estima é a causa de muitas das nossas dores, e o ego AMAAAA abusar disso! Vocês já repararam que a auto-estima nem sempre está relacionada a esterótipos de beleza, sucesso e fama? Então, é uma questão meramente psicológica!!! E o único capaz de curar essa crença limitante é VOCÊ!!!
Reflitam sobre essas questões:
Você se aceita da maneira como você é???
Por que???
Qual o seu valor???
Chega de comparações!!! Não existe no mundo ninguém igual a você!!! Cada um tem o seu valor, seus desafios, seus problemas e suas superações. Já está mais do que na hora da gente olhar pra tudo isso, desconstruir e renascer, vocês não acham???
Não é a sociedade que não te aceita, mas sim é você que precisa se aceitar!!!
O OM é celebrado em diversas filosofias e religiões, mas principalmente na filosofia hindu, da qual se originou. É considerado o corpo de Brahman, o Ser Absoluto, a partir do qual todo o universo se forma. Por essa origem divina e essencial, esse mantra sagrado figura como o começo, o meio e o fim, como o som que deu origem à criação do universo manifestado (prakriti), que é responsável por seu desenvolvimento e que causa também sua dissolução.
O SOM DO SER UNIVERSAL
Dentro do hinduísmo, o OM é uma sílaba mais sagrada, é, por ser o símbolo de Brahman, , está ligado ao Yoga e ao objetivo de realização pessoal, exatamente por ser um veículo direto do Ser Universal, da criação do universo e da consciência pura. Como símbolo universal do Yoga, é citado nos shástras do hinduísmo como o “absoluto sonoro”, ou seja, um som ou uma vibração que representa o universo como uma totalidade, onde não há distinções em partes individuais como nossa percepção usual indica, estando associado à percepção do yogi de novos estados de consciência.
Existem muitas formas de se referir a esse mantra, ao seu som e à sua forma, conforme ele seja proferido (pránava), grafado (omkára), visto ou imaginado, tamanha é sua importância. Essa simples sílaba, que mais parece um murmurar, carrega em si todo o conhecimento dos Vedas, o poder sobre a matéria, a consciência do espaço e do tempo, do presente, do passado e do futuro. É usado no começo da meditação, no começo e no final de uma oração, durante a prática do Yoga, de fato em todos os momentos em que o pensamento de Brahman impregna um ser.
O Pránava é também o Bíja-mantra, ou som semente, do Ájña Chakra, o centro de energia que é responsável pela meditação, pelo intelecto, pela vida espiritual, pela evolução do ser humano e canal de conexão com o Brahman. Ao proferir o OM você estimula todos os processos que levam ao estado de meditação (dhyána).
A SÍLABA SAGRADA AUM
Swami Vivekananda, em seu livro "Bhakti Yoga", define o OM como sendo a síntese de Brahman e de toda a criação: “... o OM apenas; porque essas três letras (A U M), pronunciadas em combinação como OM, podem muito bem ser o símbolo generalizado de todos os sons possíveis. A letra A é o mais conhecido dos sons, por isso Krishna diz no Gitá: ‘Eu sou o A entre as letras’. Todos os sons articulados são produzidos no espaço dentro da boca, começando na raiz da língua e terminando nos lábios – o som da garganta é A, e M é um som produzido nos lábios, o U representa o ralar do impulso que começa na garganta e termina nos lábios. Se pronunciado corretamente, o OM representa todo o fenômeno da produção do som, e nenhuma outra palavra pode fazer isso; este é, então, o melhor símbolo para Sphota, que é o real significado do OM. E como o símbolo nunca pode ser separado de seu significado, o OM e Sphota são um. E por Sphota ser o lado mais puro do universo manifestado, está mais próximo de Deus, e sendo, na verdade, a primeira manifestação do conhecimento sagrado, esse OM é verdadeiramente um símbolo divino."
Outra forma de entender a combinação de letra coloca a letra A, o começo como sendo a representação de Brahma e da criação do universo. A letra U é a representação de Vishnu, a divindade do equilíbrio e da manutenção do universo. A letra M representa Shiva, ou a parte final do ciclo da existência, seja como representação do fim da vida natural ou como fim da existência sensorial por meio do controle conquistado pelo yogi por meio da meditação.
Uma vez liberto dos pares de opostos que são impostos ao ser por intermédio dos sentidos, o yogi conhece a verdade. Os sentidos são limitados e imprecisos, o Ser é eterno e ilimitado.
Na tradição do Yoga, a meditação no som do OM leva à realização do sutil, ao encontro da realidade absoluta. A realização da meditação pode ser por meio de sua mentalização, chamada também de manasika mantra ou mantra mental; acontece também mediante a visualização de sua forma, como yantra ou objeto de concentração; ou ainda por meio da simples repetição ou japa do mantra OM.
VOCALIZAÇÃO DO MANTRA
Existem muitas formas de vocalizar o mantra OM ou pranu, como é chamada sua pronúncia, que ajudam o praticante a transformar a energia mais grosseira em energia sutil. Por exemplo:
1 - OM, OM, OM, OM, OM, OM, OM
Repetido inúmeras vezes quase sem espaço entre uma emissão sonora e outra. Considerado mais grosseiro por não ser completo, não possui espaço para o silêncio, antítese do som e seu complemento perfeito.
2 - OOM, OOM, OOM, OOM, OOM
Repetido com uma pequena pausa, alongando a sílaba – eliminando a pressa, acalmando a mente. Essa forma de execução do mantra permite uma concentração maior.
3 - OM__OM__OM__OM__ OM
Repetido com um silêncio de mesma duração da emissão do som entre os mantras – equilibra o som e o silêncio, a mente já está calma e não tem ansiedade ou pressa. Dessa forma, a concentração passa a ser uma vivência do espaço interior.
4 - OOOOOOOOOOOMMMMMMMM
Contínuo, como uma onda, que deve ser sentida e vivida, o som ocorre como decorrência de uma utilização mais sutil da energia e o consequente mergulho em níveis mais profundos, sem oscilações, da consciência.
Fonte: O Livro de Ouro do Yoga, André de Rose, Ediouro
O vídeo traz o mantra OM numa repetição (japa) de 108 vezes para sua meditação:
(esse vídeo não é o original da matéria, porém é o mesmo mantra retirado do YT)
Hoje trago para vocês um lindo conta que diz tudo que a gente precisa para nossa auto investigação.
Vamos refletir?
Beijos no coração.
Namastê
Muitas vezes ouvimos falar do ego como o causador da soberba ou o culpado pelo sofrimento de uma pessoa diante de uma situação indesejada. Mas… o que é o ego exatamente e como este influencia a nossa felicidade?
Para a psicologia ocidental trata-se de uma representação que fazemos de nós mesmos. No entanto, do ponto de vista budista o ego é uma atividade, a tendência recorrente de nos identificarmos com qualquer coisa que tenha essa representação que acreditamos ser.
Neste conto budista veremos como esta identificação nos mantém separados do mundo e nos traz sofrimento e insatisfação, além de fomentar a concorrência. Aprecie a leitura.
Um teste para o ego com sabor a chocolate
Joel havia chegado já fazia três anos a uma das comunidades budistas mais antigas do Tibete, e ali almejava ser treinado para se transformar em um monge exemplar.
Todos os dias, na hora do jantar, perguntava ao seu mestre se no dia seguinte aconteceria a cerimônia da sua ordenação. “Você ainda não está pronto, primeiro precisa trabalhar a humildade e dominar o seu ego”, respondia o seu mentor.
Ego? O jovem não entendia por que o mestre se referia a seu ego. Achava que merecia ascender no seu caminho espiritual já que meditava sem cessar e lia diariamente os ensinamentos de Buda.
Um dia, o mestre imaginou um jeito de demonstrar aos seu discípulo que ele ainda não estava pronto. Antes de iniciar a sessão de meditação anunciou: “Quem meditar melhor terá como prêmio um sorvete”. De chocolate”, acrescentou o ancião.
Logo após um breve alvoroço, os jovens da comunidade começaram a meditar. Joel queria ser o melhor a meditar dentre todos os seus colegas. “Dessa forma, mostrarei ao mestre que estou preparado para a cerimônia. E poderei tomar o sorvete”, concluiu o discípulo.
O jovem budista tenta meditar
Joel conseguiu se concentrar na sua respiração, mas ao mesmo tempo visualizava um grande sorvete de chocolate que ia e vinha como se estivesse em um balanço. “Não é possível, preciso parar de pensar no sorvete ou outra pessoa vai ganhá-lo”, repetia para si mesmo.
Com muito esforço, Joel conseguia meditar por alguns minutos nos quais simplesmente seguia o compasso da sua respiração, mas logo em seguida imaginava um dos monges tomando o sorvete de chocolate. “Droga! Sou eu que preciso conseguir esse sorvete!”, pensava o jovem angustiado.
Quando a sessão acabou, o mestre explicou que todos tinham feito bem a tarefa, exceto alguém que havia pensado demais no sorvete, isto é, no futuro. Joel se recompôs antes de falar:
– Mestre, eu pensei no sorvete. Eu admito. Mas como você pode saber que fui eu quem pensou demais?
O ego se revela
– Não tenho como saber. Mas posso ver que você se sentiu tão afetado a ponto de se levantar e tentar se colocar por cima dos seus colegas. Assim, querido Joel, é que age o ego: sente-se atacado, questionado, ofendido… e quer ter sempre razão no jogo de ser superior aos outros.
Naquele dia, Joel aprendeu que ainda tinha um longo caminho a percorrer. Trabalhou a sua humildade e os impulsos do ego. Viveu no presente e procurou não ficar por cima dos outros. Também entendeu que não lhe convinha se identificar com suas conquistas.
Assim, com trabalho e paciência, chegou o grande dia. Foi aquele no qual o mestre bateu à sua porta para lhe anunciar que finalmente estava preparado para o que tanto havia almejado.
Quando chegou no templo não encontrou ninguém ali. Apenas uma pequena plataforma e sobre ela… um sorvete de chocolate. Joel pôde apreciar o sorvete agradecido, sem se sentir decepcionado. E em seguida, foi ordenado monge.
A humildade tem seu prêmio
Cada pessoa tem o seu próprio sorvete de chocolate: aquilo que almeja alcançar. O problema está em ter a mente posto nele, nos impedindo de desfrutar o presente.
Tendemos a confundir nossas conquistas com nosso valor e a nos identificarmos com elas. O ego se encarrega de nos empurrar a desejar ficar acima dos outros e a nos ofendermos se alguém nos aponta algum erro.
Se conseguirmos detectar nosso próprio ego e desativá-lo, automaticamente abandonamos a necessidade de criticar, discutir, competir ou julgar. Assim, nos desfazemos do papel de vítimas, do sofrimento que representa não cumprir com as demandas do ego… E conseguiremos desfrutar dos sorvetes!
Fiz um resumo da lição mais importante que tive em 2016 e gravei um vídeo para compartilhar a reflexão com vocês no Investigando a Natureza do Ser.
Mentimos para nós mesmo!!! já identificaram isso???
Que a gente consiga aplicar todos os ensinamentos que tivemos no ano que se inicia.
Um beijo e enorme no coração de todos vocês, boa festas!!!
Namastê
Mentir para nós mesmos
Temos uma imagem idealizada de nós mesmos, que nos impede de sermos verdadeiros. Produzimos muitas ilusões a partir desta idealização. Muitas vezes, dizemos o que não sentimos de verdade. Isso ocorre porque não sentimos o que pensamos!
Algumas de nossas auto-imagens não querem ser vistas! Por isso, é imprescindível reconhecer quando não estamos de fato sentindo o que gostaríamos de sentir, pois só a verdade nos auto-organiza.
É nossa auto-imagem que gera sentimentos e pensamentos em nosso íntimo. Podemos nos exercitar para identificá-la. Mas este não é um exercício fácil, pois resistimos em olhar nosso lado sombrio. No entanto, uma coisa é certa: tudo que ignoramos sobre nossa parte sombria, cresce silenciosamente e um dia será tão forte que não haverá como deter sua ação. Portanto, é a nossa auto-imagem que dita nosso destino.
O mestre do budismo tibetano Tarthang Tulku, escreve em seu livro “The Self-Image” (Ed.Crystal Mirror):
“A auto-imagem não é permanente. De fato, o sentimento em si existe, no entanto o seu poder de sustentação será totalmente perdido assim que você perder o interesse por alimentar a auto-imagem. Nesse instante, você pode ter uma experiência inteiramente diferente da que você julgou possível naquele estado anterior de dor. É tão fácil deixar a auto imagem se perpetuar, dominar toda a sua vida e criar um estado de coisas desequilibrado…
Como podemos nos envolver menos com nossa auto-imagem e nos tornar flexíveis? Somos seres humanos, não animais, e não precisamos viver como se estivéssemos enjaulados ou em cativeiro. No nível atual, antes de começarmos a meditar sobre a auto-imagem, não percebemos a diferença entre nossa auto-imagem e nosso ‘eu’. Não temos um portão de acesso ou ponto de partida. Mas, se pudermos reconhecer apenas alguma pequena diferença entre a nossa auto-imagem e nós mesmos, ou ‘eu’ ou ‘si-mesmo’, poderemos ver, então, qual parte é a auto-imagem”.
Esse texto me fez lembrar ainda mais ( apesar de não ter me esquecido) de um pedido que você me fez, para lembra-la daquele tema que eu sugeri para o bate-papo "SENTIR OS PRÓPRIOS SENTIMENTOS" que ficou para o começo do próximo ano por causa das suas férias, lembra ? Fica lembrado então .
Por que acordamos pela manhã? O que eu estaria fazendo agora, se não tivesse que ganhar dinheiro?
Quando sabemos a razão que acordamos pela manhã, desperta em nós a fonte de entusiasmo e de motivação. Nos sentimos pertencendo, encaixados. Sabemos por que estamos naquele lugar e para quê. Essa percepção de estar no lugar certo e na hora certa gera satisfação e prosperidade.
“"Se não estamos seguindo o programa da nossa alma, não importa o tamanho do sucesso que conquistamos no mundo, seguimos carregando uma angústia."” Sri Prem Baba
Nada melhor do que essa palestra do Prem Baba para refletirmos e aplicarmos em 2017. Beijos no coração Namastê